Foto: Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / Divulgação Grêmio
A vitória por 1 a 0 em Mendoza já representava uma considerável vantagem para o jogo de volta contra o Godoy Cruz, dia 9 de agosto, na Arena. Some-se a isso o já anunciado desmanche da equipe argentina, que poderá perder até mesmo seu treinador, para que fique ainda mais fácil a passagem do Grêmio às quartas de final, para dois confrontos com Botafogo ou Nacional-URU.
Inconformado com a saída de parte dos jogadores que atuaram nesta terça (4), entre eles o goleiro Rodrigo Rey e o centroavante Santiago García, o técnico Lucas Bernardi deverá entregar seu cargo à direção, anunciaram rádios argentinas.
Ainda assim, Renato Portaluppi evitou a euforia no vestiário. Observou que, desta vez, o Grêmio teve dificuldades em trocar passes e manter a posse de bola, duas de suas características mais marcantes. Disse também que, apesar de provocados, seus jogadores escaparam da catimba argentina.
— Não está definido. Está tudo em aberto. Mas não deixa de ser uma boa vantagem que levamos para lá — resumiu.
O que o técnico fez questão de enfatizar foi o comportamento de sua equipe em um gramado prejudicado pela chuva intensa que caiu durante quase toda a partida:
— Libertadores se vence assim. Meu grupo está preparado para qualquer competição. O mais importante foi a valentia da minha equipe. Meus jogadores foram homens, não ganhávamos aqui na Argentina há 15 anos (a última havia sido contra o River Plate, em 2002, no Monumental de Nuñez).
A construção do gol de Ramiro, quando o jogo recém se iniciava,
foi definida por Renato como uma jogada ensaiada nos treinamentos.
— Essa jogada não é por acaso. Não fechamos os portões á toa. Fizemos essa e muitas outras jogadas. Temos que tirar proveito de Barrios, que é um jogador alto — salientou.
Ramiro, que destacou a capacidade demonstrada pelo Grêmio de se adaptar a um gramado pesado, disse que os jogadores deixavam Mendoza com "a sensação do dever cumprido". E também valorizou a elaboração da jogada que resultou em seu gol, o oitavo assinalado por ele nesta temporada.
— Foi um trabalho coletivo, desde o início da jogada. Treinamos bastante essa "casquinha" do Barrios. Todos acreditaram na jogada — disse.
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Ainda assim, Renato Portaluppi evitou a euforia no vestiário. Observou que, desta vez, o Grêmio teve dificuldades em trocar passes e manter a posse de bola, duas de suas características mais marcantes. Disse também que, apesar de provocados, seus jogadores escaparam da catimba argentina.
— Não está definido. Está tudo em aberto. Mas não deixa de ser uma boa vantagem que levamos para lá — resumiu.
O que o técnico fez questão de enfatizar foi o comportamento de sua equipe em um gramado prejudicado pela chuva intensa que caiu durante quase toda a partida:
— Libertadores se vence assim. Meu grupo está preparado para qualquer competição. O mais importante foi a valentia da minha equipe. Meus jogadores foram homens, não ganhávamos aqui na Argentina há 15 anos (a última havia sido contra o River Plate, em 2002, no Monumental de Nuñez).
A construção do gol de Ramiro, quando o jogo recém se iniciava,
foi definida por Renato como uma jogada ensaiada nos treinamentos.
— Essa jogada não é por acaso. Não fechamos os portões á toa. Fizemos essa e muitas outras jogadas. Temos que tirar proveito de Barrios, que é um jogador alto — salientou.
Ramiro, que destacou a capacidade demonstrada pelo Grêmio de se adaptar a um gramado pesado, disse que os jogadores deixavam Mendoza com "a sensação do dever cumprido". E também valorizou a elaboração da jogada que resultou em seu gol, o oitavo assinalado por ele nesta temporada.
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Comentários
Comentários (2)
zgf
A pergunta que não quer calar. Onde estão aqueles que queriam que o Grêmio mandasse o Renato embora?
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