Kalil deve se reunir com o STJD nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro
O CEO da Liga-Sul-Minas-Rio, Alexandre Kalil, volta nesta quinta-feira à CBF. Na pauta do novo encontro, o lado disciplinar da nova competição. Um dos objetivos é se reunir com o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) para acertar o seu funcionamento. A longo prazo, não é descartado pelos dirigentes a criação de uma corte disciplinar independente para analisar as infrações do campeonato.
Nesse primeiro momento, a sugestão esbarra numa questão legal, de acordo com o presidente da entidade, Gilvan de Pinho Tavares.
"É (uma possibilidade), mas vamos estudar inicialmente esse assunto com o presidente do STJD (Caio Cesar Rocha). É uma competição muito curta, prazo curto, então, nem sempre haverá tempo para julgamento se o tribunal mantiver o seu procedimento normal com suas comissões, 1ª instância e o Tribunal Pleno como 2ª instância', explica o mandatário do Cruzeiro ao ESPN.com.br.
"O prazo para um caso ser levado a comissão é normalmente de 15 dias depois da partida, o procurador faz a denúncia e, com a denúncia recebida, é distribuída e julgada após duas semanas. Se houver recurso, precisa de mais 15 ou 20 dias para passar pelo Pleno. É necessário que essa análise seja feita nos moldes da Conmebol, mais rápida, como foi no caso do Neymar na Copa América", completa.
Outro motivação de insatisfação da Liga Primeira, como foi batizada, é a conduta hoje do STJD, que costuma ser acusado de 'clubismo' em suas decisões.
Para evitar que o mesmo se repita na primeira edição do campeonato, em 2016, a ideia é que cada Estado participante - ao todo, serão cinco (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) - seja representado por um membro nas comissões.
"Essa seria a situação ideal. Hoje, não temos ainda autonomia para termos o nosso próprio tribunal, então, temos inicialmente que nos curvarmos à legislação brasileira que exige que os atletas sejam julgados em competições interestaduais pelo STJD", conclui Gilvan Tavares.
Com 12 clubes divididos em três grupos, a Liga Sul-Minas-Rio será disputada entre 28 de janeiro e 30 de março, em cinco datas.
A entidade é formada atualmente por América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Internacional, Joinville, Grêmio e Paraná
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"É (uma possibilidade), mas vamos estudar inicialmente esse assunto com o presidente do STJD (Caio Cesar Rocha). É uma competição muito curta, prazo curto, então, nem sempre haverá tempo para julgamento se o tribunal mantiver o seu procedimento normal com suas comissões, 1ª instância e o Tribunal Pleno como 2ª instância', explica o mandatário do Cruzeiro ao ESPN.com.br.
"O prazo para um caso ser levado a comissão é normalmente de 15 dias depois da partida, o procurador faz a denúncia e, com a denúncia recebida, é distribuída e julgada após duas semanas. Se houver recurso, precisa de mais 15 ou 20 dias para passar pelo Pleno. É necessário que essa análise seja feita nos moldes da Conmebol, mais rápida, como foi no caso do Neymar na Copa América", completa.
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"Essa seria a situação ideal. Hoje, não temos ainda autonomia para termos o nosso próprio tribunal, então, temos inicialmente que nos curvarmos à legislação brasileira que exige que os atletas sejam julgados em competições interestaduais pelo STJD", conclui Gilvan Tavares.
Com 12 clubes divididos em três grupos, a Liga Sul-Minas-Rio será disputada entre 28 de janeiro e 30 de março, em cinco datas.
A entidade é formada atualmente por América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Internacional, Joinville, Grêmio e Paraná
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