Torcida esteve em peso na Arena: mais de 45 mil pessoas (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
O clima considerado perfeito para uma decisão, quando se joga em casa, é com arquibancadas lotadas de torcedores pulsando e apoiando a equipe em campo. Curiosamente, porém, quando o ambiente estava mais propício para que o Grêmio amassasse o adversário e permanecesse vivo na competição, derrotas, quedas e eliminações vieram para mais de 40 mil pessoas. Uma antítese do que sempre é pedido nestes momentos.
No top 10 de jogos com público na casa dos 40 mil, são quatro partidas eliminatórias: contra Atlético-PR, pela Copa do Brasil de 2013, San Lorenzo, pela Libertadores de 2014, Inter, pelo Gauchão deste ano, e Fluminense, nesta quarta. Todos com resultados ruins para o Tricolor, ainda que contra os argentinos, por exemplo, houvesse vitória por 1 a 0. Além disso, há outras derrotas emblemáticas, como para o São Paulo, em 2014 e 2015, pelo Brasileirão.
A exceção ocorre quando o Grêmio tem pela frente o mais tradicional rival. Em dois Gre-Nais, o Tricolor conseguiu resultados expressivos e históricos. Embora não tenham sido em duelos que valessem o título estadual, por exemplo. Capitão na ausência de Maicon, Marcelo Oliveira não vê uma tensão maior quando o time encontra sua casa lotada.
- Nós ficamos felizes com o apoio do torcedor, só temos que agradecer, estão fazendo a parte deles. Nos motiva muito quando o estádio está lotado, queremos que todos saiam felizes. Mas não conseguimos as vitórias nesses jogos que o estádio estava cheio. A casa quando está cheia é resultado do que estamos mostrando, porque a torcida está acreditando e está confiante. Que a gente continue enchendo os estádios, mas dando vitórias para eles - disse o lateral.
Abaixo, relembre decepções tricolores com a Arena cheia:
QUEDA RECENTE
Antes da partida desta quarta-feira, era possível ver a excitação dos torcedores ao chegar na Arena, no lado de fora do estádio. Houve, inclusive, recepção especial ao ônibus tricolor, com fogos de artifício e sinalizadores nas ruas. Em campo, porém, o Grêmio não conseguiu desenvolver seu jogo e foi vazado com uma cabeçada de Fred. Conseguiu o empate, com Bobô, e pressionou até o final, obrigando Diego Cavalieri a boas defesas. Mas não foi o suficiente: o empate em 1 a 1 eliminou a equipe na Copa do Brasil.
ÁGUA FRIA NA FINAL
Em abril deste ano, o Grêmio recebeu o Inter para iniciar a decisão de sua “Copa do Mundo”. Com Felipão ao comando, o clima não poderia ser melhor na Arena: 46.909 estavam nas arquibancadas para apoiar o Tricolor. Em jogo tenso, os gremistas acabaram com um a menos, já que Pedro Geromel foi expulso, e seguraram o 0 a 0. A derrota viria na casa do rival, com 2 a 1 no placar e pentacampeonato para o lado vermelho do Rio Grande do Sul.
TANGO AMARGO
Uma vitória com gosto amargo diante de recorde de público - 47.244 presentes na Arena. O Grêmio acabou a fase de grupos com a segunda melhor campanha na Libertadores de 2014. Pegou pela frente o San Lorenzo, penúltimo na pontuação geral. No Nuevo Gasometro, o Tricolor perdeu por 1 a 0, um resultado considerado reversível em Porto Alegre. No tempo normal em Porto Alegre, o escore foi devolvido. Nos pênaltis, entretanto, Barcos e Maxi Rodríguez desperdiçaram as cobranças. Com isso, o time argentino avançaria para as quartas de final e ainda seria campeão da competição.
1ª FINAL FRUSTRADA
A decisão mais antiga dentro do top 10 de público do estádio tinha Renato Gaúcho no comando. O roteiro seria aquele a ser repetido nas decisões seguintes: um goleiro do Atlético-PR inspirado do outro lado - Weverton -, desperdício gremista e incentivo maciço das arquibancadas.
Kleber, Barcos, Zé Roberto, Ramiro… Todos tentaram, mas sem sucesso. E o Tricolor foi eliminado na semifinal da Copa do Brasil de 2013, muito perto de chegar na primeira decisão do seu novo estádio.
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O clima considerado perfeito para uma decisão, quando se joga em casa, é com arquibancadas lotadas de torcedores pulsando e apoiando a equipe em campo. Curiosamente, porém, quando o ambiente estava mais propício para que o Grêmio amassasse o adversário e permanecesse vivo na competição, derrotas, quedas e eliminações vieram para mais de 40 mil pessoas. Uma antítese do que sempre é pedido nestes momentos.
No top 10 de jogos com público na casa dos 40 mil, são quatro partidas eliminatórias: contra Atlético-PR, pela Copa do Brasil de 2013, San Lorenzo, pela Libertadores de 2014, Inter, pelo Gauchão deste ano, e Fluminense, nesta quarta. Todos com resultados ruins para o Tricolor, ainda que contra os argentinos, por exemplo, houvesse vitória por 1 a 0. Além disso, há outras derrotas emblemáticas, como para o São Paulo, em 2014 e 2015, pelo Brasileirão.
A exceção ocorre quando o Grêmio tem pela frente o mais tradicional rival. Em dois Gre-Nais, o Tricolor conseguiu resultados expressivos e históricos. Embora não tenham sido em duelos que valessem o título estadual, por exemplo. Capitão na ausência de Maicon, Marcelo Oliveira não vê uma tensão maior quando o time encontra sua casa lotada.
- Nós ficamos felizes com o apoio do torcedor, só temos que agradecer, estão fazendo a parte deles. Nos motiva muito quando o estádio está lotado, queremos que todos saiam felizes. Mas não conseguimos as vitórias nesses jogos que o estádio estava cheio. A casa quando está cheia é resultado do que estamos mostrando, porque a torcida está acreditando e está confiante. Que a gente continue enchendo os estádios, mas dando vitórias para eles - disse o lateral.
Abaixo, relembre decepções tricolores com a Arena cheia:
QUEDA RECENTE
Antes da partida desta quarta-feira, era possível ver a excitação dos torcedores ao chegar na Arena, no lado de fora do estádio. Houve, inclusive, recepção especial ao ônibus tricolor, com fogos de artifício e sinalizadores nas ruas. Em campo, porém, o Grêmio não conseguiu desenvolver seu jogo e foi vazado com uma cabeçada de Fred. Conseguiu o empate, com Bobô, e pressionou até o final, obrigando Diego Cavalieri a boas defesas. Mas não foi o suficiente: o empate em 1 a 1 eliminou a equipe na Copa do Brasil.
ÁGUA FRIA NA FINAL
Em abril deste ano, o Grêmio recebeu o Inter para iniciar a decisão de sua “Copa do Mundo”. Com Felipão ao comando, o clima não poderia ser melhor na Arena: 46.909 estavam nas arquibancadas para apoiar o Tricolor. Em jogo tenso, os gremistas acabaram com um a menos, já que Pedro Geromel foi expulso, e seguraram o 0 a 0. A derrota viria na casa do rival, com 2 a 1 no placar e pentacampeonato para o lado vermelho do Rio Grande do Sul.
TANGO AMARGO
Uma vitória com gosto amargo diante de recorde de público - 47.244 presentes na Arena. O Grêmio acabou a fase de grupos com a segunda melhor campanha na Libertadores de 2014. Pegou pela frente o San Lorenzo, penúltimo na pontuação geral. No Nuevo Gasometro, o Tricolor perdeu por 1 a 0, um resultado considerado reversível em Porto Alegre. No tempo normal em Porto Alegre, o escore foi devolvido. Nos pênaltis, entretanto, Barcos e Maxi Rodríguez desperdiçaram as cobranças. Com isso, o time argentino avançaria para as quartas de final e ainda seria campeão da competição.
1ª FINAL FRUSTRADA
A decisão mais antiga dentro do top 10 de público do estádio tinha Renato Gaúcho no comando. O roteiro seria aquele a ser repetido nas decisões seguintes: um goleiro do Atlético-PR inspirado do outro lado - Weverton -, desperdício gremista e incentivo maciço das arquibancadas.
Kleber, Barcos, Zé Roberto, Ramiro… Todos tentaram, mas sem sucesso. E o Tricolor foi eliminado na semifinal da Copa do Brasil de 2013, muito perto de chegar na primeira decisão do seu novo estádio.
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