Foto: Reprodução
É bom discutir sobre futebol. Para quem realmente gosta do esporte, é um verdadeiro prazer assistir a um jogo e depois ter a oportunidade de explanar sobre os principais lances, os destaques individuais, o trabalho do coletivo e, até mesmo, os erros que aconteceram. O negócio começa a ficar chato quando o assunto após as partidas consiste naquela que sempre estará presente: a arbitragem.
Se teu time ganha, irrita ver o adversário atribuindo a derrota a lances polêmicos. Se teu time é prejudicado, sabe que ficar reclamando não vai resolver nada. Resumindo, quando a arbitragem tem o protagonismo de um jogo, é chato. Entretanto, mesmo sendo chato, esse fato é inevitável, sendo que em alguns casos é mais perceptível do que em outros. O que preocupa nos últimos tempos, é que atuações questionáveis da arbitragem viraram, praticamente, rotina.
No Brasileirão do ano passado, muito se discutiu sobre lances cruciais nos jogos daquele que, por fim, foi o campeão. O título do Corinthians tem seu mérito em função do melhor treinador em atuação no Brasil, mas chegou a ser cansativo a quantidade de vezes que impedimentos não marcados, toques de mão ignorados ou acréscimos duvidosos foram veiculados. Não é o fato de rever e discutir lances assim que tira um pouco da graça do futebol, são os responsáveis pelos relapsos que o fazem.
A inversão da lógica é total. Quanto mais a sociedade como um todo facilita rotinas diárias através do aperfeiçoamento e proveito da tecnologia, o futebol abdica disso com uma veemência complicada de se entender. Tanto na confederação de nível nacional quanto na internacional, o entrave em questões simples que resolveriam impasses básicos é desanimador. Seja no chip que permite saber se a bola saiu completamente do campo ou se realmente entrou no gol, ou seja na consulta a imagens de vídeo dos lances mais duvidosos, a evolução parece estar mais longe do que imaginamos.
Além do avanço tecnológico, outra questão complicada de se entender é a que diz respeito à preparação dos profissionais da arbitragem. Não se pode garantir que um árbitro experiente, até mesmo de atuação internacional, não vá sucumbir ao lamentável lance no qual não vai enxergar o evidente, perder o controle do jogo e utilizar seus cartões como uma Constituição que dita as regras que ele deseja impor.
O final de uma partida como a que foi Grêmio e Vitória nessa quarta-feira é um verdadeiro momento de reflexão. Nunca se pode duvidar das surpresas que o futebol pode te proporcionar. Uma invencibilidade de 34 anos de um time mandante em sua casa não é garantia de absolutamente nada. Mas o futebol deveria surpreender com aquela jogada diferenciada que pode quebrar um tabu, e não com o erro de arbitragem que, de certa forma, induz ao inusitado.
Quando levamos o primeiro gol não vimos nada mais do que nossa maior fraqueza da temporada se repetir. Mas no lance de simulação de Dagoberto, que ganhou o pênalti e cravou a expulsão do Bressan, foi o momento no qual perdemos a esperança de assistir a um jogo limpo. A velha desconfiança Tricolor sobre Sandro Meira Ricci ganhou mais um capítulo na 10º rodada do Brasileirão. Fica de positivo na amarga derrota o fato de termos visto um time com dez jogadores dispostos a jogar contra o organizado e rápido Vitória, safando-se como podia das barbaridades do juiz catarinense.
A indignação desta noite é de uma gremista, mas logo será do colorado, do flamenguista, do atleticano, do palmeirense, de tantos outros torcedores que podem existir. Assim como o Grêmio, ninguém vai escapar, nem de ser beneficiado, nem de ser prejudicado injustamente. O maior exemplo disso é a última eliminação que vimos da nossa Seleção, ironicamente ocasionada por um gol de mão, após um gol adversário ser ilegalmente negligenciado livrando-a de uma derrota dois jogos antes. Infelizmente, a questão é esperar. Esperar por aquele jogo que vai tirar pontos importantes do teu time e pôr abaixo o trabalho de uma semana inteira através do personagem que deveria mediar, e não decidir o resultado.
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Se teu time ganha, irrita ver o adversário atribuindo a derrota a lances polêmicos. Se teu time é prejudicado, sabe que ficar reclamando não vai resolver nada. Resumindo, quando a arbitragem tem o protagonismo de um jogo, é chato. Entretanto, mesmo sendo chato, esse fato é inevitável, sendo que em alguns casos é mais perceptível do que em outros. O que preocupa nos últimos tempos, é que atuações questionáveis da arbitragem viraram, praticamente, rotina.
No Brasileirão do ano passado, muito se discutiu sobre lances cruciais nos jogos daquele que, por fim, foi o campeão. O título do Corinthians tem seu mérito em função do melhor treinador em atuação no Brasil, mas chegou a ser cansativo a quantidade de vezes que impedimentos não marcados, toques de mão ignorados ou acréscimos duvidosos foram veiculados. Não é o fato de rever e discutir lances assim que tira um pouco da graça do futebol, são os responsáveis pelos relapsos que o fazem.
A inversão da lógica é total. Quanto mais a sociedade como um todo facilita rotinas diárias através do aperfeiçoamento e proveito da tecnologia, o futebol abdica disso com uma veemência complicada de se entender. Tanto na confederação de nível nacional quanto na internacional, o entrave em questões simples que resolveriam impasses básicos é desanimador. Seja no chip que permite saber se a bola saiu completamente do campo ou se realmente entrou no gol, ou seja na consulta a imagens de vídeo dos lances mais duvidosos, a evolução parece estar mais longe do que imaginamos.
Além do avanço tecnológico, outra questão complicada de se entender é a que diz respeito à preparação dos profissionais da arbitragem. Não se pode garantir que um árbitro experiente, até mesmo de atuação internacional, não vá sucumbir ao lamentável lance no qual não vai enxergar o evidente, perder o controle do jogo e utilizar seus cartões como uma Constituição que dita as regras que ele deseja impor.
O final de uma partida como a que foi Grêmio e Vitória nessa quarta-feira é um verdadeiro momento de reflexão. Nunca se pode duvidar das surpresas que o futebol pode te proporcionar. Uma invencibilidade de 34 anos de um time mandante em sua casa não é garantia de absolutamente nada. Mas o futebol deveria surpreender com aquela jogada diferenciada que pode quebrar um tabu, e não com o erro de arbitragem que, de certa forma, induz ao inusitado.
Quando levamos o primeiro gol não vimos nada mais do que nossa maior fraqueza da temporada se repetir. Mas no lance de simulação de Dagoberto, que ganhou o pênalti e cravou a expulsão do Bressan, foi o momento no qual perdemos a esperança de assistir a um jogo limpo. A velha desconfiança Tricolor sobre Sandro Meira Ricci ganhou mais um capítulo na 10º rodada do Brasileirão. Fica de positivo na amarga derrota o fato de termos visto um time com dez jogadores dispostos a jogar contra o organizado e rápido Vitória, safando-se como podia das barbaridades do juiz catarinense.
A indignação desta noite é de uma gremista, mas logo será do colorado, do flamenguista, do atleticano, do palmeirense, de tantos outros torcedores que podem existir. Assim como o Grêmio, ninguém vai escapar, nem de ser beneficiado, nem de ser prejudicado injustamente. O maior exemplo disso é a última eliminação que vimos da nossa Seleção, ironicamente ocasionada por um gol de mão, após um gol adversário ser ilegalmente negligenciado livrando-a de uma derrota dois jogos antes. Infelizmente, a questão é esperar. Esperar por aquele jogo que vai tirar pontos importantes do teu time e pôr abaixo o trabalho de uma semana inteira através do personagem que deveria mediar, e não decidir o resultado.
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Comentários
Comentários (3)
se é pro juiz decidir o brasileirão que seja o Sérgio Moura
DESBLOQUEAMOS OS CANAIS DE TV POR ASSINATURA
INFORMAÇÕES PELO WHATSAPP 11946268875
vergonhoso esses juízes fldputa
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