Foto: Cristiano Oliveski / Grêmio/Divulgação
O Grêmio recebeu nesta sexta-feira o peruano-brasileiro Beto da Silva. Aos 20 anos, com participação em Sul-Americanos sub-15, sub-17 e sub-20 pela seleção inca e convocação com participação em jogo de Eliminatórias da Copa de 2018, o atacante é uma senhora aposta da direção.
Mesmo que Renato tenha feito questão de frisar que o jogador não era sua indicação, talvez para deixar clara sua participação em caso de insucesso, Beto é um acerto do Grêmio. É dever de um dirigente fazer o garimpo de nomes emergentes e que representem boas oportunidades de negócio.
Me parece o caso desse jogador. Ele saiu no início de 2016 para o PSV depois de ficar livre ao final do contrato com o Sporting Cristal, um dos grandes clubes de Lima. Atuou mais pelo time B, é verdade, mas foi chamado para o grupo principal em alguns jogos.
Vamos combinar, se Beto tivesse sido incluído de cara no time A do PSV, passando batido pelo processo de adaptação à Holanda, não seria jogador disponível para voltar ao mercado sul-americano. Estaria nos planos do clube bancado pela Phillips, recebendo as últimas lapidações antes de ser vendido para um centro maior, seguindo um roteiro comum no futebol holandês
O Grêmio pinçou muito bem esse jogador. Beto é filho de pai brasileiro e mãe peruana. Morou em Porto Alegre dos seis aos 13 anos, jogou na base no tempo do Olímpico. Conhece o clube, o ambiente e a cidade. Está no lugar adequado para completar sua formação, mostrar tudo o que os peruanos esperam dele e depois voltar para a Europa, mas para um grande, de ponta.
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O Grêmio pinçou muito bem esse jogador. Beto é filho de pai brasileiro e mãe peruana. Morou em Porto Alegre dos seis aos 13 anos, jogou na base no tempo do Olímpico. Conhece o clube, o ambiente e a cidade. Está no lugar adequado para completar sua formação, mostrar tudo o que os peruanos esperam dele e depois voltar para a Europa, mas para um grande, de ponta.
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