Foto: Lucas Uebel / Grêmio
Atração do Grêmio no time alternativo que estreará na Primeira Liga na próxima quarta-feira, contra o Flamengo, Rafael Thyere espera superar a falta de entrosamento com a necessidade de mostrar futebol ao técnico Renato Portaluppi. Embora o meio de campo gremista esteja indicado com quatro volantes de origem — Machado, Arthur, Michel e Kaio —, o zagueiro projeta um Grêmio com capacidade de atacar os cariocas.
— A gente perde um pouco no entrosamento, pois é uma equipe que joga menos que o Flamengo. Vamos buscar marcar bastante, mas, quando tiver a bola, jogar. Por serem quatro volantes, não significa que vai só marcação. Temos volantes com qualidade técnica também. Então, quando tivermos a bola, vamos propor o jogo também e aproveitar a velocidade do Everton e do Bolaños — disse.
O zagueiro, que formará dupla com Bressan, aposta na conversa com o companheiro para que as críticas não o atrapalhem:
— Eu vejo o Bressan muito tranquilo. O pessoal gosta bastante dele no grupo. A gente vai abraçar. Vamos dar o nosso máximo. No treinamento, já conversamos bastante para posicionar. O Cortez no lado esquerdo, o Leo Moura, o pessoal que joga na frente da zaga. Vamos procurar conversar bastante e fazer uma grande partida — afirmou o jovem.
Mesmo que o último resultado do Grêmio tenha sido desfavorável — uma derrota por 2 a 1 para o Caxias, pelo Gauchão —, Thyere não considera que a pressão por uma vitória aumente na quarta-feira. Segundo o zagueiro, o tropeço serve de lição para a temporada.
— O professor Renato já falou para a gente, que sirva de exemplo para o resto da competição e do ano. Independente da competição e do adversário, a gente joga no Grêmio. Temos que entrar em campo e mostrar nosso valor, por que está no Grêmio.
Vamos fazer um grande jogo contra o Flamengo e esquecer o que passou — analisou. — A gente tem que fazer o que viemos treinando. Tem um pessoal novo que chegou e está tendo a primeira chance com a camisa do Grêmio. Isso representa muito não só para eles, mas para os mais novos. Jogar para o Brasil todo contra uma equipe como o Flamengo e representando o Grêmio, já é um motivo para a gente se mostrar — completou.
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— A gente perde um pouco no entrosamento, pois é uma equipe que joga menos que o Flamengo. Vamos buscar marcar bastante, mas, quando tiver a bola, jogar. Por serem quatro volantes, não significa que vai só marcação. Temos volantes com qualidade técnica também. Então, quando tivermos a bola, vamos propor o jogo também e aproveitar a velocidade do Everton e do Bolaños — disse.
O zagueiro, que formará dupla com Bressan, aposta na conversa com o companheiro para que as críticas não o atrapalhem:
— Eu vejo o Bressan muito tranquilo. O pessoal gosta bastante dele no grupo. A gente vai abraçar. Vamos dar o nosso máximo. No treinamento, já conversamos bastante para posicionar. O Cortez no lado esquerdo, o Leo Moura, o pessoal que joga na frente da zaga. Vamos procurar conversar bastante e fazer uma grande partida — afirmou o jovem.
Mesmo que o último resultado do Grêmio tenha sido desfavorável — uma derrota por 2 a 1 para o Caxias, pelo Gauchão —, Thyere não considera que a pressão por uma vitória aumente na quarta-feira. Segundo o zagueiro, o tropeço serve de lição para a temporada.
— O professor Renato já falou para a gente, que sirva de exemplo para o resto da competição e do ano. Independente da competição e do adversário, a gente joga no Grêmio. Temos que entrar em campo e mostrar nosso valor, por que está no Grêmio.
Vamos fazer um grande jogo contra o Flamengo e esquecer o que passou — analisou. — A gente tem que fazer o que viemos treinando. Tem um pessoal novo que chegou e está tendo a primeira chance com a camisa do Grêmio. Isso representa muito não só para eles, mas para os mais novos. Jogar para o Brasil todo contra uma equipe como o Flamengo e representando o Grêmio, já é um motivo para a gente se mostrar — completou.
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