Em setembro de 2016, Renato Gaúcho encerrava um hiato de mais de dois anos sem trabalhar para assumir o Grêmio. Passados três anos, ele é o treinador mais longevo na elite do futebol brasileiro, enquanto 14 dos 20 clubes da Série A já trocaram de comando durante o Brasileirão, incluindo o líder Flamengo, um dos recordistas em trocas, com sete técnicos em três anos.
Renato substituiu Roger Machado no comando do Grêmio e iniciou uma série de conquistas, com a Copa do Brasil de 2016, a Libertadores de 2017, o bicampeonato estadual em 2018 e 2019, além de estar em sua terceira semifinal seguida na maior competição sul-americana, na qual enfrenta justamente o Flamengo, de Jorge Jesus, no próximo dia 23, no Maracanã por uma vaga na final, após o empate em 1 a 1 no primeiro jogo em Porto Alegre.
Se o Grêmio não muda de treinador, o Flamengo está entre os que mais tiveram técnicos diferentes nos últimos três anos. Líder do Campeonato Brasileiro com Jorge Jesus, o clube rubro-negro foi comandado desde 2017 pelos técnicos Zé Ricardo, Reinaldo Rueda, Paulo César Carpegiani, Maurício Barbieri, Dorival Júnior e Abel Braga.
A rotatividade do Rubro-negro é alcançada apenas por Ceará, Chapecoense e Goiás, que também tiveram sete treinadores diferentes desde 2017, marca que o Botafogo também alcançará ao efetivar um substituto para Eduardo Barroca, demitido na última semana.
Além do Grêmio, o clube que mantinha o mesmo treinador de forma ininterrupta por mais tempo era justamente o rival Internacional, que demitiu ontem o técnico Odair Hellmann depois de um ano e 10 meses no cargo. Os demais times que menos treinadores tiveram desde 2017 são Avaí, Corinthians e Cruzeiro, todos com três nomes durante o período, assim como o Inter.
Apenas seis técnicos iniciaram o Brasileirão e seguem no comando de seus clubes. Além de Renato, este é o caso de Jorge Sampaoli, no Santos, Fabio Carille, no Corinthians, Roger Machado, no Bahia, Tiago Nunes, no Athletico, e Rodrigo Santana, no Atlético-MG.
Há clubes que recorrem mais de uma vez ao mesmo treinador, casos de Rogério Ceni, que saiu do Fortaleza para o Cruzeiro e retornou ao clube cearense em algumas semanas, além de Ney Franco, que saiu do Goiás em 2018 e retornou este ano. Algo que o Corinthians já havia feito com Fábio Carille e o Bahia, com Guto Ferreira.
No geral, há mais clubes entre os que mais trocam. Rodrigo Santana é o sexto nome do Atlético-MG em três temporadas, assim como Roger Machado no Bahia, Rogério Ceni no Fortaleza, Mano Menezes no Palmeiras, Fernando Diniz no São Paulo e Vanderlei Luxemburgo no Vasco.
O Santos teve outros quatro treinadores efetivos antes de Jorge Sampaoli, mesma situação do CSA de Argel Fucks, do Athletico de Tiago Nunes, e do Fluminense, que decidiu efetivar Marcão após demitir Oswaldo de Oliveira.
Faltando ainda 14 rodadas até o fim do Campeonato Brasileiro, a disputa contra o rebaixamento e pelas vagas na Libertadores, o número de trocas de técnicos está longe de se estabilizar. Enquanto isso, Renato segue intacto no Grêmio, que pretende prorrogar o vínculo, previsto para se encerrar ao final da temporada.
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Renato substituiu Roger Machado no comando do Grêmio e iniciou uma série de conquistas, com a Copa do Brasil de 2016, a Libertadores de 2017, o bicampeonato estadual em 2018 e 2019, além de estar em sua terceira semifinal seguida na maior competição sul-americana, na qual enfrenta justamente o Flamengo, de Jorge Jesus, no próximo dia 23, no Maracanã por uma vaga na final, após o empate em 1 a 1 no primeiro jogo em Porto Alegre.
Se o Grêmio não muda de treinador, o Flamengo está entre os que mais tiveram técnicos diferentes nos últimos três anos. Líder do Campeonato Brasileiro com Jorge Jesus, o clube rubro-negro foi comandado desde 2017 pelos técnicos Zé Ricardo, Reinaldo Rueda, Paulo César Carpegiani, Maurício Barbieri, Dorival Júnior e Abel Braga.
A rotatividade do Rubro-negro é alcançada apenas por Ceará, Chapecoense e Goiás, que também tiveram sete treinadores diferentes desde 2017, marca que o Botafogo também alcançará ao efetivar um substituto para Eduardo Barroca, demitido na última semana.
Além do Grêmio, o clube que mantinha o mesmo treinador de forma ininterrupta por mais tempo era justamente o rival Internacional, que demitiu ontem o técnico Odair Hellmann depois de um ano e 10 meses no cargo. Os demais times que menos treinadores tiveram desde 2017 são Avaí, Corinthians e Cruzeiro, todos com três nomes durante o período, assim como o Inter.
Apenas seis técnicos iniciaram o Brasileirão e seguem no comando de seus clubes. Além de Renato, este é o caso de Jorge Sampaoli, no Santos, Fabio Carille, no Corinthians, Roger Machado, no Bahia, Tiago Nunes, no Athletico, e Rodrigo Santana, no Atlético-MG.
Há clubes que recorrem mais de uma vez ao mesmo treinador, casos de Rogério Ceni, que saiu do Fortaleza para o Cruzeiro e retornou ao clube cearense em algumas semanas, além de Ney Franco, que saiu do Goiás em 2018 e retornou este ano. Algo que o Corinthians já havia feito com Fábio Carille e o Bahia, com Guto Ferreira.
No geral, há mais clubes entre os que mais trocam. Rodrigo Santana é o sexto nome do Atlético-MG em três temporadas, assim como Roger Machado no Bahia, Rogério Ceni no Fortaleza, Mano Menezes no Palmeiras, Fernando Diniz no São Paulo e Vanderlei Luxemburgo no Vasco.
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Faltando ainda 14 rodadas até o fim do Campeonato Brasileiro, a disputa contra o rebaixamento e pelas vagas na Libertadores, o número de trocas de técnicos está longe de se estabilizar. Enquanto isso, Renato segue intacto no Grêmio, que pretende prorrogar o vínculo, previsto para se encerrar ao final da temporada.
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