Foto: Divulgação/Grêmio FBPA
O veterano lateral-esquerdo Lúcio, que teve passagens por Grêmio e Palmeiras, se sensibilizou com a tragédia vivida pela Chapecoense na madrugada da última terça-feira, e em vídeo postado nas redes sociais se colocou à disposição para jogar pelo clube catarinense, sem receber salários.
“Eu venho aqui sem demagogia nenhuma. Tudo que eu tenho primeiramente foi o Senhor quem me deu. Dou Glória a Deus por isso. Venho aqui em nome da minha família e em nome destes guerreiros que foram embora tão precocemente e me disponibilizo para defender as cores da Chapecoense, de graça porque é bom sermos reconhecidos. Dinheiro é bom até certo ponto, mas venho de coração colocar o meu futebol à mercê da Chapecoense e não quero nenhum centavo. Quero que a Chapecoense se reerga. É o time que todo brasileiro adotou”, disse o jogador de 37 anos que está sem clube desde a saída do Veranópolis após a disputa do Gauchão 2016.
Lúcio lamentou a perda dos colegas de profissão e ressaltou que muitas famílias dependem dos jogadores.
“No momento tão difícil como esse ficamos até sem palavras para expressar nossa tristeza. Tantos amigos se foram nesta tragédia. É a nossa profissão, nosso ganha pão, trabalhamos tanto para sejamos reconhecidos nacionalmente e internacionalmente. Sabemos que tem gente que depende de nós. Trabalhamos e corremos por estas pessoas, pelos nossos filhos e entes queridos”, completou.
Assista ao vídeo com o depoimento de Lúcio:
A maior tragédia aérea do esporte brasileiro deixou 71 mortos, sendo 19 jogadores da Chape, 25 profissionais da comissão técnica e dirigentes, 20 jornalistas e sete tripulantes.
O avião que levava a delegação do clube catarinense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, em Medellín, estava apenas há 40 km do destino final, quando se chocou com uma montanha. A causa da queda foi a falta de combustível. Houve quatro sobreviventes: o o goleiro Follmann, o zagueiro Neto, o lateral Allan Ruschel e o jornalista Rafael Henze.
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“Eu venho aqui sem demagogia nenhuma. Tudo que eu tenho primeiramente foi o Senhor quem me deu. Dou Glória a Deus por isso. Venho aqui em nome da minha família e em nome destes guerreiros que foram embora tão precocemente e me disponibilizo para defender as cores da Chapecoense, de graça porque é bom sermos reconhecidos. Dinheiro é bom até certo ponto, mas venho de coração colocar o meu futebol à mercê da Chapecoense e não quero nenhum centavo. Quero que a Chapecoense se reerga. É o time que todo brasileiro adotou”, disse o jogador de 37 anos que está sem clube desde a saída do Veranópolis após a disputa do Gauchão 2016.
Lúcio lamentou a perda dos colegas de profissão e ressaltou que muitas famílias dependem dos jogadores.
“No momento tão difícil como esse ficamos até sem palavras para expressar nossa tristeza. Tantos amigos se foram nesta tragédia. É a nossa profissão, nosso ganha pão, trabalhamos tanto para sejamos reconhecidos nacionalmente e internacionalmente. Sabemos que tem gente que depende de nós. Trabalhamos e corremos por estas pessoas, pelos nossos filhos e entes queridos”, completou.
Assista ao vídeo com o depoimento de Lúcio:
A maior tragédia aérea do esporte brasileiro deixou 71 mortos, sendo 19 jogadores da Chape, 25 profissionais da comissão técnica e dirigentes, 20 jornalistas e sete tripulantes.
O avião que levava a delegação do clube catarinense para a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, em Medellín, estava apenas há 40 km do destino final, quando se chocou com uma montanha. A causa da queda foi a falta de combustível. Houve quatro sobreviventes: o o goleiro Follmann, o zagueiro Neto, o lateral Allan Ruschel e o jornalista Rafael Henze.
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