Patrícia Moreira (foto) e outros três gremistas aceitaram a proposta do MP (Foto: Eduardo Moura)
Após audiência realizada na manhã desta segunda-feira, no Foro Central de Porto Alegre, ficou decidido que Patrícia Moreira e os outros três torcedores do Grêmio envolvidos no "caso Aranha" precisarão se apresentar à polícia em dias de jogos oficiais do Grêmio até o dia 29 de agosto de 2015. A proposta, acatada pelos quatro, fez com que o processo por injúria racial contra o goleiro Aranha, do Santos, fosse suspenso parcialmente.
Além de Patrícia, Eder Braga, Fernando Ascal e Ricardo Rychter se apresentaram ao juiz Marco Aurélio Xavier. A proposta de suspensão condicional do processo foi solicitada pelo Ministério Público. Eles precisarão se apresentar à 2ª Delegacia de Pronto Atendimento da capital gaúcha antes das partidas do Grêmio até a data citada.
Eles serão monitorados pelo Poder Judiciário por dois anos – o prazo conta desde o dia 30 de outubro deste ano – e, caso cometam outro crime durante o período, o caso de injúria racial, cuja pena prevista vai de um a três anos de reclusão e multa, será reaberto. O mesmo acontecerá caso eles deixem de comparecer à delegacia em dias de jogos do Tricolor.
Durante a audiência, foi oferecida ao quarteto a possibilidade da utilização de uma tornozeleira eletrônica, o que eliminaria a necessidade da presença na 2ª Delegacia de Pronto Atendimento. Patrícia, Eder, Fernando e Ricardo declinaram de tal oferta. Ainda ficou decidido que os desdobramentos do caso ocorrerão em segredo de Justiça, com o objetivo de evitar uma exposição em excesso dos envolvidos.
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Além de Patrícia, Eder Braga, Fernando Ascal e Ricardo Rychter se apresentaram ao juiz Marco Aurélio Xavier. A proposta de suspensão condicional do processo foi solicitada pelo Ministério Público. Eles precisarão se apresentar à 2ª Delegacia de Pronto Atendimento da capital gaúcha antes das partidas do Grêmio até a data citada.
Eles serão monitorados pelo Poder Judiciário por dois anos – o prazo conta desde o dia 30 de outubro deste ano – e, caso cometam outro crime durante o período, o caso de injúria racial, cuja pena prevista vai de um a três anos de reclusão e multa, será reaberto. O mesmo acontecerá caso eles deixem de comparecer à delegacia em dias de jogos do Tricolor.
Durante a audiência, foi oferecida ao quarteto a possibilidade da utilização de uma tornozeleira eletrônica, o que eliminaria a necessidade da presença na 2ª Delegacia de Pronto Atendimento. Patrícia, Eder, Fernando e Ricardo declinaram de tal oferta. Ainda ficou decidido que os desdobramentos do caso ocorrerão em segredo de Justiça, com o objetivo de evitar uma exposição em excesso dos envolvidos.
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