Patrícia Moreira foi flagrada ao gritar 'macaco' para Aranha (Foto: Tatiana Lopes/GloboEsporte.com)
A Polícia Civil concluiu nesta segunda-feira o inquérito sobre os atos de injúria racial contra o goleiro Aranha, na partida entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil. A informação foi confirmada pelo delegado regional de Porto Alegre, Cleber Ferreira. O número de indiciados, no entanto, ainda não foi revelado.
- Amanhã (terça), às 10h, vou apresentar à imprensa a conclusão, junto a outros dois peritos. E, depois, o inquérito será remetido à Justiça", afirmou Ferreira ao G1.
O caso ocorreu no dia 28 de agosto, na Arena. Durante a partida, a torcedora Patrícia Moreira foi flagrada ao gritar "macaco" para o goleiro. Além dela, a polícia afirma ter identificado outros gremistas com a mesma conduta. Os policiais receberam vídeos de câmeras de segurança do estádio e colheram depoimentos de envolvidos.
Entenda o caso
O incidente ocorreu aos 42 minutos do segundo tempo, quando Aranha reclamou com o árbitro Wilton Pereira Sampaio, alegando ter sido vítima de xingamentos por parte da torcida. O juiz mandou a partida seguir, mesmo sendo alertado por jogadores do Santos dos incidentes que ocorriam fora de campo.
A jovem mostrada pelas imagens do canal ESPN foi afastada do trabalho no Centro Médico e Odontológico da Brigada Militar. Patrícia Moreira era funcionária de uma empresa terceirizada e prestava serviços de auxiliar de odontologia na clínica da polícia militar gaúcha. As imagens da torcedora ofendendo o goleiro santista começaram a circular pelas redes sociais logo após a partida. Aranha registrou boletim de ocorrência na 4ª Delegacia de Polícia no dia seguinte à partida. A torcedora, que deixou a casa onde morava, teve parte da residência incendiada por um jovem que confessou o crime.
O clube recorreu ao pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar reverter a exclusão da Copa do Brasil. No julgamento na sexta-feira, porém, o STJD decidiu manter parcialmente a decisão da 3ª comissão disciplinar que retirou o time da competição. Os auditores votaram contra a exclusão e decidiram punir os gaúchos com a perda de pontos, o que acarretou na eliminação da equipe, já que esta havia perdido a partida de ida para o Santos por 2 a 0, pelas oitavas.
VEJA TAMBÉM
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- Amanhã (terça), às 10h, vou apresentar à imprensa a conclusão, junto a outros dois peritos. E, depois, o inquérito será remetido à Justiça", afirmou Ferreira ao G1.
O caso ocorreu no dia 28 de agosto, na Arena. Durante a partida, a torcedora Patrícia Moreira foi flagrada ao gritar "macaco" para o goleiro. Além dela, a polícia afirma ter identificado outros gremistas com a mesma conduta. Os policiais receberam vídeos de câmeras de segurança do estádio e colheram depoimentos de envolvidos.
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O incidente ocorreu aos 42 minutos do segundo tempo, quando Aranha reclamou com o árbitro Wilton Pereira Sampaio, alegando ter sido vítima de xingamentos por parte da torcida. O juiz mandou a partida seguir, mesmo sendo alertado por jogadores do Santos dos incidentes que ocorriam fora de campo.
A jovem mostrada pelas imagens do canal ESPN foi afastada do trabalho no Centro Médico e Odontológico da Brigada Militar. Patrícia Moreira era funcionária de uma empresa terceirizada e prestava serviços de auxiliar de odontologia na clínica da polícia militar gaúcha. As imagens da torcedora ofendendo o goleiro santista começaram a circular pelas redes sociais logo após a partida. Aranha registrou boletim de ocorrência na 4ª Delegacia de Polícia no dia seguinte à partida. A torcedora, que deixou a casa onde morava, teve parte da residência incendiada por um jovem que confessou o crime.
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