Romildo Bolzan que dar voz às torcidas organizadas | Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP
Na primeira coletiva de imprensa após eleito presidente do Grêmio, Romildo Bolzan anunciou que vai criar um conselho político. "Pretendo ter não apenas a presença orgânica dos grupos políticos - sem exceção, todos aqueles que quiserem participar, poderão participar - mas também vou dar assento e voz às torcidas organizadas. De modo que aqueles que quiserem estar repesentados e tiverem condições de propor, sugerir, avaliar, de indicar, fiscalizar, de ter um processo de participação mais intensa na vida administrativa do Grêmio, poderão ter", explicou.
"Creio que com isso nós estamos dizendo: Chegou o momento da harmonização política do Grêmio. Chegou a hora de establecermos nossos consensos e chegarmos a alguns pontos comuns, cujo interesse maior está na instituição", destacou. Bolzan reiterou que o clube enfrentará situações "extremamente difíceis" e projetou que os desafios serão para os próximos 50 anos.
Sobre as discussões acaloradas entre Situação e Oposição antes das eleições, Bolzan foi claro: "Os embates fazem parte do jogo político". "Cada um se coloca e depois espera a avaliação dos eleitores e a avaliação doi feita. Setetenta e oito a vinte e um (em alusão ao resultado da votação - 71,4% a 28,6%) é mais do que expressivo", declarou.
Bolzan disse que aprendeu que "ninguém chega a algum posto se não tiver virtudes". Se referindo aos torcedores, Bolzan explicou que as pessoas só votam em quem transmite uma imagem de confiança. "Nós somos nossas conjunturas, nossas vidas, nossas circunstâncias. É claro que somos um conjunto de lideranças do Grêmio que estabelecem uma prática política e valores políticos dentro do clube", argumentou. O novo presidente disse que sabe porque venceu as eleições, mas "não sei se meus adversários sabem porque perderam desta maneira".
Bolzan já havia anunciado que o vice de futebol será o atual presidente Fábio Koff e o diretor de futebol, Duda Kroeff. A partir desta semana vai conversar com a comissão técnica e o departamento de futebol para começar a montar a equipe, já pensando na temporada de 2015.
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"Creio que com isso nós estamos dizendo: Chegou o momento da harmonização política do Grêmio. Chegou a hora de establecermos nossos consensos e chegarmos a alguns pontos comuns, cujo interesse maior está na instituição", destacou. Bolzan reiterou que o clube enfrentará situações "extremamente difíceis" e projetou que os desafios serão para os próximos 50 anos.
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