Renato Gaúcho promoveu uma mudança importante no Grêmio recentemente. Não mexeu na hierarquia, mas a braçadeira de capitão passou do braço de Maicon para Pedro Geromel, como deve ocorrer na volta do defensor nesta quarta-feira, às 21h, contra o Ceará, no Estádio Centenário. O volante, um dos líderes do elenco ao lado do zagueiro, explicou a troca ocorrida e citou um revezamento.
A troca ocorreu na primeira partida da semifinal da Copa do Brasil, contra o Athletico. O técnico Renato Gaúcho explicou, ao ser perguntado sobre o tema, que Maicon havia pedido um "descanso" da braçadeira pela sua relação com os árbitros. Sem Geromel, machucado, Kannemann levou a faixa nos últimos jogos. Em entrevista na segunda-feira, o volante deu a sua versão sobre o tema.
– Não é dar tempo, é mais fazer um revezamento. O Geromel, como eu, tem uma liderança muito grande, no outro jogo foi o Kannemann. Vamos revezando. É importante os outros tomarem à frente. Não é o Maicon não quer. Vai ter jogos que posso entrar como capitão, mas é importante, até como foi falado na pergunta, a gente tomar à frente, os mais velhos. É bom compartilhar o momento, é um momento especial – explicou.
Desde a mudança, outros nomes já ostentaram também a braçadeira de capitão, como o lateral-direito Léo Moura e o zagueiro David Braz, além do argentino. O núcleo de principais líderes do vestiário gremista se fecha por aí. Também conta com Marcelo Oliveira, atualmente machucado.
– A gente está aqui há bastante tempo. Compartilhamos decisões, sempre reunimos seis, sete, oito jogadores. Claro que não decidimos nada sozinhos, compartilhamos e vemos com o grupo e a maioria decide. O segredo de nosso sucesso são esses momentos, o mais novo pode opinar, a gente pode pedir desculpa para o mais novo, mas é bom todo mundo desfrutar deste momento, é diferente ser capitão de um time da grandeza do Grêmio, é mais por isso – completou Maicon.
Nesta quarta-feira, contra o Ceará, Maicon e Geromel devem estar novamente ao mesmo tempo em campo. A tendência, assim, é que o zagueiro ostente a faixa de capitão no braço.
Grêmio,Maicon, braçadeira
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– Não é dar tempo, é mais fazer um revezamento. O Geromel, como eu, tem uma liderança muito grande, no outro jogo foi o Kannemann. Vamos revezando. É importante os outros tomarem à frente. Não é o Maicon não quer. Vai ter jogos que posso entrar como capitão, mas é importante, até como foi falado na pergunta, a gente tomar à frente, os mais velhos. É bom compartilhar o momento, é um momento especial – explicou.
Desde a mudança, outros nomes já ostentaram também a braçadeira de capitão, como o lateral-direito Léo Moura e o zagueiro David Braz, além do argentino. O núcleo de principais líderes do vestiário gremista se fecha por aí. Também conta com Marcelo Oliveira, atualmente machucado.
– A gente está aqui há bastante tempo. Compartilhamos decisões, sempre reunimos seis, sete, oito jogadores. Claro que não decidimos nada sozinhos, compartilhamos e vemos com o grupo e a maioria decide. O segredo de nosso sucesso são esses momentos, o mais novo pode opinar, a gente pode pedir desculpa para o mais novo, mas é bom todo mundo desfrutar deste momento, é diferente ser capitão de um time da grandeza do Grêmio, é mais por isso – completou Maicon.
Nesta quarta-feira, contra o Ceará, Maicon e Geromel devem estar novamente ao mesmo tempo em campo. A tendência, assim, é que o zagueiro ostente a faixa de capitão no braço.
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