No próximo fim de semana, o apaixonado por futebol no Brasil viverá um vazio que normalmente só experimenta nos dias que encerram dezembro e inauguram janeiro. A falta de jogos, no entanto, é mais uma das pequenas lufadas de evolução que a organização do jogo de bola no país vem recebendo. Esses sopros têm vindo aos trancos e barrancos, e acontecem apesar, e não por causa, dos homens que estão na cúpula da CBF. Tanto que a pausa para as rodadas das Eliminatórias, replicando modelo consagrado há tempos no restante do mundo – se a seleção joga, os clubes param –, foi definida de forma atabalhoada. O rabisco aconteceu no meio da temporada, denunciando que o calendário nacional ainda é todo ensanduichado. O benefício que os clubes terão com a paralisação não é inteiriço, pois haverá rodada do Brasileirão quarta e quinta-feira, dias subsequentes à segunda rodada dos jogos da Conmebol. Haverá tempo hábil para a participação dos atletas convocados? E em que condição física irão jogar?
O “novo” calendário da CBF deve ser adjetivado assim mesmo, entre aspas. A desassociação de datas entre clubes e seleções não valerá integralmente. Basta observar que não haverá parada durante a Olimpíada do Rio de Janeiro, um crime lesa-esporte nacional incomensurável. O agrado pela metade da entidade aos clubes sugere que seja uma concessão política da cartolagem que passa por maus lençóis. Seja porque o presidente Del Nero vive situação delicada, a ponto de não extrapolar os limites territoriais brasileiros para evitar viver o dissabor de seu antecessor Marin, detido na Suíça em operação do FBI, seja pelo embrião subversor da liga de clubes, representado pela neófita e auspiciosa Rio-Sul-Minas.
A modernização do futebol nacional acontece a fórceps. Os campeonatos estaduais, cada vez menos cabíveis no contexto atual para os grandes clubes, vêm desidratando, mesmo que lentamente. Pouco tempo atrás seria inimaginável que no início do ano alguns times pudessem excursionar, como aconteceu em janeiro passado e voltará a ocorrer em 2016 com, por exemplo, Corinthians, Fluminense, Inter e Atlético, jogando torneio amistoso na Flórida. As federações, esteio eleitoral de quem comanda a CBF, têm perdido força gradualmente porque a realidade exige. Se hoje a principal competição nacional acontece por pontos corridos e a Copa do Brasil, enfim, passou a ser jogada o ano inteiro com a presença dos times que disputaram a Libertadores, é graças ao fagocitar dos interesses paroquiais. Apesar dos dirigentes da CBF, a modernização tem acontecido.
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O “novo” calendário da CBF deve ser adjetivado assim mesmo, entre aspas. A desassociação de datas entre clubes e seleções não valerá integralmente. Basta observar que não haverá parada durante a Olimpíada do Rio de Janeiro, um crime lesa-esporte nacional incomensurável. O agrado pela metade da entidade aos clubes sugere que seja uma concessão política da cartolagem que passa por maus lençóis. Seja porque o presidente Del Nero vive situação delicada, a ponto de não extrapolar os limites territoriais brasileiros para evitar viver o dissabor de seu antecessor Marin, detido na Suíça em operação do FBI, seja pelo embrião subversor da liga de clubes, representado pela neófita e auspiciosa Rio-Sul-Minas.
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