Lucas Uebel/Grêmio
É no palco de seu primeiro título nacional, o Brasileirão 1981, que o Grêmio aquece as turbinas para a decisão com o Atlético-MG na Copa do Brasil.
Nesta noite, 19h30min, no Morumbi, o time de Renato Portaluppi enfrenta um São Paulo que, livre do rebaixamento, já está com a cabeça em 2017. Mas que, por contar com nomes de qualidade, como o lateral-direito Buffarini, o zagueiro Rodrigo Caio, o meia Cueva e o atacante Chávez, serve como uma prévia das dificuldades na decisão que se inicia na próxima semana, em Belo Horizonte.
O Brasileirão surge como plano B ao Grêmio para chegar à Libertadores. Por isso, Renato reforçou com os jogadores o discurso de que o Atlético-MG só irá virar o foco do clube a partir da próxima semana.
— Se for para acontecer, vai acontecer, independentemente da dividida ou não. Se for pra machucar, machuca. Vou colocar o pé, sem essa de tirar o pezinho — prometeu o volante Walace.
Escalando quase todos os titulares, exceto Kannemann, suspenso, Portaluppi utiliza sua espinha dorsal para manter o ritmo de jogo para a decisão. Com uma equipe que joga junto há quase dois anos, tem em Geromel, Walace, Douglas e Luan suas principais armas para a vitória.
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— Se for para acontecer, vai acontecer, independentemente da dividida ou não. Se for pra machucar, machuca. Vou colocar o pé, sem essa de tirar o pezinho — prometeu o volante Walace.
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