Cachorro invade gramado da Arena Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)
O Cruzeiro estava há cinco jogos sem ganhar, mas, neste domingo, no Mineirão, mostrou por que é líder ao superar o Botafogo por 2 a 1. Além do golaço da rodada, marcado por Marquinhos, a Raposa foi protagonista de um lance inusitado e bonito de se ver. Em uma jogada na defesa do Bota, o juiz marcou infração para o time mineiro ao achar que a bola havia sido recuada da zaga carioca para o goleiro Jefferson, mas Marcelo Moreno tratou de admitir que desviou a trajetória da redonda, que não ia em direção ao arqueiro do Glorioso. Uma bela atitude do atacante, mas erro do juiz.
O Mineirão ainda foi marcado por uma terceira jogada que chamou atenção. Ao tentar roubar a bola de Éverton Ribeiro, Junior Cesar levantou demais o pé e acertou o rosto do meia cruzeirense, o sarrafo da rodada. Por falar no assunto, Mouche, do Palmeiras, quase fez pensar que ele havia sido vítima de uma falta duríssima, tamanha sua capacidade de interpretação. Mas tratava-se apenas de uma atuação digna de Oscar, que rendeu um cartão amarelo a Guilherme Santos, do Bahia.
Na Arena Corinthians, com o jogo do Timão contra o Coritiba ainda quente em função de confusões causadas pela arbitragem, um cachorro invadiu as quatro linhas para deixar a situação ainda mais confusa. Depois de um tempo perambulando pelo campo, o cãozinho retornou à torcida do time paulista para assistir ao empate de 2 a 2 contra o Coxa. Que mico.
Quem também vacilou foi Bruno Mineiro. Ao receber na área do Fluminense, com apenas um marcador, mas com outro companheiro livre esperando o toque, o atacante resolveu arriscar e perdeu um gol feito, desperdiçando a chance do Esmeraldino de abrir o placar. No fim, o Goiás perdeu por 2 a 0 para o Flu. Na vitória do Grêmio por 1 a 0 sobre o Vitória, parte do triunfo se deve ao goleiro Marcelo Grohe, que evitou o que seria o primeiro gol do jogo ao realizar uma linda defesa na cabeçada de Edno. Ainda na Arena do Grêmio, Cáceres deu um drible desconcertante em Fellipe Bastos, por debaixo das pernas.


Se Rodrigo Souto soubesse o quanto infeliz seria ao matar a bola no peito, ele certamente teria dado um chutão para isolá-la. Mas não o fez. Em vez disso, o jogador tentou amortecer a pelota. Marquinhos, do Cruzeiro, viu a bobeira do defensor, se antecipou, roubou a bola dando uma “chaleira” e, sem deixar cair, bateu de primeira para marcar o primeiro gol da Raposa, no Mineirão, na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo. Um golaço.

Em uma jogada na defesa do Bota, o juiz marcou falta para o time mineiro ao achar que a bola havia sido recuada da zaga carioca para o goleiro Jefferson, mas Marcelo Moreno tratou de admitir que desviou a trajetória da redonda, que não ia em direção ao arqueiro do Glorioso. Uma bela atitude do atacante, que usou do fair play para não prejudicar o rival. Algo que deveria ser comum, é raro no futebol brasileiro. Apesar do acerto do atacante, quem errou foi o juiz.

O jogo seguia limpo, sem entradas mais duras. No entanto, em uma disputa de bola entre Junior Cesar e Éverton Ribeiro, o lateral do Botafogo levantou demais o pé, acertando em cheio o rosto do meia cruzeirense. Ribeiro precisou ser atendido fora de campo, e voltou com o lado esquerdo da face claramente inchado após o choque com a chuteira do adversário.

E o Oscar da rodada vai para... Mouche, do Palmeiras! Após receber a falta de Guilherme Santos, o atacante rolou e se contorceu tanto de dor, que merecia o maior prêmio que um ator pode receber. A atuação do argentino foi tão convincente, que o árbitro deu cartão amarelo para o adversário.

Apesar de ser o mico da rodada, o representante desta categoria é um cachorro. Meio confuso, mas a situação foi igualmente confusa. Quando o jogo do Timão contra o Coritiba andava quente em função de trapalhadas causadas pela arbitragem, um cachorro invadiu as quatro linhas para deixar a situação ainda mais bagunçada. Depois de um tempo perambulando pelas quatro linhas, o cãozinho voltou para os braços da torcida do Corinthians.

Às vezes é preciso deixar a individualidade de lado em prol do grupo, da vitória. Mas Bruno Mineiro não o fez. Ao receber na área do Fluminense, com apenas um marcador, mas com outro companheiro livre esperando o toque, o atacante resolveu arriscar e perdeu um gol praticamente feito, desperdiçando a chance do Esmeraldino de abrir o placar.

Do que adianta marcar um gol lá na frente, se na defesa, o goleiro não consegue parar os ataques adversários. E essa foi a história do Grêmio. Ainda com o placar zerado, Edno acertou uma linda cabeçada. Marcelo Grohe conseguiu realizar um toque sutil, mas fundamental para que a bola não entrasse, batendo na trave.

Certos dribles são capazes de deixar não só o adversário, mas, também, o espectador de boca (ou pernas) abertas. Foi assim que Luis Cáceres, do Vitória, deixou Fellipe Bastos, ao aplicar uma linda caneta no meia do Grêmio.
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O Cruzeiro estava há cinco jogos sem ganhar, mas, neste domingo, no Mineirão, mostrou por que é líder ao superar o Botafogo por 2 a 1. Além do golaço da rodada, marcado por Marquinhos, a Raposa foi protagonista de um lance inusitado e bonito de se ver. Em uma jogada na defesa do Bota, o juiz marcou infração para o time mineiro ao achar que a bola havia sido recuada da zaga carioca para o goleiro Jefferson, mas Marcelo Moreno tratou de admitir que desviou a trajetória da redonda, que não ia em direção ao arqueiro do Glorioso. Uma bela atitude do atacante, mas erro do juiz.
O Mineirão ainda foi marcado por uma terceira jogada que chamou atenção. Ao tentar roubar a bola de Éverton Ribeiro, Junior Cesar levantou demais o pé e acertou o rosto do meia cruzeirense, o sarrafo da rodada. Por falar no assunto, Mouche, do Palmeiras, quase fez pensar que ele havia sido vítima de uma falta duríssima, tamanha sua capacidade de interpretação. Mas tratava-se apenas de uma atuação digna de Oscar, que rendeu um cartão amarelo a Guilherme Santos, do Bahia.
Na Arena Corinthians, com o jogo do Timão contra o Coritiba ainda quente em função de confusões causadas pela arbitragem, um cachorro invadiu as quatro linhas para deixar a situação ainda mais confusa. Depois de um tempo perambulando pelo campo, o cãozinho retornou à torcida do time paulista para assistir ao empate de 2 a 2 contra o Coxa. Que mico.
Quem também vacilou foi Bruno Mineiro. Ao receber na área do Fluminense, com apenas um marcador, mas com outro companheiro livre esperando o toque, o atacante resolveu arriscar e perdeu um gol feito, desperdiçando a chance do Esmeraldino de abrir o placar. No fim, o Goiás perdeu por 2 a 0 para o Flu. Na vitória do Grêmio por 1 a 0 sobre o Vitória, parte do triunfo se deve ao goleiro Marcelo Grohe, que evitou o que seria o primeiro gol do jogo ao realizar uma linda defesa na cabeçada de Edno. Ainda na Arena do Grêmio, Cáceres deu um drible desconcertante em Fellipe Bastos, por debaixo das pernas.


Se Rodrigo Souto soubesse o quanto infeliz seria ao matar a bola no peito, ele certamente teria dado um chutão para isolá-la. Mas não o fez. Em vez disso, o jogador tentou amortecer a pelota. Marquinhos, do Cruzeiro, viu a bobeira do defensor, se antecipou, roubou a bola dando uma “chaleira” e, sem deixar cair, bateu de primeira para marcar o primeiro gol da Raposa, no Mineirão, na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo. Um golaço.

Em uma jogada na defesa do Bota, o juiz marcou falta para o time mineiro ao achar que a bola havia sido recuada da zaga carioca para o goleiro Jefferson, mas Marcelo Moreno tratou de admitir que desviou a trajetória da redonda, que não ia em direção ao arqueiro do Glorioso. Uma bela atitude do atacante, que usou do fair play para não prejudicar o rival. Algo que deveria ser comum, é raro no futebol brasileiro. Apesar do acerto do atacante, quem errou foi o juiz.

O jogo seguia limpo, sem entradas mais duras. No entanto, em uma disputa de bola entre Junior Cesar e Éverton Ribeiro, o lateral do Botafogo levantou demais o pé, acertando em cheio o rosto do meia cruzeirense. Ribeiro precisou ser atendido fora de campo, e voltou com o lado esquerdo da face claramente inchado após o choque com a chuteira do adversário.

E o Oscar da rodada vai para... Mouche, do Palmeiras! Após receber a falta de Guilherme Santos, o atacante rolou e se contorceu tanto de dor, que merecia o maior prêmio que um ator pode receber. A atuação do argentino foi tão convincente, que o árbitro deu cartão amarelo para o adversário.

Apesar de ser o mico da rodada, o representante desta categoria é um cachorro. Meio confuso, mas a situação foi igualmente confusa. Quando o jogo do Timão contra o Coritiba andava quente em função de trapalhadas causadas pela arbitragem, um cachorro invadiu as quatro linhas para deixar a situação ainda mais bagunçada. Depois de um tempo perambulando pelas quatro linhas, o cãozinho voltou para os braços da torcida do Corinthians.

Às vezes é preciso deixar a individualidade de lado em prol do grupo, da vitória. Mas Bruno Mineiro não o fez. Ao receber na área do Fluminense, com apenas um marcador, mas com outro companheiro livre esperando o toque, o atacante resolveu arriscar e perdeu um gol praticamente feito, desperdiçando a chance do Esmeraldino de abrir o placar.

Do que adianta marcar um gol lá na frente, se na defesa, o goleiro não consegue parar os ataques adversários. E essa foi a história do Grêmio. Ainda com o placar zerado, Edno acertou uma linda cabeçada. Marcelo Grohe conseguiu realizar um toque sutil, mas fundamental para que a bola não entrasse, batendo na trave.

Certos dribles são capazes de deixar não só o adversário, mas, também, o espectador de boca (ou pernas) abertas. Foi assim que Luis Cáceres, do Vitória, deixou Fellipe Bastos, ao aplicar uma linda caneta no meia do Grêmio.
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