Marcelo Grohe passou oito jogos completos sem sofrer qualquer gol (Foto: Eduardo Deconto/GloboEsporte.com)
Marcelo Grohe não leva gol há 798min49s, considerados os acréscimos das últimas nove partidas do Grêmio no Brasileirão de acordo com os números registrados pelo Espião Estatístico.
O Grêmio sofreu 89 finalizações desde então, e nenhuma entrou. Nesse mesmo período, o São Paulo, adversário deste sábado, em Porto Alegre, permitiu 85 finalizações aos adversários e levou impressionantes 15 gols (três de pênalti): um do Santos, um do Figueirense, dois do Botafogo, três do Coritiba, três do Corinthians, dois do Flamengo e três do Fluminense.
Essa diferença abissal dá uma dimensão da excelência da marca alcançada por Marcelo Grohe, mérito que o goleirão tem de dividir com a defesa do Tricolor gaúcho.

Após o gol marcado pelo corintiano Paolo Guerrero, aos 16min44s do segundo tempo, na 17ª rodada, "apenas" 25 das 89 finalizações contra o gol gremista obrigaram Grohe a intervir, mas só oito delas exigiram defesas difíceis. A grosso modo, só uma a cada quatro tentativas adversárias acertou o gol do Grêmio (28% na verdade), mas apenas uma a cada 11 tentativas realmente deu trabalho ao goleiro.
Praticamente a metade das conclusões contra a meta gremista acabam indo para fora (47%). Houve uma bola no travessão. O resto, a defesa cortou (24%) contra Corinthians (final do segundo tempo), Bahia (casa), Flamengo (fora), Atlético-PR (c), Atlético-MG (f), Santos (c), Chapecoense (c), Fluminense (f) e Botafogo (f).
E a defesa são-paulina? Além dos 15 gols, outras 19 tiveram de ser defendidas. Ou seja, de 85 tentativas, 34 foram no gol ou duas a cada cinco tentativas (40% contra 28% que acertam o gol do Grêmio). Ainda houve outra que virou pênalti, em um carrinho de Álvaro Pereira. Das 85 finalizações sofridas pela defesa são-paulina, 25 viraram gol ou exigiram defesas difíceis (10). Se duas em 22 finalizações são perigosas contra o gol de Grohe, duas a cada sete dão (muita) dor de cabeça à defesa paulista.
Só que se o desempenho da defesa são-paulina já deixa os gaúchos sonhando com a conquista de mais três preciosos pontos em casa, o poder ofensivo do São Paulo é uma ameaça real para a invencibilidade de Grohe e até mesmo para os planos de comemoração dos gremistas.
Alexandre Pato São Paulo Flamengo (Foto: Marcos Ribolli)
Desde os 17 minutos do segundo tempo da 17ª rodada, o São Paulo conseguiu 82 finalizações e marcou 16 gols: um contra o Santos, um contra o Figueirense, DOIS contra o Sport, quatro no Botafogo, dois no poderoso líder Cruzeiro (a quem derrotou em casa), um no Coritiba, dois no Corinthians, dois no Flamengo e um no Fluminense. Além disso, exigiu mais 25 defesas, sendo 16 difíceis.
Na ponta do mouse, de cada duas finalizações do São Paulo, uma vai no gol. Duas em cinco dá dor de cabeça. E duas em nove viram gol.
O desafio a Marcelo Grohe está lançado. Em sua própria casa. A robusta defesa gremista será colocada à prova a partir das 16h20.
*A equipe do Espião Estatístico é formada por: Bruno Marques, Eduardo Sousa, Igor Gonçalves, Leandro Silva, Pedro Moraes, Pedro Venancio, Thiago Quintella e Valmir Storti.
Marcelo Grohe faz defesa durante partida contra o Botafogo (Foto: Getty Images)
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Marcelo Grohe não leva gol há 798min49s, considerados os acréscimos das últimas nove partidas do Grêmio no Brasileirão de acordo com os números registrados pelo Espião Estatístico.
O Grêmio sofreu 89 finalizações desde então, e nenhuma entrou. Nesse mesmo período, o São Paulo, adversário deste sábado, em Porto Alegre, permitiu 85 finalizações aos adversários e levou impressionantes 15 gols (três de pênalti): um do Santos, um do Figueirense, dois do Botafogo, três do Coritiba, três do Corinthians, dois do Flamengo e três do Fluminense.
Essa diferença abissal dá uma dimensão da excelência da marca alcançada por Marcelo Grohe, mérito que o goleirão tem de dividir com a defesa do Tricolor gaúcho.

Após o gol marcado pelo corintiano Paolo Guerrero, aos 16min44s do segundo tempo, na 17ª rodada, "apenas" 25 das 89 finalizações contra o gol gremista obrigaram Grohe a intervir, mas só oito delas exigiram defesas difíceis. A grosso modo, só uma a cada quatro tentativas adversárias acertou o gol do Grêmio (28% na verdade), mas apenas uma a cada 11 tentativas realmente deu trabalho ao goleiro.
Praticamente a metade das conclusões contra a meta gremista acabam indo para fora (47%). Houve uma bola no travessão. O resto, a defesa cortou (24%) contra Corinthians (final do segundo tempo), Bahia (casa), Flamengo (fora), Atlético-PR (c), Atlético-MG (f), Santos (c), Chapecoense (c), Fluminense (f) e Botafogo (f).
E a defesa são-paulina? Além dos 15 gols, outras 19 tiveram de ser defendidas. Ou seja, de 85 tentativas, 34 foram no gol ou duas a cada cinco tentativas (40% contra 28% que acertam o gol do Grêmio). Ainda houve outra que virou pênalti, em um carrinho de Álvaro Pereira. Das 85 finalizações sofridas pela defesa são-paulina, 25 viraram gol ou exigiram defesas difíceis (10). Se duas em 22 finalizações são perigosas contra o gol de Grohe, duas a cada sete dão (muita) dor de cabeça à defesa paulista.
Só que se o desempenho da defesa são-paulina já deixa os gaúchos sonhando com a conquista de mais três preciosos pontos em casa, o poder ofensivo do São Paulo é uma ameaça real para a invencibilidade de Grohe e até mesmo para os planos de comemoração dos gremistas.
Alexandre Pato São Paulo Flamengo (Foto: Marcos Ribolli)Desde os 17 minutos do segundo tempo da 17ª rodada, o São Paulo conseguiu 82 finalizações e marcou 16 gols: um contra o Santos, um contra o Figueirense, DOIS contra o Sport, quatro no Botafogo, dois no poderoso líder Cruzeiro (a quem derrotou em casa), um no Coritiba, dois no Corinthians, dois no Flamengo e um no Fluminense. Além disso, exigiu mais 25 defesas, sendo 16 difíceis.
Na ponta do mouse, de cada duas finalizações do São Paulo, uma vai no gol. Duas em cinco dá dor de cabeça. E duas em nove viram gol.
O desafio a Marcelo Grohe está lançado. Em sua própria casa. A robusta defesa gremista será colocada à prova a partir das 16h20.
*A equipe do Espião Estatístico é formada por: Bruno Marques, Eduardo Sousa, Igor Gonçalves, Leandro Silva, Pedro Moraes, Pedro Venancio, Thiago Quintella e Valmir Storti.
Marcelo Grohe faz defesa durante partida contra o Botafogo (Foto: Getty Images)
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