Aranha volta ao estádio em que foi hostilizado (Foto: Reprodução/Lance!TV)
O goleiro Aranha irá reencontrar o Grêmio no mesmo palco de onde foi vítima de atos racistas por parte da torcida gaúcha, 21 dias atrás. Neste período, muito se falou sobre o assunto e, entre atitudes, declarações e punições polêmicas, a partida desta quinta certamente tem um ingrediente a mais. O LANCE!Net faz uma lista lembrando dos casos sobre o tema que esquenta o confronto entre o Tricolor e o Alvinegro.
GRÊMIO TEME POR CLIMA 'BÉLICO'
Rui Costa, diretor-executivo do time gaúcho, lembrou das declarações feitas pelo zagueiro Edu Dracena após as injúrias racistas contra Aranha na partida pela Copa do Brasil.
- Dracena disse que o Grêmio tinha uma torcida racista e que tinha que ser banido do futebol. E ele estará em campo - afirmou o diretor.
- Temos que ter cuidado da forma que os jogadores do Santos vão se colocar da maneira com o que foi dito, que está escrito. Pode trazer um tom belicoso para o jogo - completou o dirigente.
MEDIDAS DE SEGURANÇA: ESPIÕES E CÂMERAS
O reencontro entre Grêmio e Santos será marcado por ações especiais dos administradores do clube e do estádio. Visando evitar mais problemas, orientadores irão estar infiltrados, à paisana, na Arquibancada Norte (setor de onde saíram gritos racistas há três semanas) para uma abordagem caso sejanecessário. Além disso, o número de câmeras voltadas para o setor será 30% maior, inclusive com algumas que podem captar sons.
FELIPÃO IRONIZA E FALA EM 'PEÇA' DO GOLEIRO ARANHA
Durante a semana, enquanto se preparava para iniciar mais um treino da equipe gremista, o técnico Felipão se dirigiu ao assessor de imprensa do clube, João Carlos Fontoura, fazendo uma ironia ao duelo desta quinta contra o Alvinegro. Segundo o treinador, os jornalistas iam cair de novo na "esparrela" de Aranha. O termo tem entre seus significados “tentar lograr alguma coisa ou pregar peça em alguém”.
EX-GRÊMIO, ENDERSON MOREIRA PREPARA PSICOLÓGICO DO PEIXE
O técnico santista está preocupado com fatores extracampo que podem influenciar no rendimento do time na partida. A repercussão do caso de racismo contra o goleiro Aranha é tão grande, que o fato de Enderson se reecontrar com seu ex-clube ficou em segundo plano. O treinador está preocupado mesmo com o retorno da equipe à Porto Alegre e admitiu que conversou com os atletas santistas para prepará-los psicologicamente.
ARANHA NÃO CRÊ QUE EPISÓDIO SE REPETIRÁ
O goleiro do Santos falou sobre sua volta ao estádio em que passou um dos momentos difíceis da sua carreira. Apesar do trauma que o fez registrar um boletim de ocorrência, Aranha não acredita que os insultos irão se repetir e vai promete agir com naturalidade.
- Voltar a Porto Alegre, com toda sinceridade, é para jogar lá como sempre. O que vai acontecer fora de campo não interessa, tenho que ser profissional. Mas acredito que aquele episódio não vai se repetir, porque está havendo punição - comentou o goleiro.
PARA JOGADORES DO GRÊMIO O CASO 'É PASSADO'
Apesar de ter ironizado a reação de Aranha no último confronto entre as duas equipes, Felipão pediu aos seus atletas que não falassem sobre o acontecido e que considerassem as injúrias sofridas pelo companheiro de profissão como passado.
- Para nós essa situação que aconteceu é passado. É uma situação que está com o departamento jurídico, não nos compete mais. Já falamos tudo que tínhamos para falar. O nosso foco é o jogo - disse o goleiro Marcelo Grohe.
INVESTIGAÇÃO POLICIAL SEGUE
Com o inquérito ainda em andamento, o delegado Herbert Ferreira não pretende chamar o jogador Aranha para depor novamente. Ainda restam 10 dias de investigação antes dos indiciamentos. Atualmente, o inquérito passa por um período de diligência, com peritos analisando as imagens. A torcedora flagrada pelas câmeras gritando a palavra "macaco", Patrícia Moreira, pediu um encontro com o goleiro quando se pronunciou oficialmente. Aranha, porém, rechaçou a possibilidade.
SOBROU PARA O GRÊMIO
Todo o desdobramento do caso acabou em uma punição severa para o clube gaúcho. O Tricolor foi excluído da Copa do Brasil pelo STJD, mas ainda cabe recurso. O julgamento ainda decidiu proibir a presença dos torcedores identificados praticando os atos racistas contra o goleiro Aranha em estádios do Brasil por 720 dias.
VEJA TAMBÉM
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- Grêmio atropela o Inter, faz 3 a 0 na Arena e fica a um passo do título gaúcho
- Carlos Vinícius x Borré: duelo de artilheiros esquenta o Gre-Nal 450 na final do Gauchão
O goleiro Aranha irá reencontrar o Grêmio no mesmo palco de onde foi vítima de atos racistas por parte da torcida gaúcha, 21 dias atrás. Neste período, muito se falou sobre o assunto e, entre atitudes, declarações e punições polêmicas, a partida desta quinta certamente tem um ingrediente a mais. O LANCE!Net faz uma lista lembrando dos casos sobre o tema que esquenta o confronto entre o Tricolor e o Alvinegro.
GRÊMIO TEME POR CLIMA 'BÉLICO'
Rui Costa, diretor-executivo do time gaúcho, lembrou das declarações feitas pelo zagueiro Edu Dracena após as injúrias racistas contra Aranha na partida pela Copa do Brasil.
- Dracena disse que o Grêmio tinha uma torcida racista e que tinha que ser banido do futebol. E ele estará em campo - afirmou o diretor.
- Temos que ter cuidado da forma que os jogadores do Santos vão se colocar da maneira com o que foi dito, que está escrito. Pode trazer um tom belicoso para o jogo - completou o dirigente.
MEDIDAS DE SEGURANÇA: ESPIÕES E CÂMERAS
O reencontro entre Grêmio e Santos será marcado por ações especiais dos administradores do clube e do estádio. Visando evitar mais problemas, orientadores irão estar infiltrados, à paisana, na Arquibancada Norte (setor de onde saíram gritos racistas há três semanas) para uma abordagem caso sejanecessário. Além disso, o número de câmeras voltadas para o setor será 30% maior, inclusive com algumas que podem captar sons.
FELIPÃO IRONIZA E FALA EM 'PEÇA' DO GOLEIRO ARANHA
Durante a semana, enquanto se preparava para iniciar mais um treino da equipe gremista, o técnico Felipão se dirigiu ao assessor de imprensa do clube, João Carlos Fontoura, fazendo uma ironia ao duelo desta quinta contra o Alvinegro. Segundo o treinador, os jornalistas iam cair de novo na "esparrela" de Aranha. O termo tem entre seus significados “tentar lograr alguma coisa ou pregar peça em alguém”.
EX-GRÊMIO, ENDERSON MOREIRA PREPARA PSICOLÓGICO DO PEIXE
O técnico santista está preocupado com fatores extracampo que podem influenciar no rendimento do time na partida. A repercussão do caso de racismo contra o goleiro Aranha é tão grande, que o fato de Enderson se reecontrar com seu ex-clube ficou em segundo plano. O treinador está preocupado mesmo com o retorno da equipe à Porto Alegre e admitiu que conversou com os atletas santistas para prepará-los psicologicamente.
ARANHA NÃO CRÊ QUE EPISÓDIO SE REPETIRÁ
O goleiro do Santos falou sobre sua volta ao estádio em que passou um dos momentos difíceis da sua carreira. Apesar do trauma que o fez registrar um boletim de ocorrência, Aranha não acredita que os insultos irão se repetir e vai promete agir com naturalidade.
- Voltar a Porto Alegre, com toda sinceridade, é para jogar lá como sempre. O que vai acontecer fora de campo não interessa, tenho que ser profissional. Mas acredito que aquele episódio não vai se repetir, porque está havendo punição - comentou o goleiro.
PARA JOGADORES DO GRÊMIO O CASO 'É PASSADO'
Apesar de ter ironizado a reação de Aranha no último confronto entre as duas equipes, Felipão pediu aos seus atletas que não falassem sobre o acontecido e que considerassem as injúrias sofridas pelo companheiro de profissão como passado.
- Para nós essa situação que aconteceu é passado. É uma situação que está com o departamento jurídico, não nos compete mais. Já falamos tudo que tínhamos para falar. O nosso foco é o jogo - disse o goleiro Marcelo Grohe.
INVESTIGAÇÃO POLICIAL SEGUE
Com o inquérito ainda em andamento, o delegado Herbert Ferreira não pretende chamar o jogador Aranha para depor novamente. Ainda restam 10 dias de investigação antes dos indiciamentos. Atualmente, o inquérito passa por um período de diligência, com peritos analisando as imagens. A torcedora flagrada pelas câmeras gritando a palavra "macaco", Patrícia Moreira, pediu um encontro com o goleiro quando se pronunciou oficialmente. Aranha, porém, rechaçou a possibilidade.
SOBROU PARA O GRÊMIO
Todo o desdobramento do caso acabou em uma punição severa para o clube gaúcho. O Tricolor foi excluído da Copa do Brasil pelo STJD, mas ainda cabe recurso. O julgamento ainda decidiu proibir a presença dos torcedores identificados praticando os atos racistas contra o goleiro Aranha em estádios do Brasil por 720 dias.
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