Scolari participou da campanha que culminou na queda, em 2012 (Foto: Ari Ferreira)
São 408 jogos, sete títulos e uma relação de muito mais altos do que baixos entre Palmeiras e Felipão. Neste sábado, no Pacaembu, será o reencontro entre o técnico e o time, desde sua frustrante saída em 2012, após o título da Copa do Brasil e diante da má campanha no Brasileiro que culminou com a queda alviverde para a Série B.
Luiz Felipe Scolari não enfrenta o Verdão há 13 anos (veja a lista ao lado). Desde sua primeira saída, em 2000, são sete jogos, com duas vitórias para cada lado, três empates, e duas eliminações para o Alviverde (Mercosul-2000 e Libertadores-2001).
Após a passagem pela Raposa, o gaúcho passou a rodar pelo exterior, ao trabalhar pelas seleções Brasileira e portuguesa, além de comandar o Chelsea (ING) e o Bunyodkor (UZB). Em 2010, voltou ao Alviverde, mas não conseguiu o mesmo sucesso obtido no fim da década de 1990.
Os problemas se acumularam, e a passagem era bem discreta até 2012, quando conquistou a Copa do Brasil. A esperança de voltar a disputar a Libertadores com o técnico que conquistara o torneio em 1999 acabou com a queda livre do Palmeiras no Brasileiro. Em setembro, ele foi demitido, mas a troca não surtiu efeito. O Verdão seguiu para a Série B, e em novembro o treinador voltou a assumir a Seleção Brasileira.
Scolari ganhou a Copa das Confederações, mas comandou o vexatório 7 a 1 para a Alemanha, na Copa-2014. Está de volta ao Grêmio, e desta vez briga com o time gaúcho por uma vaga no G4.
O jogo marca o início da parte mais complicada para o Verdão na tabela. Após conseguir 75% de aproveitamento nos últimos quatro jogos, contra times que brigam também contra a queda, nas próximas quatro rodadas virão dois clássicos e mais dois jogos contra times do G4. Foi esta sequência complicada que afundou o time no primeiro turno. Ainda assim, Felipão não quer aliviar.
– O Palmeiras sabe que eu tenho profunda admiração, é um clube que marca a minha vida, temos uma sintonia grande. Mas a minha vida agora é o Grêmio. Tenho que fazer o impossível para me manter no bolo. Temos que jogar para ganhar – avisou.
Há 14 anos, em seu primeiro jogo em São Paulo (SP) após sua saída, Scolari foi ovacionado. Agora, qual será a reação da torcida no Pacaembu?
Foi ele, também, o técnico do último grande título: a Copa do Brasil, em 2012 (Foto: Renato Cordeiro/LANCE!Press)
SCOLARI X VERDÃO
7/9/2000
Primeiro jogo de Felipão depois de sua saída. Vitória do gaúcho pela Copa Mercosul: 2 a 0, no Palestra Itália.
18/10/2000
Também no Palestra, Scolari voltou a bater seu ex-time: 1 a 0 então pela Copa João Havelange.
25/10/2000
Adversários ficaram no 0 a 0 em Ipatinga, em novo encontro pela 1 fase da Mercosul.
1/11/2000
Primeira vitória do Verdão sobre o ídolo desde sua saída: 3 a 2, pelas quartas da Mercosul.
8/11/2000
O triunfo alviverde por 2 a 1 no Mineirão garantiu a classificação do Palmeiras.
23/5/2001
Empate em 3 a 3 no Palestra, pelas quartas da Libertadores.
30/5/2001
Nova igualdade (2 a 2) e vaga do Palmeiras nos pênaltis na Liberta. Marcos brilhou.
VEJA TAMBÉM
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- Grêmio atropela o Inter, faz 3 a 0 na Arena e fica a um passo do título gaúcho
- Carlos Vinícius x Borré: duelo de artilheiros esquenta o Gre-Nal 450 na final do Gauchão
São 408 jogos, sete títulos e uma relação de muito mais altos do que baixos entre Palmeiras e Felipão. Neste sábado, no Pacaembu, será o reencontro entre o técnico e o time, desde sua frustrante saída em 2012, após o título da Copa do Brasil e diante da má campanha no Brasileiro que culminou com a queda alviverde para a Série B.
Luiz Felipe Scolari não enfrenta o Verdão há 13 anos (veja a lista ao lado). Desde sua primeira saída, em 2000, são sete jogos, com duas vitórias para cada lado, três empates, e duas eliminações para o Alviverde (Mercosul-2000 e Libertadores-2001).
Após a passagem pela Raposa, o gaúcho passou a rodar pelo exterior, ao trabalhar pelas seleções Brasileira e portuguesa, além de comandar o Chelsea (ING) e o Bunyodkor (UZB). Em 2010, voltou ao Alviverde, mas não conseguiu o mesmo sucesso obtido no fim da década de 1990.
Os problemas se acumularam, e a passagem era bem discreta até 2012, quando conquistou a Copa do Brasil. A esperança de voltar a disputar a Libertadores com o técnico que conquistara o torneio em 1999 acabou com a queda livre do Palmeiras no Brasileiro. Em setembro, ele foi demitido, mas a troca não surtiu efeito. O Verdão seguiu para a Série B, e em novembro o treinador voltou a assumir a Seleção Brasileira.
Scolari ganhou a Copa das Confederações, mas comandou o vexatório 7 a 1 para a Alemanha, na Copa-2014. Está de volta ao Grêmio, e desta vez briga com o time gaúcho por uma vaga no G4.
O jogo marca o início da parte mais complicada para o Verdão na tabela. Após conseguir 75% de aproveitamento nos últimos quatro jogos, contra times que brigam também contra a queda, nas próximas quatro rodadas virão dois clássicos e mais dois jogos contra times do G4. Foi esta sequência complicada que afundou o time no primeiro turno. Ainda assim, Felipão não quer aliviar.
– O Palmeiras sabe que eu tenho profunda admiração, é um clube que marca a minha vida, temos uma sintonia grande. Mas a minha vida agora é o Grêmio. Tenho que fazer o impossível para me manter no bolo. Temos que jogar para ganhar – avisou.
Há 14 anos, em seu primeiro jogo em São Paulo (SP) após sua saída, Scolari foi ovacionado. Agora, qual será a reação da torcida no Pacaembu?
Foi ele, também, o técnico do último grande título: a Copa do Brasil, em 2012 (Foto: Renato Cordeiro/LANCE!Press)SCOLARI X VERDÃO
7/9/2000
Primeiro jogo de Felipão depois de sua saída. Vitória do gaúcho pela Copa Mercosul: 2 a 0, no Palestra Itália.
18/10/2000
Também no Palestra, Scolari voltou a bater seu ex-time: 1 a 0 então pela Copa João Havelange.
25/10/2000
Adversários ficaram no 0 a 0 em Ipatinga, em novo encontro pela 1 fase da Mercosul.
1/11/2000
Primeira vitória do Verdão sobre o ídolo desde sua saída: 3 a 2, pelas quartas da Mercosul.
8/11/2000
O triunfo alviverde por 2 a 1 no Mineirão garantiu a classificação do Palmeiras.
23/5/2001
Empate em 3 a 3 no Palestra, pelas quartas da Libertadores.
30/5/2001
Nova igualdade (2 a 2) e vaga do Palmeiras nos pênaltis na Liberta. Marcos brilhou.
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