Foto: Ramon Bitencourt,Lancepress
O momento é favorável ao Grêmio para o confronto com o São Paulo. Enquanto Felipão enfileirava quatro pontos em seis no Maracanã, os paulistas derrapavam em uma sequência de quatro jogos sem vencer. Ainda assim, o confronto de sábado passa longe de estar definido. Há uma série de cuidados que o Grêmio precisa ter para vencer e chegar ao G-4 do Brasileirão. O blog Desenho Tático elenca quatro passos para que a equipe de Felipão supere o São Paulo na Arena.

O Grêmio mais ofensivo testado na Arena
Os dois últimos jogos do Grêmio mostraram um time diferente. Reorganizado em um 4-2-3-1, com Ramiro adiantado para a linha de meias, a equipe de Felipão teve retenção de bola e foi mais ofensiva diante de Fluminense e Botafogo. A aproximação entre os articuladores, que trocam de posição a todo momento, foi suficiente para criar oportunidades. Nos últimos jogos em casa, o Grêmio teve dificuldades para construir jogadas de perigo. O novo modelo pode dar mais confiança para que o time se imponha como mandante.
Saída de bola com Zé Roberto
No 4-4-2 do São Paulo, Ganso ocupa o lado direito, mas desloca-se em direção ao meio constantemente. Quando o time perde a bola, muitas vezes é Alan Kardec quem cobre a saída do meia e acompanha o lateral adversário. Ainda assim, há mais dificuldade em fechar o flanco do que com o disciplinado Kaká, posicionado pela faixa esquerda. Assim, Zé Roberto pode ter liberdade para avançar e fazer a transição da defesa para o ataque. Suas tabelas com Dudu tendem a causar problemas para a frágil marcação do time paulista no setor.
Volantes fixos
Quando há três volantes de origem no meio-campo (ainda que Ramiro atue como meia), é normal que eles tenham mais liberdade para apoiar o ataque. O São Paulo, porém, deve exigir posicionamento mais fixo dos protetores da zaga. Como Ganso e Kaká saem dos flancos para se aproximar dos atacantes, pedem atenção total dos cabeças-de-área. Se Walace e Fellipe Bastos saírem demais, os meias são-paulinos podem se posicionar às suas costas e gozar de uma liberdade perigosa para o Grêmio.
Insistência na bola aérea
Mesmo que o Grêmio tenha aumentado suas alternativas ofensivas com as mudanças dos últimos jogos, não está descartada a possibilidade de a equipe definir a vitória através da bola parada. O São Paulo costuma apresentar problemas de posicionamento para afastar cruzamentos em faltas laterais e escanteios.
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O Grêmio mais ofensivo testado na Arena
Os dois últimos jogos do Grêmio mostraram um time diferente. Reorganizado em um 4-2-3-1, com Ramiro adiantado para a linha de meias, a equipe de Felipão teve retenção de bola e foi mais ofensiva diante de Fluminense e Botafogo. A aproximação entre os articuladores, que trocam de posição a todo momento, foi suficiente para criar oportunidades. Nos últimos jogos em casa, o Grêmio teve dificuldades para construir jogadas de perigo. O novo modelo pode dar mais confiança para que o time se imponha como mandante.
Saída de bola com Zé Roberto
No 4-4-2 do São Paulo, Ganso ocupa o lado direito, mas desloca-se em direção ao meio constantemente. Quando o time perde a bola, muitas vezes é Alan Kardec quem cobre a saída do meia e acompanha o lateral adversário. Ainda assim, há mais dificuldade em fechar o flanco do que com o disciplinado Kaká, posicionado pela faixa esquerda. Assim, Zé Roberto pode ter liberdade para avançar e fazer a transição da defesa para o ataque. Suas tabelas com Dudu tendem a causar problemas para a frágil marcação do time paulista no setor.
Volantes fixos
Quando há três volantes de origem no meio-campo (ainda que Ramiro atue como meia), é normal que eles tenham mais liberdade para apoiar o ataque. O São Paulo, porém, deve exigir posicionamento mais fixo dos protetores da zaga. Como Ganso e Kaká saem dos flancos para se aproximar dos atacantes, pedem atenção total dos cabeças-de-área. Se Walace e Fellipe Bastos saírem demais, os meias são-paulinos podem se posicionar às suas costas e gozar de uma liberdade perigosa para o Grêmio.
Insistência na bola aérea
Mesmo que o Grêmio tenha aumentado suas alternativas ofensivas com as mudanças dos últimos jogos, não está descartada a possibilidade de a equipe definir a vitória através da bola parada. O São Paulo costuma apresentar problemas de posicionamento para afastar cruzamentos em faltas laterais e escanteios.
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