Foto: Globoesporte.com
Contratado no final de setembro, o meia Cícero mal poderia esperar pelo turbilhão de emoções que viveria em tão pouco tempo de Grêmio. Neste domingo, diante do Brasil de Pelotas, o atleta conquistou o terceiro título em apenas cinco meses de clube, sendo ainda decisivo em todas as finais de disputou: Libertadores, Recopa e Gauchão, respectivamente.
Nome de confiança de Renato Portaluppi, Cícero teve adaptação relâmpago ao Tricolor gaúcho e conseguiu dar resposta positiva, mesmo com pouco tempo em campo. Foi assim neste domingo, quando ingressou na partida aos 34 do segundo tempo e, dois minutos depois, completou para as redes, após boa jogada coletiva.
– Sou muito grato por ter participações decisivas nas três decisões. É o legado que esse grupo está deixando – disse, na saída de campo.
Por conta dos prazos estipulados pela Fifa, Cícero teve de ficar fora do Mundial de Clubes. Iniciou esta temporada como titular, improvisado como centroavante. Agora, como suplente, se tornou um tipo de 12º jogador do time.
– Vim por um propósito, para ser campeão. Acabei sendo campeão. Não pude participar do Mundial. Tenho cinco meses de clube e consegui conquistar o terceiro título. E pude ter participações decisivas, até cobrando pênalti na Recopa. É muito importante um título para o clube e para a carreira – acrescentou.
Cícero tem contrato com o clube gaúcho até o final da temporada. Se antes chegou a ficar encostado no São Paulo, com destino incerto, hoje se tornou peça importante. E, sobretudo, decisiva.
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– Sou muito grato por ter participações decisivas nas três decisões. É o legado que esse grupo está deixando – disse, na saída de campo.
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Cícero tem contrato com o clube gaúcho até o final da temporada. Se antes chegou a ficar encostado no São Paulo, com destino incerto, hoje se tornou peça importante. E, sobretudo, decisiva.
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