Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
A Arena viveu sua noite mais dramática do ano nesta quarta-feira. Desacreditado, o Fluminense saiu em vantagem, sofreu o empate no segundo tempo, mas resistiu ao sufoco do Grêmio e garantiu vaga nas semfinais da Copa do Brasil. O resultado de 1 a 1 frustrou a torcida, que agora se apega ao Brasileirão como espeança de fechar a temporada com um título.
Ficou claro, desde os primeiros minutos, que a noite seria de sobressaltos e aflição para a torcida. Como Roger Machado havia antecipado, o Fluminense montou uma reforçada linha defensiva, em que Pierre e Cícero sempre contavam com o auxílio dos armadores para ocupar a intermediária. Quando atacava, o time carioca apostava na velocidade de Gerson e Marcos Júnior e na presença perigosa de Fred.
O Grêmio também não se ajudava. Certamente ansioso por não achar espaços, abusava dos passes longos, por Edinho e Galhardo, quase todos errados. Faltava a habitual infiltração de Pedro Rocha e Luan, pouco inspirados. Giuliano criava numa área muito recuada do campo e Douglas parecia desligado. Não havia a pressão que o time costuma impor em seus domínios. Por isso, uma sensação de incômodo percorria a Arena.
O Fluminense foi o primeiro a concluir. A 12 mnutos, em cruzamento de Marcos Júnior, Gerson concluiou de calcanhar e Grohe defendeu. A essa altura, Thyere já se ressentia de dores nas costas. Pouco depois, o zagueiro errou o salto e atingiu Grohe, que caiu no gramado.
Foram 20 minutos de improdutividade gremista. Uma situação só alterada no cruzamento rasteiro de Galhardo que Erazo, na frente de Cavalieri, bateu muito alto. Ainda havia precipitação nos passes, mas o volume já havia aumentado. Douglas cabeceou para fora cruzamento de Giuliano. Na sequência, Walace tentou de fora da área, mas não acertou.
Só que o Fluminense seguia perturbando a cada investida pelos lados do campo. E voltou a assustar em chute de Gerson, que Grohe defendeu no canto esquerdo. A chance desperdiçada por Luan, que chutou fraco, tendo apenas Cavalieri pela frente, seria punida pouco depois. A 39 minutos, Marcos Júnior ergueu para a área, Erazo não conseguiu antecipar e Thyere foi superado por Fred, que acertou o cabeceio e colocou o Fluminense em vantagem.
Não fosse a agilidade de Grohe, que conseguiu afastar no limite o chute de Marcos Júnior, o quadro seria ainda pior. Numa noite dos goleiros, foi a vez de Cavalieri salvar aos 45 minutos, no cabeceio de Erazo.
Atacar era a única alternativa de salvação para o Grêmio. E Roger arriscou no intervalo, ao trocar Walace por Bobô. A agressividade, contudo, era menor do que o esperado. Pelo contrário, o Fluminense, impertubável, trocava passes com eficiência e seguia perigoso nas arrancadas de Gerson. E ainda havia mais espaço para que o perigoso Léo avançasse pela esquerda.
Roger ousou de novo e trocou Douglas por Fernandinho. Com quatro atacantes, o Grêmio ganhou espaços dentro do campo do Fluminense. Mas ainda faltava a chance real para marcar, muito por conta do bom desempenho dos zagueiros Gum e Marlon.
Com Maxi Rodriguez, que entrou na vaga de Pedro Rocha, Roger tentou dar ao time o que lhe faltava, a ambição do chute. Foi o que o uruguaio fez a 25 minutos, forçando Cavalieri a ceder escanteio.
Se faltava maior qualidade, sobrava insistência ao Grêmio. E ela deu resultado. A 29 minutos, depois de passe de Edinho e rebatida da defesa, Bobô acertou de pé direito e venceu Cavalieri. A esperança renasceu para quase 46 mil torcedores. Aos 36, o chute de Galhardo, de fora da área, passou perto. Cavalieri voltou a ser decisivo pouco depois em cabeceio de Fernandinho.
A pressão seguiu forte, mas a organização já havia sumido. E a noite terminou triste.
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A Arena viveu sua noite mais dramática do ano nesta quarta-feira. Desacreditado, o Fluminense saiu em vantagem, sofreu o empate no segundo tempo, mas resistiu ao sufoco do Grêmio e garantiu vaga nas semfinais da Copa do Brasil. O resultado de 1 a 1 frustrou a torcida, que agora se apega ao Brasileirão como espeança de fechar a temporada com um título.
Ficou claro, desde os primeiros minutos, que a noite seria de sobressaltos e aflição para a torcida. Como Roger Machado havia antecipado, o Fluminense montou uma reforçada linha defensiva, em que Pierre e Cícero sempre contavam com o auxílio dos armadores para ocupar a intermediária. Quando atacava, o time carioca apostava na velocidade de Gerson e Marcos Júnior e na presença perigosa de Fred.
O Grêmio também não se ajudava. Certamente ansioso por não achar espaços, abusava dos passes longos, por Edinho e Galhardo, quase todos errados. Faltava a habitual infiltração de Pedro Rocha e Luan, pouco inspirados. Giuliano criava numa área muito recuada do campo e Douglas parecia desligado. Não havia a pressão que o time costuma impor em seus domínios. Por isso, uma sensação de incômodo percorria a Arena.
O Fluminense foi o primeiro a concluir. A 12 mnutos, em cruzamento de Marcos Júnior, Gerson concluiou de calcanhar e Grohe defendeu. A essa altura, Thyere já se ressentia de dores nas costas. Pouco depois, o zagueiro errou o salto e atingiu Grohe, que caiu no gramado.
Foram 20 minutos de improdutividade gremista. Uma situação só alterada no cruzamento rasteiro de Galhardo que Erazo, na frente de Cavalieri, bateu muito alto. Ainda havia precipitação nos passes, mas o volume já havia aumentado. Douglas cabeceou para fora cruzamento de Giuliano. Na sequência, Walace tentou de fora da área, mas não acertou.
Só que o Fluminense seguia perturbando a cada investida pelos lados do campo. E voltou a assustar em chute de Gerson, que Grohe defendeu no canto esquerdo. A chance desperdiçada por Luan, que chutou fraco, tendo apenas Cavalieri pela frente, seria punida pouco depois. A 39 minutos, Marcos Júnior ergueu para a área, Erazo não conseguiu antecipar e Thyere foi superado por Fred, que acertou o cabeceio e colocou o Fluminense em vantagem.
Não fosse a agilidade de Grohe, que conseguiu afastar no limite o chute de Marcos Júnior, o quadro seria ainda pior. Numa noite dos goleiros, foi a vez de Cavalieri salvar aos 45 minutos, no cabeceio de Erazo.
Atacar era a única alternativa de salvação para o Grêmio. E Roger arriscou no intervalo, ao trocar Walace por Bobô. A agressividade, contudo, era menor do que o esperado. Pelo contrário, o Fluminense, impertubável, trocava passes com eficiência e seguia perigoso nas arrancadas de Gerson. E ainda havia mais espaço para que o perigoso Léo avançasse pela esquerda.
Roger ousou de novo e trocou Douglas por Fernandinho. Com quatro atacantes, o Grêmio ganhou espaços dentro do campo do Fluminense. Mas ainda faltava a chance real para marcar, muito por conta do bom desempenho dos zagueiros Gum e Marlon.
Com Maxi Rodriguez, que entrou na vaga de Pedro Rocha, Roger tentou dar ao time o que lhe faltava, a ambição do chute. Foi o que o uruguaio fez a 25 minutos, forçando Cavalieri a ceder escanteio.
Se faltava maior qualidade, sobrava insistência ao Grêmio. E ela deu resultado. A 29 minutos, depois de passe de Edinho e rebatida da defesa, Bobô acertou de pé direito e venceu Cavalieri. A esperança renasceu para quase 46 mil torcedores. Aos 36, o chute de Galhardo, de fora da área, passou perto. Cavalieri voltou a ser decisivo pouco depois em cabeceio de Fernandinho.
A pressão seguiu forte, mas a organização já havia sumido. E a noite terminou triste.
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