Novo Hamburgo começou a pré-temporada no meio de dezembro e lidera o Gauchão nas primeiras rodadas Foto: Adilson Germann / ECNH/Divulgação
Ano após ano, o início ruim da dupla Gre-Nal no Gauchão se repete. E geralmente há uma recuperação sensível do meio para o fim do campeonato — um time do Interior não conquista o título estadual desde o Caxias de Tite, em 2000. A questão física é uma explicação lógica para o começo de temporada instável. Os clubes pequenos começam a pré-temporada no início de dezembro, enquanto os grandes ainda estão envolvidos no Brasileirão.
Na avaliação de Ana Lorena Marche, coordenador de cursos de Universidade do Futebol, o mês a mais de preparação costuma ser o tempo que os grandes precisam para chegar a uma boa condição física, técnica e tática.
— É difícil determinar uma data específica. Depende de quantos jogadores foram mantidos, quem é o treinador, como são as relações internas. Mas pelo menos um mês é necessário para estabelecer um padrão físico, um modelo técnico e tático, estabelecer as lideranças do grupo — avalia.
A sequência de jogos também é um fator de preocupação, sobretudo quando os jogadores ainda estão em processo de recondicionamento. Nesta semana, por exemplo, o grupo do Inter terá jogos na quarta, quinta e sábado — contra Oeste (Copa do Brasil), Criciúma (Primeira Liga) e Brasil-Pel (Gauchão). Durante a pré-temporada, o preparador físico Carlos Pacheco já havia garantido que o revezamento seria primordial.
— Temos de tomar alguns cuidados a nível de recuperação e sequência de jogos. Em fevereiro, são oito jogos, e isso preocupa a comissão. Mas com bom controle dos treinos e da recuperação, conseguimos minimizar a questão — disse Pacheco, ainda antes da estreia oficial do Inter em 2017.
Já o Grêmio teve uma certa vantagem no início da temporada por não precisar jogar as fases preliminares da Libertadores. Com a estreia só em março — e classificado automaticamente às oitavas de final da Copa do Brasil —, o clube só precisa se preocupar com o Gauchão e com a Primeira Liga no primeiro mês de jogos. Ainda durante a pré-temporada, o preparador Rogério Dias disse que este seria o tempo necessário para avaliar a condição do grupo.
— É difícil definir uma data para termos o ápice da parte física do time. Acredito que em cinco ou seis jogos é possível ter uma avaliação melhor de cada um — pondera Dias.
A dupla Gre-Nal tem começos contestados no Gauchão. O Grêmio é o terceiro colocado, com sete pontos em 12 disputados. A situação do Inter é pior: está em 10°, com apenas três pontos — fora da zona de classificação e com a mesma pontuação do 11° colocado São José, primeiro time na zona de rebaixamento.
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Na avaliação de Ana Lorena Marche, coordenador de cursos de Universidade do Futebol, o mês a mais de preparação costuma ser o tempo que os grandes precisam para chegar a uma boa condição física, técnica e tática.
— É difícil determinar uma data específica. Depende de quantos jogadores foram mantidos, quem é o treinador, como são as relações internas. Mas pelo menos um mês é necessário para estabelecer um padrão físico, um modelo técnico e tático, estabelecer as lideranças do grupo — avalia.
A sequência de jogos também é um fator de preocupação, sobretudo quando os jogadores ainda estão em processo de recondicionamento. Nesta semana, por exemplo, o grupo do Inter terá jogos na quarta, quinta e sábado — contra Oeste (Copa do Brasil), Criciúma (Primeira Liga) e Brasil-Pel (Gauchão). Durante a pré-temporada, o preparador físico Carlos Pacheco já havia garantido que o revezamento seria primordial.
— Temos de tomar alguns cuidados a nível de recuperação e sequência de jogos. Em fevereiro, são oito jogos, e isso preocupa a comissão. Mas com bom controle dos treinos e da recuperação, conseguimos minimizar a questão — disse Pacheco, ainda antes da estreia oficial do Inter em 2017.
Já o Grêmio teve uma certa vantagem no início da temporada por não precisar jogar as fases preliminares da Libertadores. Com a estreia só em março — e classificado automaticamente às oitavas de final da Copa do Brasil —, o clube só precisa se preocupar com o Gauchão e com a Primeira Liga no primeiro mês de jogos. Ainda durante a pré-temporada, o preparador Rogério Dias disse que este seria o tempo necessário para avaliar a condição do grupo.
— É difícil definir uma data para termos o ápice da parte física do time. Acredito que em cinco ou seis jogos é possível ter uma avaliação melhor de cada um — pondera Dias.
A dupla Gre-Nal tem começos contestados no Gauchão. O Grêmio é o terceiro colocado, com sete pontos em 12 disputados. A situação do Inter é pior: está em 10°, com apenas três pontos — fora da zona de classificação e com a mesma pontuação do 11° colocado São José, primeiro time na zona de rebaixamento.
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