Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Foi um final de temporada inteiramente melancólico. Fica até difícil, neste momento fazermos uma avaliação do que sobra de bom para 2015, diante do que se viu, especialmente nos últimos jogos, coincidentemente aquelas partidas decisivas.
Não há um gremista que depois do banho de bola no clássico Gre-Nal, com aquela impiedosa goleada sobre o eterno rival, que pudesse imaginar os resultados e as atuações nas partidas derradeiras.
É surpreendente o que ocorreu, com as atuações do Grêmio, pois, inesperadas, diante do que havia sido visto naquele massacre do Gre-Nal. Mas, é inegável, foi o retrato fiel da temporada, diante das oscilações, maus resultados e falta de vitórias e conquistas da equipe.
Para 2015, é preciso uma equipe combativa
No jogo de ontem, o torcedor proporcionou mais um show de participação e apoio, lamentando, com justiça, o resultado obtido, diante de um Flamengo desfalcado e com 10 homens na segunda etapa.
Para 2015, não basta ser dito que temos base, que um ou dois atletas resolverão o problema. É preciso que sejam cumpridos requisitos técnicos básicos em futebol, pressupostos que caracterizam a formação de uma boa equipe, mas que seja combativa, irresignada com a derrota e que represente com honradez a camisa tricolor.
Acredito que o presidente Romildo Bolzan possa ter suficiente sabedoria e competência acima da média para conduzir um elenco, que se presume, venha a ter capacidade de indignação própria de um clube como o Grêmio.
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