Cristian Rodríguez não atuou ainda 90 minutos
(Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Da euforia à frustração, a contratação de Cristian Rodríguez virou assunto incômodo no Grêmio. Ninguém no clube esconde a tristeza com o fato de a principal cara nova para o primeiro semestre ter atuado menos de uma partida inteira desde 14 de março e ainda ter ficado fora do banco do Gre-Nal decisivo. A nova lesão muscular detectada na última sexta-feira faz a direção não contar mais com o jogador neste mês de junho, mesmo que haja recuperação clínica. Antes dado como certo, o empenho pela renovação também é avaliado.
A previsão de retorno para Cebolla é de ao menos 15 dias. Nesse meio tempo, conseguirá zerar a punição da federação italiana em jogos nacionais por expulsão pelo Parma. Assim, teria mais três jogos do Brasileirão para atuar, antes da esperada ida para a Copa América, com a seleção uruguaia. Quantidade de partidas considerada insuficiente pela direção para recuperar o tempo perdido com o reforço mais ruidoso da temporada.
Ou seja, tentar renovar o contrato que se encerra em julho seria uma nova aposta arriscada. Assim como fora para tirar Rodríguez do futebol italiano e formar um vínculo emergencial de quatro meses para o atleta ser a referência do time de Felipão na busca pelo título estadual. No fim, nem Cristian foi protagonista muito menos o Grêmio se tornou campeão.
- Não creio que será bem aproveitado (até a Copa América) - disse o presidente Romildo Bolzan Júnior ao GloboEsporte.com. - Acho que não terá uma perspectiva de jogar, não terá uma sequência. Aí, teríamos que apostar de novo. Também não sabemos se ele quer.

O assunto renovação, portanto, está inerte. Outro fator que ajuda para tal cenário é a indefinição sobre a situação clínica do jogador, que levou Romildo a fazer cobranças públicas ao departamento médico após o Gre-Nal. Em entrevista ao GloboEsporte.com na segunda, o diretor médico Márcio Bolzoni afirmou não ter resposta definitiva, mas acredita que Cebolla tenha vindo da Europa com mau condicionamento, talvez lhe faltando pré-temporada adequada. Na terça, o preparador físico Darlan Schneider rechaçou tal hipótese.
Cristian Rodríguez sofreu lesão na coxa direita após atuar por 60 minutos em sua estreia, em 14 de março, contra o Cruzeiro-RS. Era para voltar a treinar com bola em dez dias. O prazo não foi cumprido, o que despertou uma infindável série de idas e vindas do meia. No dia 6 de abril, voltaria a treinar, alimentando esperanças de que jogaria as quartas de final contra o Novo Hamburgo. Mas sequer ficou no banco.
Atuaria somente em 26 de abril, no primeiro Gre-Nal da final, entrando no segundo tempo. Felipão chegou a comemorar, após o 0 a 0, que teria, enfim, Cebolla com 100% de condições. Mas, durante a semana da decisão, o uruguaio sofreu uma distensão na panturrilha direita. Rodríguez é vinculado ao Atlético de Madrid, que não tem interesse em utilizá-lo no elenco atual. Resta saber se o Grêmio agora está disposto a dar o voto de confiança ao jogador.
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(Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Da euforia à frustração, a contratação de Cristian Rodríguez virou assunto incômodo no Grêmio. Ninguém no clube esconde a tristeza com o fato de a principal cara nova para o primeiro semestre ter atuado menos de uma partida inteira desde 14 de março e ainda ter ficado fora do banco do Gre-Nal decisivo. A nova lesão muscular detectada na última sexta-feira faz a direção não contar mais com o jogador neste mês de junho, mesmo que haja recuperação clínica. Antes dado como certo, o empenho pela renovação também é avaliado.
A previsão de retorno para Cebolla é de ao menos 15 dias. Nesse meio tempo, conseguirá zerar a punição da federação italiana em jogos nacionais por expulsão pelo Parma. Assim, teria mais três jogos do Brasileirão para atuar, antes da esperada ida para a Copa América, com a seleção uruguaia. Quantidade de partidas considerada insuficiente pela direção para recuperar o tempo perdido com o reforço mais ruidoso da temporada.
Ou seja, tentar renovar o contrato que se encerra em julho seria uma nova aposta arriscada. Assim como fora para tirar Rodríguez do futebol italiano e formar um vínculo emergencial de quatro meses para o atleta ser a referência do time de Felipão na busca pelo título estadual. No fim, nem Cristian foi protagonista muito menos o Grêmio se tornou campeão.
- Não creio que será bem aproveitado (até a Copa América) - disse o presidente Romildo Bolzan Júnior ao GloboEsporte.com. - Acho que não terá uma perspectiva de jogar, não terá uma sequência. Aí, teríamos que apostar de novo. Também não sabemos se ele quer.

O assunto renovação, portanto, está inerte. Outro fator que ajuda para tal cenário é a indefinição sobre a situação clínica do jogador, que levou Romildo a fazer cobranças públicas ao departamento médico após o Gre-Nal. Em entrevista ao GloboEsporte.com na segunda, o diretor médico Márcio Bolzoni afirmou não ter resposta definitiva, mas acredita que Cebolla tenha vindo da Europa com mau condicionamento, talvez lhe faltando pré-temporada adequada. Na terça, o preparador físico Darlan Schneider rechaçou tal hipótese.
Cristian Rodríguez sofreu lesão na coxa direita após atuar por 60 minutos em sua estreia, em 14 de março, contra o Cruzeiro-RS. Era para voltar a treinar com bola em dez dias. O prazo não foi cumprido, o que despertou uma infindável série de idas e vindas do meia. No dia 6 de abril, voltaria a treinar, alimentando esperanças de que jogaria as quartas de final contra o Novo Hamburgo. Mas sequer ficou no banco.
Atuaria somente em 26 de abril, no primeiro Gre-Nal da final, entrando no segundo tempo. Felipão chegou a comemorar, após o 0 a 0, que teria, enfim, Cebolla com 100% de condições. Mas, durante a semana da decisão, o uruguaio sofreu uma distensão na panturrilha direita. Rodríguez é vinculado ao Atlético de Madrid, que não tem interesse em utilizá-lo no elenco atual. Resta saber se o Grêmio agora está disposto a dar o voto de confiança ao jogador.
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