Patrícia começou a trabalhar para a ONG Cufa (Central Única de Favelas), que luta contra o racismo
Depois de ganhar os holofotes da mídia por ter sido o principal rosto dos insultos racistas contra o goleiro Aranha, na partida entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, em setembro, a gaúcha Patrícia Moreira participará do Festival Nacional sem Preconceito, neste sábado, no Shopping UAI, na região central de Belo Horizonte. O volante Tinga, do Cruzeiro, que já foi vítima de xingamentos racistas, também já confirmou presença.
O evento denominado de “Conquistando o Inimigo” discutirá o preconceito e o racismo no futebol e na sociedade. A mediação será feita pelo presidente da Central Única das Favelas (CUFA-MG), Francislei Henrique, e também terá a participação de Dalmir Francisco, mestre em Ciência Política pela UFMG e especialista em estudos sobre racismo.
Depois de ser conhecida nacionalmente por xingar o goleiro Aranha de macaco, Patrícia começou a trabalhar para a ONG Cufa (Central Única de Favelas), que luta contra o racismo. Patrícia, por sua vez, também sofreu com a intolerância ao ter a casa apedrejada e incendiada.
Tinga na luta contra o racismo
Recuperando de lesão, Tinga, do Cruzeiro, está levantando a bandeira contra o preconceito no Brasil
Fora dos gramados em recuperação de uma lesão na tíbia e na fíbula, o volante Tinga está levantando a bandeira contra o preconceito no Brasil. Nessa terça-feira, o atleta do Cruzeiro foi a atração do primeiro seminário sobre racismo no futebol, realizado em Porto Alegre, na Federação Gaúcha de Futebol (FGF).
Tinga voltou a condenar os comportamentos racistas e homofóbicos em estádios de futebol. “Uma pessoa não pode ter duas vidas: quando ela vai ao cinema e não gosta do filme ou do ator ela não sai com insultos raciais ou homofóbicos. No teatro é o mesmo. Por que no futebol ela se acha no direito de agredir?” questionou.
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Depois de ganhar os holofotes da mídia por ter sido o principal rosto dos insultos racistas contra o goleiro Aranha, na partida entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, em setembro, a gaúcha Patrícia Moreira participará do Festival Nacional sem Preconceito, neste sábado, no Shopping UAI, na região central de Belo Horizonte. O volante Tinga, do Cruzeiro, que já foi vítima de xingamentos racistas, também já confirmou presença.
O evento denominado de “Conquistando o Inimigo” discutirá o preconceito e o racismo no futebol e na sociedade. A mediação será feita pelo presidente da Central Única das Favelas (CUFA-MG), Francislei Henrique, e também terá a participação de Dalmir Francisco, mestre em Ciência Política pela UFMG e especialista em estudos sobre racismo.
Depois de ser conhecida nacionalmente por xingar o goleiro Aranha de macaco, Patrícia começou a trabalhar para a ONG Cufa (Central Única de Favelas), que luta contra o racismo. Patrícia, por sua vez, também sofreu com a intolerância ao ter a casa apedrejada e incendiada.
Tinga na luta contra o racismo
Recuperando de lesão, Tinga, do Cruzeiro, está levantando a bandeira contra o preconceito no BrasilFora dos gramados em recuperação de uma lesão na tíbia e na fíbula, o volante Tinga está levantando a bandeira contra o preconceito no Brasil. Nessa terça-feira, o atleta do Cruzeiro foi a atração do primeiro seminário sobre racismo no futebol, realizado em Porto Alegre, na Federação Gaúcha de Futebol (FGF).
Tinga voltou a condenar os comportamentos racistas e homofóbicos em estádios de futebol. “Uma pessoa não pode ter duas vidas: quando ela vai ao cinema e não gosta do filme ou do ator ela não sai com insultos raciais ou homofóbicos. No teatro é o mesmo. Por que no futebol ela se acha no direito de agredir?” questionou.
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