Foto: Lucas Uebel/Grêmio
O técnico Renato Portaluppi voltou a falar sobre a proposta que recebeu para treinar o Flamengo logo após a saída de Paulo César Carpegiani. Em entrevista ao canal Sportv nesta quinta-feira, o treinador do Grêmio afirmou que a oferta do clube carioca foi “excepcional” do ponto de vista financeiro, mas ressaltou que não a usou para conseguir um aumento. Ele reiterou que a decisão de ficar no Tricolor se deu pela confiança no sucesso da continuidade do seu trabalho.
“Tive uma proposta excepcional e não falei para o presidente eu quero aumento. Falei para o presidente ‘não quero me aproveitar da situação. Estou recebendo a proposta, mas não quero aumento. Foi isso que eu disse para ele”, garantiu.
Renato voltou a afirmar que tem o desejo de treinar o Flamengo algum dia, mas destacou que o momento era de apostar na permanência no Grêmio. “Quem não quer treinar o Flamengo? Quem não quer jogar no Flamengo? O Flamengo é uma potência. Eu tenho o sonho de treinar o Flamengo e sei que um dia vou treinar; Não fui por alguns motivos. (o motivo) foi o momento que o Grêmio vive e pela conversa que eu tive com a diretoria do Grêmio”, completou.
Renato Portaluppi ainda falou sobre outro sonho que tem: treinar a Seleção Brasileira. Ele disse que como jogador ficou faltando conquistar uma Copa do Mundo e que quer realizar esse objetivo agora como técnico. “O que me faltou na Seleção foi um título mundial, mas quem sabe Deus não esteja reservando algo melhor?”, questionou antes de falar da importância de seguir ganhando títulos no Grêmio para chegar à Seleção.
“O treinador para chegar à Seleção tem que ter capacidade e ser vencedor. Por que o jogador chega na Seleção? Pelo que faz no clube. Penso que qualquer treinador merece chegar na Seleção com resultados. Acho que, infelizmente, no Brasil as pessoas não enxergam dessa forma. Algumas vezes têm treinadores fazendo trabalhos maravilhosos e, de repente, alguém cai de paraquedas na Seleção”, avaliou.
Mesmo que tenha o sonho de treinar a Seleção Brasileira, Renato reforçou que colocará algumas condições. Ao falar sobre Muricy Ramalho, que recusou um convite da CBF, o técnico do Grêmio afirmou que também recusaria se não concordasse com algumas exigências da entidade. “A gente não sabe como foi a conversa com o Muricy, o que pediram para ele. No meu trabalho a decisão vai ser minha. Se não for assim, nem me chama. Se chegar e falar quem tem que convocar ou escalar, eu digo ‘pega o apito e treina’”, garantiu.
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“Tive uma proposta excepcional e não falei para o presidente eu quero aumento. Falei para o presidente ‘não quero me aproveitar da situação. Estou recebendo a proposta, mas não quero aumento. Foi isso que eu disse para ele”, garantiu.
Renato voltou a afirmar que tem o desejo de treinar o Flamengo algum dia, mas destacou que o momento era de apostar na permanência no Grêmio. “Quem não quer treinar o Flamengo? Quem não quer jogar no Flamengo? O Flamengo é uma potência. Eu tenho o sonho de treinar o Flamengo e sei que um dia vou treinar; Não fui por alguns motivos. (o motivo) foi o momento que o Grêmio vive e pela conversa que eu tive com a diretoria do Grêmio”, completou.
Renato Portaluppi ainda falou sobre outro sonho que tem: treinar a Seleção Brasileira. Ele disse que como jogador ficou faltando conquistar uma Copa do Mundo e que quer realizar esse objetivo agora como técnico. “O que me faltou na Seleção foi um título mundial, mas quem sabe Deus não esteja reservando algo melhor?”, questionou antes de falar da importância de seguir ganhando títulos no Grêmio para chegar à Seleção.
“O treinador para chegar à Seleção tem que ter capacidade e ser vencedor. Por que o jogador chega na Seleção? Pelo que faz no clube. Penso que qualquer treinador merece chegar na Seleção com resultados. Acho que, infelizmente, no Brasil as pessoas não enxergam dessa forma. Algumas vezes têm treinadores fazendo trabalhos maravilhosos e, de repente, alguém cai de paraquedas na Seleção”, avaliou.
Mesmo que tenha o sonho de treinar a Seleção Brasileira, Renato reforçou que colocará algumas condições. Ao falar sobre Muricy Ramalho, que recusou um convite da CBF, o técnico do Grêmio afirmou que também recusaria se não concordasse com algumas exigências da entidade. “A gente não sabe como foi a conversa com o Muricy, o que pediram para ele. No meu trabalho a decisão vai ser minha. Se não for assim, nem me chama. Se chegar e falar quem tem que convocar ou escalar, eu digo ‘pega o apito e treina’”, garantiu.
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