Foto: Lucas Uebel/Grêmio/FBPA
Na próxima quarta-feira, dia 23, Atlético-MG e Grêmio começam a decidir o título da Copa do Brasil de 2016. A primeira partida, já com local confirmado pelo Galo, será realizada no Mineirão e a segunda partida, após liberação do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), vai ser na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.
Na última sexta-feira, 18, os clubes firmaram acordo e as torcidas visitantes de ambas equipes terão condições iguais nos dois jogos da final.
Com isso, tanto em Minas Gerais quanto no Rio Grande do Sul, serão 2 mil ingressos de visitantes colocados à disposição, com preço máximo de R$ 100 cada. O acerto foi feito por conta de problemas de segurança no Rio Grande do Sul, visto que a Brigada Militar do Estado atravessa uma grave crise e, inclusive, já recebeu o reforço de alguns agentes da Força Nacional de Segurança.
Ao UOL Esporte, Lázaro Cândido da Cunha, diretor jurídico do Atlético-MG, explicou como foi feito o acordo.
“Fechamos em 2 mil. O Grêmio tem um documento de segurança, que não pode ser superior a isso. Briguei muito, por ser o segundo lá, entendo que vai ter mais apelo.”
As maiores discussões ficaram por conta de que o Tricolor Gaúcho tinha a intenção de disponibilizar no máximo 1900 ingressos de visitantes, enquanto o Galo planejava receber entre 2500 e 3000 entradas no jogo da volta.
“Por regulamento o clube visitante pode solicitar 10% da carga ou então a capacidade estipulada pelos órgãos de segurança. Nesse caso, mantivemos um acordo de reciprocidade. Mesma quantidade de ingressos e o preço não pode ser superior a R$ 100”, comentou Lázaro.
Quanto ao local que a torcida do Grêmio vai ocupar no Mineirão, o diretor do Galo falou que a diretoria trabalha para que não existam ‘clarões’ na arquibancada, como aconteceu no jogo contra o Flamengo neste ano.
“Vamos perder cerca de 3000 mil lugares [por conta do isolamento de segurança], já contando os ingressos para o Grêmio. A torcida deles vai ficar em um ponto ‘morto’, bem no cantinho”, finalizou Lázaro Cândido.
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Com isso, tanto em Minas Gerais quanto no Rio Grande do Sul, serão 2 mil ingressos de visitantes colocados à disposição, com preço máximo de R$ 100 cada. O acerto foi feito por conta de problemas de segurança no Rio Grande do Sul, visto que a Brigada Militar do Estado atravessa uma grave crise e, inclusive, já recebeu o reforço de alguns agentes da Força Nacional de Segurança.
Ao UOL Esporte, Lázaro Cândido da Cunha, diretor jurídico do Atlético-MG, explicou como foi feito o acordo.
“Fechamos em 2 mil. O Grêmio tem um documento de segurança, que não pode ser superior a isso. Briguei muito, por ser o segundo lá, entendo que vai ter mais apelo.”
As maiores discussões ficaram por conta de que o Tricolor Gaúcho tinha a intenção de disponibilizar no máximo 1900 ingressos de visitantes, enquanto o Galo planejava receber entre 2500 e 3000 entradas no jogo da volta.
“Por regulamento o clube visitante pode solicitar 10% da carga ou então a capacidade estipulada pelos órgãos de segurança. Nesse caso, mantivemos um acordo de reciprocidade. Mesma quantidade de ingressos e o preço não pode ser superior a R$ 100”, comentou Lázaro.
Quanto ao local que a torcida do Grêmio vai ocupar no Mineirão, o diretor do Galo falou que a diretoria trabalha para que não existam ‘clarões’ na arquibancada, como aconteceu no jogo contra o Flamengo neste ano.
“Vamos perder cerca de 3000 mil lugares [por conta do isolamento de segurança], já contando os ingressos para o Grêmio. A torcida deles vai ficar em um ponto ‘morto’, bem no cantinho”, finalizou Lázaro Cândido.
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