Grêmio terá de realizar campanha semelhante à de Renato Gaúcho, em 2010 (Foto: AE)
Os gremistas dividem os esforços nos treinamentos e nas partidas com as atenções para cálculos e projeções da tabela do Brasileirão. A sete rodadas do fim, o Grêmio tem traçado o percurso que deve cumprir para reduzir a distância de dois pontos e pular do sétimo ao quarto lugar ao término da competição. É preciso somar ao menos 15 dos 21 pontos possíveis: 71% de aproveitamento. Uma meta ousada, tanto que foi atingida uma única vez pelo Tricolor na era dos pontos corridos com 20 clubes, há quatro edições.
- Estamos sempre fazendo contas. Estamos bem cientes de que depende só da gente. Estamos tranquilos, a gente sabe da qualidade do grupo - pondera o zagueiro Pedro Geromel.
Em agosto de 2010, Renato Gaúcho, ídolo do título mundial de 1983, assumiu o comando técnico gremista pela primeira vez. Livrou o Grêmio do rebaixamento para levá-lo ao G-4 do Brasileirão, graças a uma grande arrancada nas últimas sete rodadas. Liderado por Jonas, artilheiro da competição com 23 gols, o Tricolor somou 16 pontos na reta final, com cinco vitórias, um empate e uma derrota, e um aproveitamento de 76%. Saltou da nona para a quarta colocação e assegurou a vaga na Libertadores do ano seguinte.
O Grêmio chegou perto da marca em outras três oportunidades (confira todas desde 2006 na tabela abaixo). Em 2008, sob o comando de Celso Roth, a equipe liderava o Brasileirão com os mesmos 59 pontos do vice-líder, São Paulo, na 32ª rodada. Manteve uma boa campanha. Alcançou 13 pontos nos últimos sete jogos - 61% - mas viu os paulistas ultrapassarem a marca, com 16 pontos, e se sagrarem campeões.
O retrospecto foi o mesmo em 2012, quando, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, o Tricolor somou 13 pontos e se manteve na terceira posição. Em outro vice-campeonato, o de 2013, a equipe fez 12 pontos e subiu da terceira para a segunda colocação, com 65 pontos.

Além dos cálculos para alcançar a meta, os gremistas também definem as estratégias. Um dos trunfos para a equipe é o retrospecto dentro da Arena. Em 15 jogos no estádio pelo Brasileirão, o Tricolor soma 73% dos pontos - são 10 vitórias, três empates e duas derrotas. O quarto melhor entre os mandantes - atrás de Inter, Cruzeiro e Atlético-MG. O Grêmio tem quatro partidas em casa até o fim da competição. Das quais, três - Vitória, Inter e Cruzeiro - nas próximas quatro rodadas.
- Temos uma série de jogos em casa. Ganhando os confrontos na Arena e pontuando fora, temos grandes chances de entrar no G-4 – analisa o zagueiro.

Outro fator que pode contribuir com as pretensões gremistas é o retrospecto contra rivais da ponta de baixo da tabela. Além do Vitória, adversário do próximo sábado, às 19h30, na Arena, o Grêmio enfrenta Criciúma e Bahia até o fim do Brasileirão. O aproveitamento sob o comando de Felipão é de 90% em oito jogos diante de equipes que circundam o Z-4.
Em contrapartida, o Grêmio tem em vista três confrontos contra equipes da ponta de cima - Inter, Cruzeiro e Corinthians. Em nove jogos até o momento, o Tricolor somou apenas 40% dos pontos disputados contra os seis primeiros colocados.
- Temos que sugar o máximo possível até o fim do Brasileirão. Se chegarmos com 65 ou 66 pontos, estaremos no G-4. Temos que começar já no sábado e tratar de ganhar porque vai ser importante. Quando se consegue uma sequência na tabela, é bom - avalia o volante Riveros.
A dois pontos da zona de classificação para a Libertadores de 2015, os gremistas ocupam a sétima colocação no Brasileirão, com 51 pontos. No sábado, enfrentam o Vitória às 19h30, na Arena, pela 32ª rodada do campeonato.
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Os gremistas dividem os esforços nos treinamentos e nas partidas com as atenções para cálculos e projeções da tabela do Brasileirão. A sete rodadas do fim, o Grêmio tem traçado o percurso que deve cumprir para reduzir a distância de dois pontos e pular do sétimo ao quarto lugar ao término da competição. É preciso somar ao menos 15 dos 21 pontos possíveis: 71% de aproveitamento. Uma meta ousada, tanto que foi atingida uma única vez pelo Tricolor na era dos pontos corridos com 20 clubes, há quatro edições.
- Estamos sempre fazendo contas. Estamos bem cientes de que depende só da gente. Estamos tranquilos, a gente sabe da qualidade do grupo - pondera o zagueiro Pedro Geromel.
Em agosto de 2010, Renato Gaúcho, ídolo do título mundial de 1983, assumiu o comando técnico gremista pela primeira vez. Livrou o Grêmio do rebaixamento para levá-lo ao G-4 do Brasileirão, graças a uma grande arrancada nas últimas sete rodadas. Liderado por Jonas, artilheiro da competição com 23 gols, o Tricolor somou 16 pontos na reta final, com cinco vitórias, um empate e uma derrota, e um aproveitamento de 76%. Saltou da nona para a quarta colocação e assegurou a vaga na Libertadores do ano seguinte.
O Grêmio chegou perto da marca em outras três oportunidades (confira todas desde 2006 na tabela abaixo). Em 2008, sob o comando de Celso Roth, a equipe liderava o Brasileirão com os mesmos 59 pontos do vice-líder, São Paulo, na 32ª rodada. Manteve uma boa campanha. Alcançou 13 pontos nos últimos sete jogos - 61% - mas viu os paulistas ultrapassarem a marca, com 16 pontos, e se sagrarem campeões.
O retrospecto foi o mesmo em 2012, quando, sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, o Tricolor somou 13 pontos e se manteve na terceira posição. Em outro vice-campeonato, o de 2013, a equipe fez 12 pontos e subiu da terceira para a segunda colocação, com 65 pontos.

Além dos cálculos para alcançar a meta, os gremistas também definem as estratégias. Um dos trunfos para a equipe é o retrospecto dentro da Arena. Em 15 jogos no estádio pelo Brasileirão, o Tricolor soma 73% dos pontos - são 10 vitórias, três empates e duas derrotas. O quarto melhor entre os mandantes - atrás de Inter, Cruzeiro e Atlético-MG. O Grêmio tem quatro partidas em casa até o fim da competição. Das quais, três - Vitória, Inter e Cruzeiro - nas próximas quatro rodadas.
- Temos uma série de jogos em casa. Ganhando os confrontos na Arena e pontuando fora, temos grandes chances de entrar no G-4 – analisa o zagueiro.

Outro fator que pode contribuir com as pretensões gremistas é o retrospecto contra rivais da ponta de baixo da tabela. Além do Vitória, adversário do próximo sábado, às 19h30, na Arena, o Grêmio enfrenta Criciúma e Bahia até o fim do Brasileirão. O aproveitamento sob o comando de Felipão é de 90% em oito jogos diante de equipes que circundam o Z-4.
Em contrapartida, o Grêmio tem em vista três confrontos contra equipes da ponta de cima - Inter, Cruzeiro e Corinthians. Em nove jogos até o momento, o Tricolor somou apenas 40% dos pontos disputados contra os seis primeiros colocados.
- Temos que sugar o máximo possível até o fim do Brasileirão. Se chegarmos com 65 ou 66 pontos, estaremos no G-4. Temos que começar já no sábado e tratar de ganhar porque vai ser importante. Quando se consegue uma sequência na tabela, é bom - avalia o volante Riveros.
A dois pontos da zona de classificação para a Libertadores de 2015, os gremistas ocupam a sétima colocação no Brasileirão, com 51 pontos. No sábado, enfrentam o Vitória às 19h30, na Arena, pela 32ª rodada do campeonato.
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