Pedro Geromel acredita que Felipe terá dificuldade na adaptação ao Porto (Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)
O zagueiro Pedro Geromel, do Grêmio, concedeu entrevista à publicação portuguesa O Jogo, e falou sobre a provável ida de Felipe, defensor do Corinthians, para o Porto. Segundo o atleta do Tricolor Gaúcho, é possível que a torcida não goste do camisa 28 do Timão no início.
“Ele é bastante discreto, e, por isso, os torcedores podem não gostar muito no início. Mas com o tempo vão perceber que a discrição é justamente uma grande qualidade”, opinou Pedro, que citou outro brasileiro que atua em Portugal: “Por exemplo, o Luisão demorou a adaptar-se no Benfica, não era valorizado. Hoje, se tornou capitão e todos gostam dele”.
Sobre o fato de Felipe não ser tão jovem (27 anos), como a maioria dos atletas que saem do Brasil para a Europa, o gremista não acredita que isso atrapalhe. “Zagueiros amadurecem mais tarde, aprendem mais com o tempo. Ele está no auge da forma física, é a hora ideal de chegar na Europa”, afirmou. Geromel crê também que o fato de ir para Portugal facilita a adaptação: “É a mesma língua, a cozinha é muito boa, tem tudo para dar certo”.
Apesar de acreditar no sucesso do zagueiro do Corinthians, o defensor do Tricolor pontuou algumas dificuldades que Felipe terá. “Vai ter que aprender alguns conceitos, o futebol português é mais tático, mais veloz que o brasileiro. Até por isso, vai precisar de um tempo para render o máximo”, explicou Pedro.
Em Portugal, Geromel defendeu o Chaves e o Vitória de Guimarães, entre 2003 e 2008. Depois, defendeu Colônia e Mallorca, antes de chegar ao Grêmio, em 2014. Por sua vez, Felipe nunca jogou fora do Brasil. Revelado no União Mogi, ele passou pelo Bragantino, onde se destacou.
O defensor foi contratado pelo Corinthians no início de 2012, e demorou algum tempo para ter espaço no elenco. Em 2014, quando Paulo André deixou o Parque São Jorge, teve oportunidades, mas acabou superado por Cléber e, posteriormente, Anderson Martins, que assumiram o posto de companheiros de Gil. Depois, no início de 2015, quando Martins saiu, se tornou titular. Em 2016, sem Gil, Felipe virou referência na defesa do Timão.
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“Ele é bastante discreto, e, por isso, os torcedores podem não gostar muito no início. Mas com o tempo vão perceber que a discrição é justamente uma grande qualidade”, opinou Pedro, que citou outro brasileiro que atua em Portugal: “Por exemplo, o Luisão demorou a adaptar-se no Benfica, não era valorizado. Hoje, se tornou capitão e todos gostam dele”.
Sobre o fato de Felipe não ser tão jovem (27 anos), como a maioria dos atletas que saem do Brasil para a Europa, o gremista não acredita que isso atrapalhe. “Zagueiros amadurecem mais tarde, aprendem mais com o tempo. Ele está no auge da forma física, é a hora ideal de chegar na Europa”, afirmou. Geromel crê também que o fato de ir para Portugal facilita a adaptação: “É a mesma língua, a cozinha é muito boa, tem tudo para dar certo”.
Apesar de acreditar no sucesso do zagueiro do Corinthians, o defensor do Tricolor pontuou algumas dificuldades que Felipe terá. “Vai ter que aprender alguns conceitos, o futebol português é mais tático, mais veloz que o brasileiro. Até por isso, vai precisar de um tempo para render o máximo”, explicou Pedro.
Em Portugal, Geromel defendeu o Chaves e o Vitória de Guimarães, entre 2003 e 2008. Depois, defendeu Colônia e Mallorca, antes de chegar ao Grêmio, em 2014. Por sua vez, Felipe nunca jogou fora do Brasil. Revelado no União Mogi, ele passou pelo Bragantino, onde se destacou.
O defensor foi contratado pelo Corinthians no início de 2012, e demorou algum tempo para ter espaço no elenco. Em 2014, quando Paulo André deixou o Parque São Jorge, teve oportunidades, mas acabou superado por Cléber e, posteriormente, Anderson Martins, que assumiram o posto de companheiros de Gil. Depois, no início de 2015, quando Martins saiu, se tornou titular. Em 2016, sem Gil, Felipe virou referência na defesa do Timão.
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