Divulgação/Grêmio
O Grêmio é um time que enfrenta dois adversários nos últimos dias. O rival do campo, pelo Campeonato Brasileiro, e mais a ansiedade por estar na final da Libertadores e querer jogar logo a decisão diante do Lanús-ARG. Esse cenário recria um dilema vivido nas fases anteriores, com Botafogo e Barcelona-EQU, e que afetou o desempenho da equipe.
A cabeça longe, distante do jogo, foi apontada por Renato Gaúcho como uma das razões para o empate diante do Vitória, domingo, em Caxias do Sul. E não é fato novo no Grêmio.
O quadro: jogadores pensando na Libertadores, até de forma inconsciente, e não jogando a pleno no Brasileirão. O dilema do Grêmio passa a ser também sobre a escalação de força máxima por conta disso. Um time ideal com a cabeça distante e correndo risco de se lesionar. Ou uma equipe reserva em campo, mas tirando o ritmo de jogo dos melhores.
"Difícil não pensar na final, ainda mais com ela chegando perto. Eu não vou mentir, eu penso também nos jogos do dia 22 e 29. Mas temos que manter o foco nos jogos que temos", disse Léo Moura, um dos mais experientes do elenco do Grêmio, e reserva de Edilson.
O mesmo já havia ocorrido entre os duelos com o Botafogo, pelas quartas de final da Libertadores. E também no intervalo até a semifinal, diante do Barcelona de Guayaquil.
Antes do primeiro jogo com o Botafogo, o Grêmio perdeu para o Vasco em São Januário. E a atuação foi duramente criticada por Renato justamente por ter isso: cabeça longe.
"É difícil, claro, o jogador pensa no jogo do dia 22 (data da primeira partida da final da Libertadores). Mas aí vem a pergunta: não põe para jogar e perde ritmo de jogo. Põe para jogar, tem ritmo, mas a cabeça está no dia 22. Aí tem que botar para jogar... Eu tenho alertado a eles. Mas não são todos. É um ou outro que está pensando lá na frente. Eu já fui jogador, é difícil não pensar em uma grande final, mas faço a minha parte. Eu falo com eles, peço", comentou o treinador.
Diante do São Paulo, na quarta-feira, o Grêmio deve usar titulares outra vez. O jogo na Arena é tratado como último teste antes de iniciar a disputa do título da América com o Lanús. No domingo, contra o Santos, uma equipe reserva vai jogar. A ansiedade está prestes a terminar, mas antes tem mais um jogo para exigir foco do time.
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A cabeça longe, distante do jogo, foi apontada por Renato Gaúcho como uma das razões para o empate diante do Vitória, domingo, em Caxias do Sul. E não é fato novo no Grêmio.
O quadro: jogadores pensando na Libertadores, até de forma inconsciente, e não jogando a pleno no Brasileirão. O dilema do Grêmio passa a ser também sobre a escalação de força máxima por conta disso. Um time ideal com a cabeça distante e correndo risco de se lesionar. Ou uma equipe reserva em campo, mas tirando o ritmo de jogo dos melhores.
"Difícil não pensar na final, ainda mais com ela chegando perto. Eu não vou mentir, eu penso também nos jogos do dia 22 e 29. Mas temos que manter o foco nos jogos que temos", disse Léo Moura, um dos mais experientes do elenco do Grêmio, e reserva de Edilson.
O mesmo já havia ocorrido entre os duelos com o Botafogo, pelas quartas de final da Libertadores. E também no intervalo até a semifinal, diante do Barcelona de Guayaquil.
Antes do primeiro jogo com o Botafogo, o Grêmio perdeu para o Vasco em São Januário. E a atuação foi duramente criticada por Renato justamente por ter isso: cabeça longe.
"É difícil, claro, o jogador pensa no jogo do dia 22 (data da primeira partida da final da Libertadores). Mas aí vem a pergunta: não põe para jogar e perde ritmo de jogo. Põe para jogar, tem ritmo, mas a cabeça está no dia 22. Aí tem que botar para jogar... Eu tenho alertado a eles. Mas não são todos. É um ou outro que está pensando lá na frente. Eu já fui jogador, é difícil não pensar em uma grande final, mas faço a minha parte. Eu falo com eles, peço", comentou o treinador.
Diante do São Paulo, na quarta-feira, o Grêmio deve usar titulares outra vez. O jogo na Arena é tratado como último teste antes de iniciar a disputa do título da América com o Lanús. No domingo, contra o Santos, uma equipe reserva vai jogar. A ansiedade está prestes a terminar, mas antes tem mais um jogo para exigir foco do time.
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