Grêmio USA conquistou até título nos EUA (Foto: Reprodução)
"O Tricolor tem que estar em todo o lugar". A frase parte de imediato da boca do ex-jogador José Márcio Pereira da Silva, o Zequinha, e é encarada quase como lema pelo ponta-direita clássico de 66 anos. O mineiro sagrou-se campeão brasileiro por São Paulo e Botafogo e coleciona até convocação à Seleção. É da passagem pelo Grêmio, entre 1974 e 1977, porém, que guarda recordações com maior carinho. A ponto de homenagear o clube ao criar uma escolinha feminina em Dallas, nos Estados Unidos: o "Grêmio USA".
Zequinha trabalha com futebol em solo norte-americano desde 1997. Farto das lidas em clubes no Texas, resolveu, num estalo, dar vazão a sua própria equipe. A partir daí, a alusão ao tão querido Tricolor soou óbvia. O ex-atleta vê os gremistas como sua "família". Não à toa, fundou, em 1º de janeiro de 2013, a escolinha feminina que atende 34 garotas entre seis e 11 anos de idade.
– O Grêmio, para mim, é tudo. Eu vim para cá há quase 20 anos e sempre trabalhei em outros clubes. Então, cheguei à conclusão de que era mais fácil começar uma nova equipe. A ideia de colocar o nome do Grêmio veio porque o Grêmio é como se fosse uma família para mim. É o clube com o qual mais me identifico. É uma homenagem – explica Zequinha ao Globoesporte.com.
Desde então, o ex-jogador trata de ensinar os fundamentos básicos do esporte e, claro, de repassar a história de títulos e conquistas do Tricolor às pequenas. Não para por aí. Os ensinamentos dão resultado na liga local, em especial com a equipe sub-11, que iniciou na terceira divisão e, com dois títulos seguidos, está na elite da competição em Dallas.
– Estamos promovendo o Grêmio de uma forma incrível. Tem torcedor do Grêmio que entrou em contato para saber mais. Um dos pais é gremista doente, de ter a bandeira do clube na porta. A ideia partiu de um projeto pessoal. Ninguém conhecia muito, mas muita gente, agora, já conhece o Grêmio – ressalta.
Os embates são disputados em campo reduzido, normalmente entre sete atletas. Os treinamentos alternam entre campos a céu aberto e locais fechados, no inverno. Ali, não há rivalidade Gre-Nal com um Inter local, mas o Grêmio USA trava duelos com filiais de Liverpool, Manchester United e Chelsea e até contra um adversário que tem emblema e cores inspiradas no São Paulo. Existe o projeto para contar com uma equipe garotos, a partir de abril deste ano.
Se o Grêmio é tratado como uma "família" por Zequinha, o ex-jogador faz questão de dar cunho familiar ao negócio. A presidente é sua esposa, Deise. Ele é responsável por ser o diretor técnico, enquanto o filho, João, cuida do site e das redes sociais do Grêmio USA.
– Não temos interesse em fazer com que o clube cresça tanto. Se crescer muito, perdemos o controle e fica difícil de manter a qualidade. Começa a perder e vira problema. Já que carrega o nome do Grêmio, tem que ter respeito e classe – ressalta Zequinha.
Projeto de conhecer a Arena
Integrante do histórico time campeão do Gauchão de 1977, com gol emblemático de André Catimba, Zequinha lembra com carinho dos tempos de Estádio Olímpico. Tanto que, ao saber que o Velho Casarão está prestes a ser demolido, e já deteriorado, é direto:
– Não quero nem ver como está que já machuca – desabafa.

Escolinha dos EUA leva cores e símbolo do Grêmio, em Dallas (Foto: Divulgação)
Ainda assim, faz questão de planejar uma excursão com as meninas para conhecer as dependências da Arena. Até porque quer levar ao conhecimento do Grêmio sua homenagem para, quem sabe, firmar um convênio com o Tricolor e elevar a marca do clube em solo americano.
– Eu passo para todo mundo a história do Grêmio. Elas sabem que eu joguei no Grêmio, sabem o que o Grêmio significa. Até estamos planejando uma viagem para o Brasil, para levá-las para visitar o clube. Ver como é. Tenho o projeto de fazer algo com a escolinha do Grêmio, para que as crianças possam ir a Porto Alegre, até para um intercâmbio – destaca.
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"O Tricolor tem que estar em todo o lugar". A frase parte de imediato da boca do ex-jogador José Márcio Pereira da Silva, o Zequinha, e é encarada quase como lema pelo ponta-direita clássico de 66 anos. O mineiro sagrou-se campeão brasileiro por São Paulo e Botafogo e coleciona até convocação à Seleção. É da passagem pelo Grêmio, entre 1974 e 1977, porém, que guarda recordações com maior carinho. A ponto de homenagear o clube ao criar uma escolinha feminina em Dallas, nos Estados Unidos: o "Grêmio USA".
Zequinha trabalha com futebol em solo norte-americano desde 1997. Farto das lidas em clubes no Texas, resolveu, num estalo, dar vazão a sua própria equipe. A partir daí, a alusão ao tão querido Tricolor soou óbvia. O ex-atleta vê os gremistas como sua "família". Não à toa, fundou, em 1º de janeiro de 2013, a escolinha feminina que atende 34 garotas entre seis e 11 anos de idade.
– O Grêmio, para mim, é tudo. Eu vim para cá há quase 20 anos e sempre trabalhei em outros clubes. Então, cheguei à conclusão de que era mais fácil começar uma nova equipe. A ideia de colocar o nome do Grêmio veio porque o Grêmio é como se fosse uma família para mim. É o clube com o qual mais me identifico. É uma homenagem – explica Zequinha ao Globoesporte.com.
Desde então, o ex-jogador trata de ensinar os fundamentos básicos do esporte e, claro, de repassar a história de títulos e conquistas do Tricolor às pequenas. Não para por aí. Os ensinamentos dão resultado na liga local, em especial com a equipe sub-11, que iniciou na terceira divisão e, com dois títulos seguidos, está na elite da competição em Dallas.
– Estamos promovendo o Grêmio de uma forma incrível. Tem torcedor do Grêmio que entrou em contato para saber mais. Um dos pais é gremista doente, de ter a bandeira do clube na porta. A ideia partiu de um projeto pessoal. Ninguém conhecia muito, mas muita gente, agora, já conhece o Grêmio – ressalta.
Os embates são disputados em campo reduzido, normalmente entre sete atletas. Os treinamentos alternam entre campos a céu aberto e locais fechados, no inverno. Ali, não há rivalidade Gre-Nal com um Inter local, mas o Grêmio USA trava duelos com filiais de Liverpool, Manchester United e Chelsea e até contra um adversário que tem emblema e cores inspiradas no São Paulo. Existe o projeto para contar com uma equipe garotos, a partir de abril deste ano.
Se o Grêmio é tratado como uma "família" por Zequinha, o ex-jogador faz questão de dar cunho familiar ao negócio. A presidente é sua esposa, Deise. Ele é responsável por ser o diretor técnico, enquanto o filho, João, cuida do site e das redes sociais do Grêmio USA.
– Não temos interesse em fazer com que o clube cresça tanto. Se crescer muito, perdemos o controle e fica difícil de manter a qualidade. Começa a perder e vira problema. Já que carrega o nome do Grêmio, tem que ter respeito e classe – ressalta Zequinha.
Projeto de conhecer a Arena
Integrante do histórico time campeão do Gauchão de 1977, com gol emblemático de André Catimba, Zequinha lembra com carinho dos tempos de Estádio Olímpico. Tanto que, ao saber que o Velho Casarão está prestes a ser demolido, e já deteriorado, é direto:
– Não quero nem ver como está que já machuca – desabafa.

Escolinha dos EUA leva cores e símbolo do Grêmio, em Dallas (Foto: Divulgação)
Ainda assim, faz questão de planejar uma excursão com as meninas para conhecer as dependências da Arena. Até porque quer levar ao conhecimento do Grêmio sua homenagem para, quem sabe, firmar um convênio com o Tricolor e elevar a marca do clube em solo americano.
– Eu passo para todo mundo a história do Grêmio. Elas sabem que eu joguei no Grêmio, sabem o que o Grêmio significa. Até estamos planejando uma viagem para o Brasil, para levá-las para visitar o clube. Ver como é. Tenho o projeto de fazer algo com a escolinha do Grêmio, para que as crianças possam ir a Porto Alegre, até para um intercâmbio – destaca.
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