Em entrevista ao Sportv, o diretor técnico do Grêmio, Valdir Espinosa não conseguiu esconder a emoção e chorou ao lembrar da tragédia com o avião da Chapecoense.
Muito abalado, ele lembrou da amizade que tinha com o treinador da Chape, Caio Júnior e com o ex-jogador Mário Sérgio, que conseguiu algo raro: idolatria no Grêmio e no Inter.
Aos 66 anos, ele estava trabalhando como comentarista do canal Fox Sports. No Grêmio, o ex-meia foi campeão mundial em 1983.
-O Mário Sérgio....nós moramos juntos, quanta besteira fizemos, ele era um maluco, mas um maluco que a gente se divertia muito. Ninguém queria ele, era um bagunceiro. Quando pedi sua contratação no Grêmio, quase me mandaram embora. Eu falei que precisava dele para sermos campeões mundiais- comentou, lembrando da conquista da Libertadores da América de 1983.
-Fui treinar em Cascavel e o Caio era um menino, temos amizade grande. Meu filho trabalhou com ele. É uma tragédia, perder amigos, o melhor que a CBF fez foi adiar a final da Copa do Brasil- completou.
-São colegas, muitos jogaram juntos, todos estão tristes, o momento é de muita tristeza. Veja bem, na tragédia somos surpreendidos por coisas boas, não é só o Brasil que está triste, vi notícia de um minuto de silêncio no treino do Barcelona- finalizou.
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Aos 66 anos, ele estava trabalhando como comentarista do canal Fox Sports. No Grêmio, o ex-meia foi campeão mundial em 1983.
-O Mário Sérgio....nós moramos juntos, quanta besteira fizemos, ele era um maluco, mas um maluco que a gente se divertia muito. Ninguém queria ele, era um bagunceiro. Quando pedi sua contratação no Grêmio, quase me mandaram embora. Eu falei que precisava dele para sermos campeões mundiais- comentou, lembrando da conquista da Libertadores da América de 1983.
-Fui treinar em Cascavel e o Caio era um menino, temos amizade grande. Meu filho trabalhou com ele. É uma tragédia, perder amigos, o melhor que a CBF fez foi adiar a final da Copa do Brasil- completou.
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