Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Ainda não foi nesta quarta-feira que o Grêmio definiu a compra da Arena. Em reunião extraordinária, que durou quatro horas nesta manhã, o Conselho de Administração não aprovou os termos da operação propostos pela Caixa Econômica Federal. Um impasse em relação à cláusula de reversão do negócio ainda impede o desfecho das tratativas.
O item foi incluído no contrato para proteger o Grêmio de possíveis problemas com a Recuperação Judicial (RJ) da OAS. Com a cláusula de reversão, o negócio seria anulado caso a venda da Arena fosse questionada pelos credores da empreiteira na Justiça.
No entanto, os termos colocados no papel não agradaram ao Grêmio. O temor dos dirigentes é de que o clube entregue o Olímpico desonerado à OAS e tenha de esperar o julgamento dos recursos da RJ da empreiteira para assumir a gestão da Arena.
— O negócio precisa ter garantias para todos os envolvidos — diz um dos vice-presidentes do Conselho de Administração de Romildo Bolzan.
As conversas devem ser retomadas com a Caixa na próxima semana. Apesar dos entraves, existe certo otimismo em um desfecho positivo das tratativas. A hipótese de rompimento das negociações, cogitada recentemente por Bolzan, fica em segundo plano neste momento.
Na terça-feira, dirigentes do Grêmio chegaram a trocar mensagens comemorando o acerto após uma reunião produtiva com a diretoria da Caixa. Mas, ao analisar a redação dos documentos nesta quarta, o clube não concordou com os termos propostos pelo banco.
O interesse da Caixa no negócio se dá pela exploração do terreno do Olímpico. A empresa Karagounis, que é administrada pelo Fundo de Investimentos Imobiliários da Caixa, será responsável por erguer o empreendimento imobiliário e comercial na área da Azenha.
Por isso, o banco ajudou o clube a obter o aporte de um fundo que comprará a dívida do financiamento do BNDES, do Banco do Brasil, do Santander e do Banrisul. O valor, avaliado em R$ 170 milhões à vista, será arrematado por R$ 113 milhões. E será pago pelo Grêmio à Caixa em um prazo de 19 anos.
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No entanto, os termos colocados no papel não agradaram ao Grêmio. O temor dos dirigentes é de que o clube entregue o Olímpico desonerado à OAS e tenha de esperar o julgamento dos recursos da RJ da empreiteira para assumir a gestão da Arena.
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As conversas devem ser retomadas com a Caixa na próxima semana. Apesar dos entraves, existe certo otimismo em um desfecho positivo das tratativas. A hipótese de rompimento das negociações, cogitada recentemente por Bolzan, fica em segundo plano neste momento.
Na terça-feira, dirigentes do Grêmio chegaram a trocar mensagens comemorando o acerto após uma reunião produtiva com a diretoria da Caixa. Mas, ao analisar a redação dos documentos nesta quarta, o clube não concordou com os termos propostos pelo banco.
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Por isso, o banco ajudou o clube a obter o aporte de um fundo que comprará a dívida do financiamento do BNDES, do Banco do Brasil, do Santander e do Banrisul. O valor, avaliado em R$ 170 milhões à vista, será arrematado por R$ 113 milhões. E será pago pelo Grêmio à Caixa em um prazo de 19 anos.
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