Patrícia Moreira fará curso na Cufa (Foto: Eduardo Moura)
Um dos rostos do caso de injúrias raciais da torcida do Grêmio ao goleiro Aranha, a torcedora Patrícia Moreira irá integrar a parti desta segunda-feira a Central Única das Favelas (Cufa), movimento que tem como padrinho o cantor MV Bill. A gremista, que gritou a palavra "macaco" no dia 28 de agosto, no duelo entre Grêmio e Santos, pela Copa do Brasil, passará por um curso de educação racial e formação social.
No curso, Patrícia conhecerá bibliografias de autores como: Oliveira Silveira, Abdias do Nascimento, Elisa Lucinda, Nelson Mandela, Martin Luther King e Malcom X, além de publicações nacionais da Cufa, entre elas "Cabeça de Porco", de Celso Athayde e MV Bill. A Cufa justifica a integração de Patrícia à organização afirmando que os atos contra ela, como ameaças de morte e incêndio, acabaram recaindo nas costas da comunidade negra e da periferia do Rio Grande do Sul.
- A Cufa-RS acredita que Patrícia Moreira, também, é consequência de anos de descaso com a história e cultura negra.
O não cumprimento da Lei 10.639 faz com que muitos jovens, como Patrícia, não conheçam o valor da pele negra e sintam-se à vontade em proferir palavras racistas. A entidade entende, também, que é de extrema importância que Patrícia responda por seu erro perante a justiça. Porém, para nós, é mais importante que ela adquira consciência e promova o respeito - diz a nota oficial.
Desde o caso do dia 28, quando foi flagrada pelas câmeras da ESPN Brasil gritando a palavra "macaco" na Arquibancada Norte da Arena, a menina precisou deixar a casa em que vivia e foi ameaçada de morte por telefone e pela internet. A sua residência foi vítima de um foco incêndio na última semana.
Patrícia afirmou que queria se encontrar com o goleiro Aranha, mas o santista optou por perdoá-la, mas não quis vê-la para não criar uma promoção em cima do fato, como explicou nesta quinta, após voltar ao estádio gremista. O Grêmio foi excluído da Copa do Brasil por conta dos atos de sua torcida no julgamento no STJD - o recurso será julgado nesta semana no Pleno.
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No curso, Patrícia conhecerá bibliografias de autores como: Oliveira Silveira, Abdias do Nascimento, Elisa Lucinda, Nelson Mandela, Martin Luther King e Malcom X, além de publicações nacionais da Cufa, entre elas "Cabeça de Porco", de Celso Athayde e MV Bill. A Cufa justifica a integração de Patrícia à organização afirmando que os atos contra ela, como ameaças de morte e incêndio, acabaram recaindo nas costas da comunidade negra e da periferia do Rio Grande do Sul.
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Desde o caso do dia 28, quando foi flagrada pelas câmeras da ESPN Brasil gritando a palavra "macaco" na Arquibancada Norte da Arena, a menina precisou deixar a casa em que vivia e foi ameaçada de morte por telefone e pela internet. A sua residência foi vítima de um foco incêndio na última semana.
Patrícia afirmou que queria se encontrar com o goleiro Aranha, mas o santista optou por perdoá-la, mas não quis vê-la para não criar uma promoção em cima do fato, como explicou nesta quinta, após voltar ao estádio gremista. O Grêmio foi excluído da Copa do Brasil por conta dos atos de sua torcida no julgamento no STJD - o recurso será julgado nesta semana no Pleno.
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