Fábrica de pontas do Grêmio gera receita de R$ 326 milhões.


Fonte: Grêmio Avalanche

Fábrica de pontas do Grêmio gera receita de R$ 326 milhões.

A venda de atacantes de lado pelo Grêmio se tornou tradição. A chamada "fábrica de pontas" tem acumulado cases de sucesso, com atletas formados inteiramente no Rio Grande do Sul ou que vieram de fora e terminaram de ser lapidados na base tricolor. O retorno, ao menos no âmbito financeiro, tem sido garantido. Desde 2014, quando Pedro Rocha veio de empréstimo do Diadema para o sub-20, gerações diferentes de atletas renderam cifras milionárias aos cofres do Tricolor. A venda mais recente foi a de Alysson, oficializada nesta quinta-feira , para o Aston Villa, da Inglaterra. Everton Cebolinha, Pepê, Ferreira e Gustavo Nunes completam a lista.

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Imagem: Divulgação

Aos 19 anos, o atacante, formado integralmente na base do Grêmio, saiu por 10 milhões de euros (R$ 65,6 milhões na cotação atual) e pode render mais 2 milhões de euros (R$ 13,1 milhões) em bônus. Com os seis nomes, foram garantidos ao menos R$ 326,5 milhões com transferências de atacantes de características semelhantes: velocidade e drible têm sido sinônimos de dinheiro no bolso. Por outro lado, a saída de Alysson mostra que as vendas ocorrem cada vez mais cedo.

No Grêmio desde os 9 anos, Alysson foi vendido ao Aston Villa, da Inglaterra
Imagem: Divulgação/Aston Villa

Pedro Rocha fez 126 jogos pela equipe principal antes de se transferir para o Spartak Moscou em 2017. Alysson atuou em 39 jogos – a menor quantidade dentre os companheiros de "fábrica" – e terminou a temporada revezando a titularidade com o criticado Cristian Pavon. Nenhum título foi conquistado no período. Gustavo Nunes, antes, saiu com 40 jogos e o título do Gauchão de 2024.

Pedro Rocha no Grêmio
Imagem: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio

A maior venda do Grêmio na posição foi a de Everton Cebolinha ao Benfica, de Portugal, em agosto de 2020. A negociação fechou por 20 milhões de euros (R$ 127,6 milhões, pela cotação atual). O clube gaúcho, contudo, detinha 50% dos direitos econômicos e faturou R$ 63,8 milhões. O restante do atleta estava dividido entre seu antigo empresário (30%), um investidor (10%) e o Fortaleza (10%), clube no qual iniciou a formação – assim como Pedro Rocha, Everton foi trazido para o sub-20 do Grêmio antes de ser promovido ao time principal.

Everton Cebolinha no Grêmio
Imagem: Lucas Uebel/Grêmio

O atacante, atualmente no Flamengo, disputou 273 partidas pelo Tricolor e empilhou taças: Copa do Brasil (2016), Libertadores (2017), Recopa Sul-Americana (2018) e Gauchão (2017, 2018, 2019 e 2020).



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