Não foi o que definiu a derrota. Longe disso. Mesmo assim, o Grêmio ficou na bronca com a arbitragem no 1 a 0 sofrido para o Palmeiras na noite de terça-feira, pelas quartas de final da Libertadores, por uma suposta tolerância com a cera dos jogadores adversários. O vice de futebol Duda Kroeff chegou a dizer que as interrupções recorrentes são "quase ridículas" no futebol atual.
O primeiro a reclamar nas entrevistas coletivas após a partida na Arena, foi o técnico Renato Gaúcho, no auditório do estádio. Segundo ele, o árbitro argentino Patricio Loustau poderia até dar mais tempo além dos cinco minutos de acréscimo na etapa final. Para Renato, trata-se de um "mal a ser combatido" no Brasil.
– Assisto a todos os jogos, Série A, Série B... É um problema a ser combatido. Todo mundo usa essas armas. Não tem problema uma equipe fazer cera, mas tem que dar acréscimos. Tivemos seis substituições hoje (terça), toda hora um jogador cai, o goleiro cai. Foram cinco minutos (de descontos). Está dando margem para todas as equipes fazerem isso. É um mal do futebol brasileiro – afirmou o comandante.
O zagueiro Kannemann manteve a postura do chefe, mas adotou tom mais ameno para falar dos momentos em que os rivais ficaram no chão para aguardar atendimento médico. Lembrou da promessa de uma nova postura da arbitragem em relação aos acréscimos. Mesmo assim, não colocou o fato na conta do resultado.
– Tentamos falar sempre (com a arbitragem), mas são quatro contra 60 mil. Os limites da cera são eles que colocam. Teve uma conversa no início do ano passado que se passaria a adicionar sete, oito minutos ao fim do jogo. Acho que hoje poderia ter sido uns minutinhos mais. Mas isso é papo secundário – comentou.
O discurso mais forte veio do vice de futebol Duda Kroeff. O dirigente citou situações vistas nos jogos que continuam a ser permitidas em pleno 2019. Assim como Kannemann, contudo, reforçou que a cera não interferiu no placar da Arena.
– Me preocupam as arbitragens. Mas não é o jogo de hoje, é de uma forma geral. Não tem mais por que o árbitro ser conivente com a cera, o antijogo quase em 2020. É quase ridículo. O jogador se atira no chão, finge que está machucado, entra a maca e ele se levanta. Tem que ser coibido. Não foi decisivo (para a derrota), mas isso tem que acabar – cobrou.
Com o resultado, o Grêmio precisa vencer o Palmeiras no jogo de volta para se classificar às semifinais da Libertadores. Se devolver o placar da Arena, a decisão vai para os pênaltis. Em caso de vitória por um gol de diferença a partir de 2 a 1, garante a classificação.
O segundo encontro das quartas de final ocorre na terça-feira da próxima semana, no Pacaembu. Antes, o Tricolor recebe o Athletico-PR pelo Brasileirão, no sábado, às 17h, na Arena.
Grêmio, Arbitragem, Libertadores, Renato Gaúcho, Tricolor
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O zagueiro Kannemann manteve a postura do chefe, mas adotou tom mais ameno para falar dos momentos em que os rivais ficaram no chão para aguardar atendimento médico. Lembrou da promessa de uma nova postura da arbitragem em relação aos acréscimos. Mesmo assim, não colocou o fato na conta do resultado.
– Tentamos falar sempre (com a arbitragem), mas são quatro contra 60 mil. Os limites da cera são eles que colocam. Teve uma conversa no início do ano passado que se passaria a adicionar sete, oito minutos ao fim do jogo. Acho que hoje poderia ter sido uns minutinhos mais. Mas isso é papo secundário – comentou.
O discurso mais forte veio do vice de futebol Duda Kroeff. O dirigente citou situações vistas nos jogos que continuam a ser permitidas em pleno 2019. Assim como Kannemann, contudo, reforçou que a cera não interferiu no placar da Arena.
– Me preocupam as arbitragens. Mas não é o jogo de hoje, é de uma forma geral. Não tem mais por que o árbitro ser conivente com a cera, o antijogo quase em 2020. É quase ridículo. O jogador se atira no chão, finge que está machucado, entra a maca e ele se levanta. Tem que ser coibido. Não foi decisivo (para a derrota), mas isso tem que acabar – cobrou.
Com o resultado, o Grêmio precisa vencer o Palmeiras no jogo de volta para se classificar às semifinais da Libertadores. Se devolver o placar da Arena, a decisão vai para os pênaltis. Em caso de vitória por um gol de diferença a partir de 2 a 1, garante a classificação.
O segundo encontro das quartas de final ocorre na terça-feira da próxima semana, no Pacaembu. Antes, o Tricolor recebe o Athletico-PR pelo Brasileirão, no sábado, às 17h, na Arena.
Grêmio, Arbitragem, Libertadores, Renato Gaúcho, Tricolor
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Comentários
Comentários (3)
Este nosso treinador e uma piada mesmo foi a cera que fez o Grêmio perder tu e burro mesmo Renato estátua escala mal faz as trocas errado e a
Não aconteceu nada grêmio fraco tira Alisson e André Luciano e Tardelli
Kaneman na lateral Braz na zaga e Taciano no lugar do Maikon pra dar mais velocidade
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