Barcos marca contra o Figueirense e chega a 28 gols no ano (Foto: Diego Guichard)
Ao converter pênalti sobre o Figueirense na quarta, Barcos ficou a apenas um gol do artilheiro do Brasileirão. No entanto, já conseguiu ultrapassar o Palmeirense Henrique em outra importante disputa. É o jogador do qual um clube da Série A mais depende para ir às redes. O argentino tem na sua conta 13 dos 25 gols tricolores no campeonato, ou 52%.
Quem vem depois na estatística é o próprio Henrique, dono de 47% dos gols do Palmeiras, que, mesmo em posição intermediária na tabela, tem, ao todo, mais gols do que o Grêmio, sexto lugar, com 30 tentos. A partir daí, o ranking se distancia de seus líderes. O terceiro colocado é Erik Lima, com 27% dos gols do Goiás.
Ficam atrás nessa lista centroavantes de grande quilate, como Fred, Marcelo Moreno, Guerrero e o selecionável Diego Tardelli, donos de 26%, 25%, 24% e 23% dos tentos de Fluminense, Cruzeiro, Corinthians e Atlético-MG. Moreno, aliás, tem o mesmo número de gols de Barcos e conserva a metade do protagonismo de bolas na rede no Cruzeiro, líder do campeonato.
Prova de que, sem Barcos, o Grêmio agoniza na frente. Exemplo maior se deu no último sábado, no insosso empate em 0 a 0 com o Goiás, no qual o argentino fora desfalque por suspensão. A importância do centroavante não se dá só no Brasileiro. Ele é responsável por 40% dos gols do Tricolor em toda a temporada.
- O Barcos é um cara respeitado por todos no Brasil, é uma liderança muito forte. Apesar de ser estrangeiro, conversa normalmente, é um dos pilares. A gente se espelha nele, é um exemplo para os jovens. Ele tem um peso maior de fazer gols, sim. Todo o time tem que fazer, mas é importante ter um jogador desse gabarito ao nosso lado - reforça o zagueiro Bressan.
Barcos chegou a 28 gols em 46 jogos oficiais neste ano, uma expressiva média de 0,6 tentos por partida. Alcançou, com ainda mais oito duelos na temporada, a meta de gols estipulada para 2013 - período conturbado em que só marcara 14 gols em 57 jogos, uma média de 0,24.
Ainda neste ano, Barcos conviveu com períodos de crise. O primeiro jejum foi de cinco partidas. O segundo, bem mais longo, de sete partidas, quase 700 minutos, só encerrado em 27 de julho, na derrota para o Coritiba que determinou a queda de Enderson Moreira. Felipão chegou e o cenário melhorou.

Também com a ajuda do treinador, o argentino já conseguiu bater outros recordes individuais. Foi artilheiro do Gauchão, feito inalcançável pelo Grêmio desde 1999, com Ronaldinho. Depois, superou o "desafio de Moreno", lançado pelo atacante, hoje no Cruzeiro, quando deixou o Tricolor convidando os ex-companheiros a bater os seus 22 gols de 2012. Ainda melhorou seu desempenho do último Brasileirão e tornou-se o maior estrangeiro artilheiro do clube.
Contra o Coritiba, no próximo sábado, o Pirata entrará em campo novamente com a esperança de mais gols. Com 50 pontos, o Tricolor está a apenas um do G-4. O Atlético-MG é o último integrante do grupo, com 51.
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Quem vem depois na estatística é o próprio Henrique, dono de 47% dos gols do Palmeiras, que, mesmo em posição intermediária na tabela, tem, ao todo, mais gols do que o Grêmio, sexto lugar, com 30 tentos. A partir daí, o ranking se distancia de seus líderes. O terceiro colocado é Erik Lima, com 27% dos gols do Goiás.
Ficam atrás nessa lista centroavantes de grande quilate, como Fred, Marcelo Moreno, Guerrero e o selecionável Diego Tardelli, donos de 26%, 25%, 24% e 23% dos tentos de Fluminense, Cruzeiro, Corinthians e Atlético-MG. Moreno, aliás, tem o mesmo número de gols de Barcos e conserva a metade do protagonismo de bolas na rede no Cruzeiro, líder do campeonato.
Prova de que, sem Barcos, o Grêmio agoniza na frente. Exemplo maior se deu no último sábado, no insosso empate em 0 a 0 com o Goiás, no qual o argentino fora desfalque por suspensão. A importância do centroavante não se dá só no Brasileiro. Ele é responsável por 40% dos gols do Tricolor em toda a temporada.
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Ainda neste ano, Barcos conviveu com períodos de crise. O primeiro jejum foi de cinco partidas. O segundo, bem mais longo, de sete partidas, quase 700 minutos, só encerrado em 27 de julho, na derrota para o Coritiba que determinou a queda de Enderson Moreira. Felipão chegou e o cenário melhorou.

Também com a ajuda do treinador, o argentino já conseguiu bater outros recordes individuais. Foi artilheiro do Gauchão, feito inalcançável pelo Grêmio desde 1999, com Ronaldinho. Depois, superou o "desafio de Moreno", lançado pelo atacante, hoje no Cruzeiro, quando deixou o Tricolor convidando os ex-companheiros a bater os seus 22 gols de 2012. Ainda melhorou seu desempenho do último Brasileirão e tornou-se o maior estrangeiro artilheiro do clube.
Contra o Coritiba, no próximo sábado, o Pirata entrará em campo novamente com a esperança de mais gols. Com 50 pontos, o Tricolor está a apenas um do G-4. O Atlético-MG é o último integrante do grupo, com 51.
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