Jogo decisivo, retorno do Grêmio, pressão por resultados... Mas a galera queria ver apenas um cara, o campeão da América com a camisa tricolor e também com a camisa canarinho. Na noite desta quarta-feira em Porto Alegre, todos os olhares focavam em Everton, o Cebolinha que alçou novos voos com a Seleção Brasileira, mas voltou para ser decisivo mais uma vez e fazer vibrar a torcida gremista.
Antes da bola rolar, ainda fora da Arena, a preocupação de torcedores era com a permanência do craque da camisa 11. "Eu acredito que com essa direção competente que temos, conseguimos segurar mais um pouco. Ele sai no fim do ano e ainda dá muitas alegrias", projetou o gremista Adelar, otimista. Ao seu lado, o amigo Daniel já estava resignado. "Acho que não tem como ele ficar. Vamos curtir mais um grande dia do Cebolinha e ele ainda vai guardar gols para a gente festejar", comentou.
O ônibus gremista chegou ao estádio, Everton desembarcou totalmente focado e cruzou a zona mista longe da imprensa. Logo depois, recebeu homenagem tricolor, uma camisa 19 especial com números dourados por sua atuação com a Seleção e o título continental.
A bola rolou na Arena, Everton estava lá, na sua posição tradicional pela ponta esquerda. Foram três longos minutos em que a torcida segurou o verbo. Mas ele finalmente dominou a bola e o estádio já explodiu em festa, mesmo com o desarme do jogador do Bahia.
Com marcação dupla no lado de preferência, ele trocou com Alisson e veio incomodar na direita. Fez uma boa jogada e cavou escanteio em seguida, mas não conseguiu ser tão objetivo. Voltou para a esquerda e aí passou a ser a grande arma gremista. Deixou a marcação do Bahia tonta ao menos duas vezes, driblando até quatro marcadores, mas na hora do passe final, defensores e goleiro levaram a melhor.
Até os 44 minutos do primeiro tempo, porém. Everton disparou pela esquerda, recebeu nas costas da zaga e driblou o goleiro. Teria marcado o gol, mas foi puxado pelo pé. Pênalti marcado. O Cebolinha pegou a bola e não deixou para mais ninguém. Respirou, cobrou certeiro no canto esquerdo, Douglas foi no lado oposto e festa total na Arena.
O Bahia decidiu jogar aquele balde de água fria e fez o gol de empate na volta do intervalo. Não esfriou o Cebolinha, contudo, que respondeu com uma janelinha no marcador que quase virou gol. Sem desistir, ele ainda criaria boa chance aos 22 minutos. Recebeu na esquerda, escapou da falta e bateu de chapa, tirando tinta do poste esquerdo. Nas cadeiras, Rodrigo pediu: "Hoje é o dia dele, tem que guardar uns dois de presente para a gente". Everton tentou, pediu bola, trombou com a marcação. Não levou.
O empate frustrou os gremistas, mas Cebolinha não. O atacante deixou sua marca, correu mais que qualquer um em campo e confirmou. Quando sair, deixa uma camisa 11 gigante, difícil de substituir a curto prazo.
Grêmio, Everton, Destaque, Copa do Brasil
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O ônibus gremista chegou ao estádio, Everton desembarcou totalmente focado e cruzou a zona mista longe da imprensa. Logo depois, recebeu homenagem tricolor, uma camisa 19 especial com números dourados por sua atuação com a Seleção e o título continental.
A bola rolou na Arena, Everton estava lá, na sua posição tradicional pela ponta esquerda. Foram três longos minutos em que a torcida segurou o verbo. Mas ele finalmente dominou a bola e o estádio já explodiu em festa, mesmo com o desarme do jogador do Bahia.
Com marcação dupla no lado de preferência, ele trocou com Alisson e veio incomodar na direita. Fez uma boa jogada e cavou escanteio em seguida, mas não conseguiu ser tão objetivo. Voltou para a esquerda e aí passou a ser a grande arma gremista. Deixou a marcação do Bahia tonta ao menos duas vezes, driblando até quatro marcadores, mas na hora do passe final, defensores e goleiro levaram a melhor.
Até os 44 minutos do primeiro tempo, porém. Everton disparou pela esquerda, recebeu nas costas da zaga e driblou o goleiro. Teria marcado o gol, mas foi puxado pelo pé. Pênalti marcado. O Cebolinha pegou a bola e não deixou para mais ninguém. Respirou, cobrou certeiro no canto esquerdo, Douglas foi no lado oposto e festa total na Arena.
O Bahia decidiu jogar aquele balde de água fria e fez o gol de empate na volta do intervalo. Não esfriou o Cebolinha, contudo, que respondeu com uma janelinha no marcador que quase virou gol. Sem desistir, ele ainda criaria boa chance aos 22 minutos. Recebeu na esquerda, escapou da falta e bateu de chapa, tirando tinta do poste esquerdo. Nas cadeiras, Rodrigo pediu: "Hoje é o dia dele, tem que guardar uns dois de presente para a gente". Everton tentou, pediu bola, trombou com a marcação. Não levou.
O empate frustrou os gremistas, mas Cebolinha não. O atacante deixou sua marca, correu mais que qualquer um em campo e confirmou. Quando sair, deixa uma camisa 11 gigante, difícil de substituir a curto prazo.
Grêmio, Everton, Destaque, Copa do Brasil
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Comentários
Comentários (6)
Bolzan faz uma ótima gestão na parte financeira, mas no futebol essa temporada e muito ruim, deixou Renato tomar conta de tudo, # fora Renato e andre
Na verdade o Renato não quer ficar mais no grêmio so que se ele pedir pra sair ele vai ter que pagar uma multa recisoria alta eo nosso presidente não e de colocar dinheiro fora então vai ficar uma queda de braços entre os dois ate ñ ter mais volta pro time então Renato seja homem uma vez na vida e pede pra sair enquanto tem tempo vai pro rio tomar um chopp ou vai pra puta que pariu mais sai do grêmio voce ja errou muito desde o ano passado quando teimou em colocar o bresan numa semifinal de libertadores com uma vantagem enorme em 10 minutos foi tudo por água abaixo por sua teimosia e arrogancia te acorda presidente
O Renato ta de palhaçada, nao tem como o André jogar no Grêmio, ele deve tem um prêmio por jogo, onde o Renato leva uma porcentagem.
Os 10 dias de treino nada adiantou, pois não temos ainda um time formado. Se alerta Bolzoni ...
Volta roger..vai com deus Renato!
Fustrante é o estatua ta brincando de ser tecnico
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Aplicativo Gremio Avalanche
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