Vilson Ribeiro de Andrade é o presidente da comissão de clubes (Foto: Paulo Sergio/LANCE!Press)
Uma das requisições do Bom Senso FC para a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, o limite de gastos do futebol em 70% das receitas dos clubes, foi rejeitado pelos dirigentes. Segundo Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba e da Comissão de Clubes da CBF, essa posição não será revista. Um acordo sobre o caso era esperado para a segunda-feira, mas não ocorreu.
– Não abrimos mão. Na nossa visão, é uma interferência direta na gestão. A limitação não pode ser desse jeito. Concordamos com a política de impedir que haja déficit operacional, que tem o mesmo efeito e evita que os clubes voltem a acumular dívidas. Tem clubes que precisam investir porque só têm o futebol – explicou.
Segundo o dirigente, os clubes também querem que o número de parcelas para pagar as dívidas com a União seja de 240, e não de 300, como está no projeto. Essa definição deve acontecer com o governo federal e não envolve o Bom Senso.
– A parte com sindicato, Bom Senso e clubes já foi feita, está definida. Agora o governo tem que opinar. E também vai haver a discussão na Câmara – completou Vilson.
Em relação às contrapartidas, não vai haver perda de pontos para clubes que não cumprirem o Fair Play Financeiro. Mas, após advertências, o clube pode ser rebaixado.
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Segundo o dirigente, os clubes também querem que o número de parcelas para pagar as dívidas com a União seja de 240, e não de 300, como está no projeto. Essa definição deve acontecer com o governo federal e não envolve o Bom Senso.
– A parte com sindicato, Bom Senso e clubes já foi feita, está definida. Agora o governo tem que opinar. E também vai haver a discussão na Câmara – completou Vilson.
Em relação às contrapartidas, não vai haver perda de pontos para clubes que não cumprirem o Fair Play Financeiro. Mas, após advertências, o clube pode ser rebaixado.
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