Foto: Nelson Almeida / AFP Photo
No dia em que deveríamos estar nos preparando para a final da Copa do Brasil, estamos tristes com a tragédia que abateu o país, com a queda do avião da Chapecoense. Nesse momento, todas as orações da torcida gremista estão com os familiares e amigos de todos os envolvidos nesse acidente.
Fez muito bem a CBF em anunciar o adiamento da final para a próxima quarta. Não existe clima para a disputa de um simples título. Particularmente, a torcida gremista está enlutada com a perda de nomes importantes na história tricolor. Destaco dois brilhantes que passaram por aqui: Mário Sérgio e Caio Júnior.
Mário participou de uma epopeia inesquecível, em 1983, quando foi contratado especialmente para a final do Mundial Interclubes, maior conquista do Grêmio. A técnica e habilidade do Vesgo, como era conhecido, foram decisivas para a conquista do Mundial. As qualidades de Mário seriam, na visão do então técnico Espinosa, um contraponto importante à força física dos europeus.
Em 2005, absolutamente abnegado, voltou como executivo. A partir de seus contatos, um Grêmio quebrado conseguiu montar um mínimo de time que pudesse retornar para a Série B.
Fim de ano de lamentações
Caio Júnior marcou sua presença aqui por atuações em Gre-Nais. No primeiro que tenho lembrança de ter visto no Olímpico, em 1985, ele marcou o gol da vitória e do título do Gauchão. Também foi técnico tricolor em 2012.
Além, é claro, de nomes mais recentes que passaram por aqui: Matheus Biteco, Dener, Willian Thiego e Anderson Paixão.
É um fim de ano de lamentações.
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Mário participou de uma epopeia inesquecível, em 1983, quando foi contratado especialmente para a final do Mundial Interclubes, maior conquista do Grêmio. A técnica e habilidade do Vesgo, como era conhecido, foram decisivas para a conquista do Mundial. As qualidades de Mário seriam, na visão do então técnico Espinosa, um contraponto importante à força física dos europeus.
Em 2005, absolutamente abnegado, voltou como executivo. A partir de seus contatos, um Grêmio quebrado conseguiu montar um mínimo de time que pudesse retornar para a Série B.
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Caio Júnior marcou sua presença aqui por atuações em Gre-Nais. No primeiro que tenho lembrança de ter visto no Olímpico, em 1985, ele marcou o gol da vitória e do título do Gauchão. Também foi técnico tricolor em 2012.
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