Há divergências sobre déficit da Arena do Grêmio | Foto: Drone Service Brasil / Divulgação / CP
Um déficit de R$ 22 milhões ou de R$ 31 milhões. Dependendo do ponto de vista, este será o resultado do balanço gremista apresentado ao Conselho Deliberativo na próxima terça-feira. Enquanto a direção entende que o prejuízo que terá que arcar com o déficit da Arena, de R$ 9 milhões, não deve ser incluído, o Conselho Fiscal e a auditoria terceirizada pensam diferente.
A Arena novamente apresentou um déficit gigantesco. Em 2013 foram R$ 42 milhões. No ano passado também ultrapassou os R$ 40 milhões. Com a remodelação do contrato, o clube divide com a OAS os prejuízos. Porém, não o total. Existem algumas despesas que não competem ao Grêmio, como o financiamento do BNDES. Além disso, há um limitador, que em 2014 é justamente de R$ 9 milhões.
O dinheiro não sai dos cofres gremista imediatamente. Será recuperado pela empreiteira no futuro, deduzindo do preço fixo entre 2021 e 2028 que ela teria que repassar na parceria. Este método poderá ser utilizado também nos próximos anos, sempre observado alguns limitadores.
A situação financeira atualmente, por outro lado, não é mais tão aterrorizante. As contas do primeiro trimestre de 2015, se não empatarem, devem fechar com pouquíssimo prejuízo. A projeção é até de superávit para o meio do ano. A folha líquida está em R$ 3,5 milhões. Bruta, chega a R$ 5 milhões. As vendas de Barcos e Marcelo Moreno injetaram, limpos, R$ 3,5 milhões.
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Um déficit de R$ 22 milhões ou de R$ 31 milhões. Dependendo do ponto de vista, este será o resultado do balanço gremista apresentado ao Conselho Deliberativo na próxima terça-feira. Enquanto a direção entende que o prejuízo que terá que arcar com o déficit da Arena, de R$ 9 milhões, não deve ser incluído, o Conselho Fiscal e a auditoria terceirizada pensam diferente.
A Arena novamente apresentou um déficit gigantesco. Em 2013 foram R$ 42 milhões. No ano passado também ultrapassou os R$ 40 milhões. Com a remodelação do contrato, o clube divide com a OAS os prejuízos. Porém, não o total. Existem algumas despesas que não competem ao Grêmio, como o financiamento do BNDES. Além disso, há um limitador, que em 2014 é justamente de R$ 9 milhões.
O dinheiro não sai dos cofres gremista imediatamente. Será recuperado pela empreiteira no futuro, deduzindo do preço fixo entre 2021 e 2028 que ela teria que repassar na parceria. Este método poderá ser utilizado também nos próximos anos, sempre observado alguns limitadores.
A situação financeira atualmente, por outro lado, não é mais tão aterrorizante. As contas do primeiro trimestre de 2015, se não empatarem, devem fechar com pouquíssimo prejuízo. A projeção é até de superávit para o meio do ano. A folha líquida está em R$ 3,5 milhões. Bruta, chega a R$ 5 milhões. As vendas de Barcos e Marcelo Moreno injetaram, limpos, R$ 3,5 milhões.
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