Rogério Godoy observa o trabalho de Marcelo Grohe, em treino do Grêmio (Foto: Eduardo Deconto/GloboEsporte.com)
A convocação de Marcelo Grohe à seleção brasileira para os amistosos contra a Argentina e o Japão, em outubro, abriu uma disputa interna no Grêmio. Uma competição sadia entre três jovens goleiros, Tiago, Léo e Follmann, que juntos, somam apenas quatro atuações em jogos oficiais no ano - todas pelo time reserva, em meio ao Gauchão. Um deles entrará em campo, diante do Sport, na quarta-feira, e do Palmeiras, no sábado, pressionado pelo retrospecto do camisa 1 titular no Brasileirão.
O fator psicológico pode ser tão decisivo quanto a parte técnica, numa rara oportunidade de se mostrar serviço.
O Tricolor tem a melhor defesa da competição, com apenas 15 gols sofridos, após 26 rodadas. Trunfo alcançado em grande parte graças às mãos milagrosas de Grohe. O goleiro esteve presente em 25 partidas. Não foi vazado em 15, das quais oito em sequência, quando permaneceu 803 minutos invicto - a quinta melhor marca da história do Campeonato Brasileiro, sem levar em conta acréscimos, desde 1971.
O preparador de goleiros do Grêmio, Rogério Godoy, o “Rogerião”, alerta para o fator mental. Que, na sua avaliação, pode referendar o desempenho de um goleiro.
A gente tem que preparar muito o psicológico do atleta. Ele sabe que é difícil entrar. É uma posição em que as trocas demoram a acontecer, mas ele tem que tá preparado. Tem que estar trabalhando. Tem que saber que a chance pode ser única.
É preciso muito trabalho para que, quando chegue a oportunidade, o atleta esteja apto para corresponder. A gente vem sempre trabalhando forte. Quem não está jogando fica trabalhando para quando tiver oportunidade poder suprir a ausência do nosso titular - afirma, ao GloboEsporte.com.
O substituto pouco importa para Rogerião, que vê os três atletas em condições iguais, com suas virtudes e defeitos, para entrar na vaga de Grohe.
- Na minha opinião, os três se equivalem. Cada um tem sua característica. Tem um adjetivo que é característico deles mesmo. O Tiago chama atenção pela frieza. O jogo pode estar pegando fogo e incendiando, que ele vai estar tranquilo. O Follmann é um goleiro técnico, que tem bom posicionamento em campo. Já o Léo é um menino que sai muito bem do gol e faz defesas difíceis. Qualquer que seja a escolha que o Felipão fizer, vai ser de bom tamanho - pondera o auxiliar.
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O Tricolor tem a melhor defesa da competição, com apenas 15 gols sofridos, após 26 rodadas. Trunfo alcançado em grande parte graças às mãos milagrosas de Grohe. O goleiro esteve presente em 25 partidas. Não foi vazado em 15, das quais oito em sequência, quando permaneceu 803 minutos invicto - a quinta melhor marca da história do Campeonato Brasileiro, sem levar em conta acréscimos, desde 1971.
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A gente tem que preparar muito o psicológico do atleta. Ele sabe que é difícil entrar. É uma posição em que as trocas demoram a acontecer, mas ele tem que tá preparado. Tem que estar trabalhando. Tem que saber que a chance pode ser única.
É preciso muito trabalho para que, quando chegue a oportunidade, o atleta esteja apto para corresponder. A gente vem sempre trabalhando forte. Quem não está jogando fica trabalhando para quando tiver oportunidade poder suprir a ausência do nosso titular - afirma, ao GloboEsporte.com.
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