Renato Gaúcho tem dado chance para muitos jogadores, e poupado os principais
"Eu tenho um grupo, não apenas um time".
A frase do técnico Renato Gaúcho após o empate em 1 a 1 contra o Guaraní-PAR, na última quinta-feira, pela Copa Libertadores, é um resumo da temporada do Grêmio. Com a possibilidade de disputar cerca de 90 partidas no ano, o rodizio de jogadores é mais do que uma realidade.
No jogo do Defensores del Chaco, apesar de se tratar da competição continental, foram apenas dois nomes daqueles considerados titulares iniciando a partida. Tudo para preservar a equipe para a "decisão" deste domingo, quando o Grêmio encara o Novo Hamburgo, fora de casa, pelo jogo da volta das semifinais do Campeonato Gaúcho.
Nem mesmo o goleiro Marcelo Grohe esteve presente nas 20 partidas da equipe do ano. O recordista de aparições na temporada é o meia Ramiro, que atuou um total de 1.350 minutos em 15 partidas, 17 minutos a mais do que o lateral Marcelo Oliveira, que atuou no mesmo número de jogos. Ambos sempre começaram como titulares.
Desde o começo do ano, Renato Portaluppi já antecipava que iria "rodar o elenco". O planejamento era de utilizar entre 36 e 40 jogadores no ano, mas, ainda em abril, já foram 43 atletas que ao menos entraram no decorrer de uma partida do Grêmio em 2017.
Em média, a maioria dos jogadores que forma a "escalação ideal" do Grêmio tem atuado apenas uma vez a cada seis dias, uma frequência parecida com a que acontece com os grandes times da Europa. Uma prova de que a promessa de rodízio não ficou apenas no discurso.
Em situação idêntica na temporada, com os mesmos 14 jogos pelo Estadual, três pela Libertadores e outros três pela Primeira Liga, o Flamengo usou 14 jogadores a menos que o Grêmio. O Palmeiras, que tem 18 jogos na temporada, viu Eduardo Baptista mandar apenas 28 jogadores diferentes para o campo.
A decisão de poupar jogadores até mesmo na Libertadores, que deixou alguns torcedores irritados, recebeu apoio do presidente do clube, Romildo Bolzan.
"Qual o jogo mais importante da semana? O do Novo Hamburgo, que é definitivo. Ou tu te classificas, ou tu estás fora. Essa estratégia, no meu entendimento, deu muito certo", disse o dirigente após o empate no Paraguai.
"Dentro dessa situação, está absolutamente correto. É uma semana em que temos que examinar. É um desejo conquistar o Gauchão? É. Faz seis anos que não conquistamos. É parte da tradição do futebol gaúcho. O clube deseja isso e vamos fazer todos os esforços para chegarmos bem na fase classificatória (da Libertadores) e no Campeonato Gaúcho", completou.
Para se classificar para a final do Gauchão, o Grêmio precisa vencer o jogo deste domingo, ou empatar marcando mais de duas vezes.
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A frase do técnico Renato Gaúcho após o empate em 1 a 1 contra o Guaraní-PAR, na última quinta-feira, pela Copa Libertadores, é um resumo da temporada do Grêmio. Com a possibilidade de disputar cerca de 90 partidas no ano, o rodizio de jogadores é mais do que uma realidade.
No jogo do Defensores del Chaco, apesar de se tratar da competição continental, foram apenas dois nomes daqueles considerados titulares iniciando a partida. Tudo para preservar a equipe para a "decisão" deste domingo, quando o Grêmio encara o Novo Hamburgo, fora de casa, pelo jogo da volta das semifinais do Campeonato Gaúcho.
Nem mesmo o goleiro Marcelo Grohe esteve presente nas 20 partidas da equipe do ano. O recordista de aparições na temporada é o meia Ramiro, que atuou um total de 1.350 minutos em 15 partidas, 17 minutos a mais do que o lateral Marcelo Oliveira, que atuou no mesmo número de jogos. Ambos sempre começaram como titulares.
Desde o começo do ano, Renato Portaluppi já antecipava que iria "rodar o elenco". O planejamento era de utilizar entre 36 e 40 jogadores no ano, mas, ainda em abril, já foram 43 atletas que ao menos entraram no decorrer de uma partida do Grêmio em 2017.
Em média, a maioria dos jogadores que forma a "escalação ideal" do Grêmio tem atuado apenas uma vez a cada seis dias, uma frequência parecida com a que acontece com os grandes times da Europa. Uma prova de que a promessa de rodízio não ficou apenas no discurso.
Em situação idêntica na temporada, com os mesmos 14 jogos pelo Estadual, três pela Libertadores e outros três pela Primeira Liga, o Flamengo usou 14 jogadores a menos que o Grêmio. O Palmeiras, que tem 18 jogos na temporada, viu Eduardo Baptista mandar apenas 28 jogadores diferentes para o campo.
A decisão de poupar jogadores até mesmo na Libertadores, que deixou alguns torcedores irritados, recebeu apoio do presidente do clube, Romildo Bolzan.
"Qual o jogo mais importante da semana? O do Novo Hamburgo, que é definitivo. Ou tu te classificas, ou tu estás fora. Essa estratégia, no meu entendimento, deu muito certo", disse o dirigente após o empate no Paraguai.
"Dentro dessa situação, está absolutamente correto. É uma semana em que temos que examinar. É um desejo conquistar o Gauchão? É. Faz seis anos que não conquistamos. É parte da tradição do futebol gaúcho. O clube deseja isso e vamos fazer todos os esforços para chegarmos bem na fase classificatória (da Libertadores) e no Campeonato Gaúcho", completou.
Para se classificar para a final do Gauchão, o Grêmio precisa vencer o jogo deste domingo, ou empatar marcando mais de duas vezes.
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Comentários
Comentários (3)
Maicon estragou o time
O grande defeito do Renato é a preferência que dá aos seus bruxinhos. Leo Moura escalado na meia é o exemplo disso.
Muitos tecnicos escalam o time conforme o adversário
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