Um comportamento não tão normal das lideranças do grupo do Grêmio chamou atenção nos últimos dias. Os principais nomes do elenco se manifestaram publicamente pedindo à diretoria que contratasse mais reforços para a temporada de 2017. Diferente de uma mera aparição protocolar, os líderes opinaram sobre a necessidade de qualificar a equipe.
Algo que não soa tão protocolar em um contexto de jogadores treinados a falar pouco diante da possibilidade de sofrer críticas ou gerar algum problema para o clube. Primeiro Geromel, depois Edílson, Douglas, Marcelo Grohe… Todos mantiveram um discurso que também é do técnico Renato Portaluppi: o grupo precisa de reforços.
– Não sei se está certo de falar ou não. Eu, Geromel, Douglas expressamos a opinião porque a gente quer ganhar, estar em alto nível. Seria muito fácil receber e não opinar, só ficar treinando, jogando campeonatos. Se a gente tem opinião, cobramos, sim. Estamos na nossa total certeza de que a gente quer o melhor para o Grêmio. A respeito dos reforços, são jogadores de alto nível, sim. O único que eu não conhecia era o que veio do PSV, o Beto. Se está no PSV, não foi por acaso – afirmou Edílson em entrevista coletiva.
O Grêmio contratou até o momento seis reforços, embora Bruno Cortez ainda não tenha sido anunciado oficialmente. Léo Moura, Leonardo, Michel, Jael e Beto da Silva chegaram, mas sem status de grandes contratações. Nada que impeça o sucesso. Mas as manifestações ainda são por mais jogadores. E a diretoria não vê problemas: entende que todos estão no mesmo barco.
Os jogadores já haviam tomado postura semelhante no ano passado, levando em conta o exemplo das eliminações quase seguidas no Gauchão e na Libertadores. O próprio Pedro Geromel se manifestara nesta linha quando o Tricolor se afastou da disputa do título brasileiro, em jogo que resultou na demissão do técnico Roger Machado, diante da Ponte Preta.
– Diante de um ano de muitas competições, precisamos de um grupo muito forte. O maior reforço foi a manutenção de toda equipe que terminou o ano passado. Mas sem dúvida seguimos na mesma linha, sabendo que, para conquistar uma Libertadores, títulos grandes, é preciso um grupo forte. A direção está trabalhando em cima disso, vieram alguns jogadores e vamos trabalhando. A direção faz suas avaliações e vê o que é necessário – completou Marcelo Grohe.
Nos últimos dias, a maioria dos líderes se manifestou. Deram entrevistas Marcelo Grohe, na sexta, Edílson e Lincoln, na quinta, Douglas e Pedro Rocha, na quarta, e os reforços Beto da Silva e Jael na terça e na segunda, respectivamente. Na última semana, Pedro Geromel e Renato Portaluppi também falaram nesta mesma linha.
O Tricolor ainda busca dois zagueiros para completar o elenco, já que conta apenas com Geromel, Kannemann e Rafael Thyere para a posição. O clube gaúcho irá encarar os primeiros jogos da temporada e depois avaliar se precisará buscar mais contratações.
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Algo que não soa tão protocolar em um contexto de jogadores treinados a falar pouco diante da possibilidade de sofrer críticas ou gerar algum problema para o clube. Primeiro Geromel, depois Edílson, Douglas, Marcelo Grohe… Todos mantiveram um discurso que também é do técnico Renato Portaluppi: o grupo precisa de reforços.
– Não sei se está certo de falar ou não. Eu, Geromel, Douglas expressamos a opinião porque a gente quer ganhar, estar em alto nível. Seria muito fácil receber e não opinar, só ficar treinando, jogando campeonatos. Se a gente tem opinião, cobramos, sim. Estamos na nossa total certeza de que a gente quer o melhor para o Grêmio. A respeito dos reforços, são jogadores de alto nível, sim. O único que eu não conhecia era o que veio do PSV, o Beto. Se está no PSV, não foi por acaso – afirmou Edílson em entrevista coletiva.
O Grêmio contratou até o momento seis reforços, embora Bruno Cortez ainda não tenha sido anunciado oficialmente. Léo Moura, Leonardo, Michel, Jael e Beto da Silva chegaram, mas sem status de grandes contratações. Nada que impeça o sucesso. Mas as manifestações ainda são por mais jogadores. E a diretoria não vê problemas: entende que todos estão no mesmo barco.
Os jogadores já haviam tomado postura semelhante no ano passado, levando em conta o exemplo das eliminações quase seguidas no Gauchão e na Libertadores. O próprio Pedro Geromel se manifestara nesta linha quando o Tricolor se afastou da disputa do título brasileiro, em jogo que resultou na demissão do técnico Roger Machado, diante da Ponte Preta.
– Diante de um ano de muitas competições, precisamos de um grupo muito forte. O maior reforço foi a manutenção de toda equipe que terminou o ano passado. Mas sem dúvida seguimos na mesma linha, sabendo que, para conquistar uma Libertadores, títulos grandes, é preciso um grupo forte. A direção está trabalhando em cima disso, vieram alguns jogadores e vamos trabalhando. A direção faz suas avaliações e vê o que é necessário – completou Marcelo Grohe.
Nos últimos dias, a maioria dos líderes se manifestou. Deram entrevistas Marcelo Grohe, na sexta, Edílson e Lincoln, na quinta, Douglas e Pedro Rocha, na quarta, e os reforços Beto da Silva e Jael na terça e na segunda, respectivamente. Na última semana, Pedro Geromel e Renato Portaluppi também falaram nesta mesma linha.
O Tricolor ainda busca dois zagueiros para completar o elenco, já que conta apenas com Geromel, Kannemann e Rafael Thyere para a posição. O clube gaúcho irá encarar os primeiros jogos da temporada e depois avaliar se precisará buscar mais contratações.
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