Anderson Fetter / Agencia RBS
Se a CBF tivesse o mínimo de comprometimento com o futebol e o tratasse com seriedade, cancelaria a final da Copa do Brasil e a última rodada do Brasileirão.
Porém, da entidade eu não esperava nada. Mas esperava uma declaração mais contundente do presidente Romildo Bolzan na questão do cancelamento da última rodada do Brasileirão. E também esperava que ele se manifestasse sobre algum cancelamento da final da Copa do Brasil.
Alguém acredita que exista clima de disputar uma final e comemorar um título? Os jogadores, profissionais que são, entrarão em campo, é claro. Estamos atravessando a maior tragédia da história do futebol e nossos dirigentes — e incluo aí os do Inter — estão falando em STJD, tapetão, cumprir regulamento, questões comerciais? Por favor, senhores!
O que está acontecendo é muito maior do que isso. A Chapecoense foi dizimada, mas nossos dirigentes vivem no mundo da lua. Parece que nossos comandantes não entenderam o recado que veio da torcida do Nacional, da Colômbia, que fez aquela homenagem linda, na quarta-feira. Ali, os colombianos mostraram que existe muita coisa acima do futebol, do resultado de campo. Existe humanidade, existe preocupação pelo fato de terem morrido muitos jogadores de uma vez só. E ainda: se acidentaram em um voo, coisa corriqueira no mundo do futebol.
Sensibilidade e humanidade
Que a CBF tome uma atitude, dê um jeito, faça um novo regulamento.
Ficar mais um ano sem título? Rebaixamento? Não é nada perto disso que está acontecendo. Sensibilidade e humanidade, por favor.
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Porém, da entidade eu não esperava nada. Mas esperava uma declaração mais contundente do presidente Romildo Bolzan na questão do cancelamento da última rodada do Brasileirão. E também esperava que ele se manifestasse sobre algum cancelamento da final da Copa do Brasil.
Alguém acredita que exista clima de disputar uma final e comemorar um título? Os jogadores, profissionais que são, entrarão em campo, é claro. Estamos atravessando a maior tragédia da história do futebol e nossos dirigentes — e incluo aí os do Inter — estão falando em STJD, tapetão, cumprir regulamento, questões comerciais? Por favor, senhores!
O que está acontecendo é muito maior do que isso. A Chapecoense foi dizimada, mas nossos dirigentes vivem no mundo da lua. Parece que nossos comandantes não entenderam o recado que veio da torcida do Nacional, da Colômbia, que fez aquela homenagem linda, na quarta-feira. Ali, os colombianos mostraram que existe muita coisa acima do futebol, do resultado de campo. Existe humanidade, existe preocupação pelo fato de terem morrido muitos jogadores de uma vez só. E ainda: se acidentaram em um voo, coisa corriqueira no mundo do futebol.
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