Bom Senso participou de encontro no Rio (Foto: Sérgio Francês)
Facetas da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (LRFE) estiveram em discussão no Rio de Janeiro na última quinta-feira.
No encontro, ficou definido como será a formação do órgão que vãi fiscalizar as contas dos clubes brasileiros para averiguar e definir possíveis sanções em caso de desrespeito ao Fair-Play Financeiro.
As partes envolvidas - entre elas Bom Senso FC, CBF, comissão de clubes e sindicatos de atletas e treinadores - acordaram a respeito da criação de dois conselhos: um representativo e outros executivo, ambos com sete integrantes. Além disso, a reunião também confirmou que o parcelamento da dívida dos clubes com a união ficará mesmo em 300 meses.
Do conselho representativo farão parte CBF, clubes, Associação Brasileira de Executivos de Futebol (Abex), Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF). Fenapaf, patrocinadores e Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf).
Cada integrante terá a incumbência de apontar um membro para o conselho executivo, quem realmente vai tomar as decisões. O requisito é que a pessoa apontada tenha credencial de uma das organizações seguintes: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Conselho Federal de Educação Física (Confef), Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) ou Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).
O fato curioso é a presença de patrocinadores no processo. Eles vão ter que articular entre si e a CBF como se farão representar no conselho. Se optarem por não tomarem partido, o espaço ficará vago.
As decisões do bloco na última quinta-feira serão encaminhadas ao Ministério do Esporte para que o governo faça a articulação necessária com os deputados. A expectativa é que a Lei de Responsabilidade seja votada na Câmara já na próxima quarta-feira.
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Do conselho representativo farão parte CBF, clubes, Associação Brasileira de Executivos de Futebol (Abex), Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol (FBTF). Fenapaf, patrocinadores e Associação Nacional de Árbitros de Futebol (Anaf).
Cada integrante terá a incumbência de apontar um membro para o conselho executivo, quem realmente vai tomar as decisões. O requisito é que a pessoa apontada tenha credencial de uma das organizações seguintes: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Conselho Federal de Educação Física (Confef), Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) ou Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).
O fato curioso é a presença de patrocinadores no processo. Eles vão ter que articular entre si e a CBF como se farão representar no conselho. Se optarem por não tomarem partido, o espaço ficará vago.
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