Foto: Gilvan de Souza / Flamengo/Divulgação
Representantes de Grêmio e Vanderlei Luxemburgo começam a se aproximar para acertar uma pendência financeira que vem desde 2013, época em que o treinador deixou o clube.
Demitido em 29 de junho daquele ano, Luxemburgo cobra valores relativos aos meses que restariam até o final de seu contrato, em dezembro de 2014.
Como seu salário era de R$ 710 mil mensais, ele ainda teria direito a R$ 5,9 milhões. Isso equivale a 50% que receberia nos 17 meses subsequentes.
Por determinação da justiça carioca, o Grêmio não deveria fazer qualquer depósito na conta do treinador enquanto ele não saldasse uma dívida com o ex-jogador e atual comentarista Edmundo.
Em 2013, as duas partes chegaram a romper publicamente após uma partida entre Grêmio e Fluminense, time dirigido na época por Luxemburgo.
Aos poucos, ocorreu uma reaproximação. Trata-se de uma forma de obter um acordo amigável, que evitaria que Luxemburgo ingressasse contra o clube na justiça. O prazo legal para entrar com a ação é de dois anos e se esgota em junho próximo.
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