Renato conversa com auxiliares Alexandre Mendes e James Freitas (Foto: Lucas Uebel / Grêmio)
Quando a fase é ruim, nem as estatísticas ajudam. Dessa vez, o Grêmio vê um recorde negativo de quase dois anos ser igualado pelas três derrotas seguidas em uma semana. Para completar a má fase, o Tricolor fecha neste sábado um mês sem vencer, seja por Brasileirão, seja pela Copa do Brasil – nos 90 minutos de bola rolando.
A última vez que o time gaúcho havia sido derrotado em três partidas consecutivas remonta ao final de 2014, com Felipão, na reta final do Brasileirão. Depois de encarreirar uma tríade de vitórias – uma delas o Gre-Nal do 4 a 1, na Arena – que catapultaram o time ao G-4, o Tricolor perdeu fôlego entre a 35ª e a 37ª rodada. Foi batido por Cruzeiro, Corinthians e Bahia em 10 dias e perdeu a vaga na Libertadores do ano seguinte.
De lá para cá, foram 1.027 dias sem que o clube perdesse três duelos em sequência, tanto no Brasileiro quanto na Copa do Brasil, Libertadores, Gauchão ou Primeira Liga. Até que o Grêmio voltou a falhar nos últimos dias.
Em 14 de setembro, perdeu para a Ponte Preta por 3 a 0 e viu Roger pedir para sair. Com o interino James Freitas, levou 1 a 0 do Fluminense em plena Arena no domingo e, novamente em casa, na reestreia de Renato Gaúcho como treinador, foi derrotado pelo Atlético-PR, na quarta. Por sorte, o campeonato não era o Brasileirão, e o time conseguiu reverter o revés dos 90 minutos na decisão por pênaltis e se classificou às quartas de final da Copa do Brasil.
– Não adianta ficar tocando na mesma tecla, até porque eu não estava aqui e não sabia deste scout. Um time grande como o Grêmio não pode perder três jogos seguidos. Vamos procurar recuperar esses pontos. Não tem jogo fácil. Todos os adversários também buscam alguma coisa no Campeonato Brasileiro. Mas jogando diante da nossa torcida é obrigação vencer – destaca Renato Portaluppi.

O momento não poderia ser mais propício para fazer as pazes com a vitória. Os próximos dois compromissos dos gaúchos serão em Porto Alegre. Além da Chapecoense no domingo, recebe o Palmeiras, pela Copa do Brasil, na quarta.
Mas nem só de vitórias e derrotas vive um time. Se contabilizados os empates, o Tricolor fecha neste sábado exatamente um mês sem ver três pontos na conta. O último triunfo ocorreu justamente no jogo de ida da Copa do Brasil, quando a equipe então comandada por Roger foi a Curitiba e bateu o Atlético-PR por 1 a 0, no dia 24 de agosto. Desde então, são sete partidas, com cinco reveses e dois empates. O aproveitamento é de 9,5%.
O momento é tão ruim que a derrota do rival Inter para o América-MG na 26ª rodada derrubou a equipe para a última posição do returno do Brasileirão, com apenas cinco pontos. Como consequência, o time saiu do G-4 e agora ocupa a 11ª colocação. O elenco ainda trabalha na manhã deste sábado antes de enfrentar a Chapecoense, às 16h de domingo, na Arena.
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).
Data e horário: domingo (25/09), às 16h.
Provável escalação: Marcelo Grohe; Ramiro, Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Walace, Jailson, Pedro Rocha, Douglas e Luan; Henrique Almeida.
Pendurados: Marcelo Grohe, Marcelo Oliveira, Walace, Ramiro, Luan e Bolaños.
Desfalques: Edilson, Kannemann, Maicon, Negueba, Miller Bolaños, Everton.
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA-Fifa), auxiliado por Marcio Gleidson Correia Dias (PA) e Helcio Araujo Neves (PA).
Transmissão: Premiere (com Luiz Alano e Mário Marcos).
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A última vez que o time gaúcho havia sido derrotado em três partidas consecutivas remonta ao final de 2014, com Felipão, na reta final do Brasileirão. Depois de encarreirar uma tríade de vitórias – uma delas o Gre-Nal do 4 a 1, na Arena – que catapultaram o time ao G-4, o Tricolor perdeu fôlego entre a 35ª e a 37ª rodada. Foi batido por Cruzeiro, Corinthians e Bahia em 10 dias e perdeu a vaga na Libertadores do ano seguinte.
De lá para cá, foram 1.027 dias sem que o clube perdesse três duelos em sequência, tanto no Brasileiro quanto na Copa do Brasil, Libertadores, Gauchão ou Primeira Liga. Até que o Grêmio voltou a falhar nos últimos dias.
Em 14 de setembro, perdeu para a Ponte Preta por 3 a 0 e viu Roger pedir para sair. Com o interino James Freitas, levou 1 a 0 do Fluminense em plena Arena no domingo e, novamente em casa, na reestreia de Renato Gaúcho como treinador, foi derrotado pelo Atlético-PR, na quarta. Por sorte, o campeonato não era o Brasileirão, e o time conseguiu reverter o revés dos 90 minutos na decisão por pênaltis e se classificou às quartas de final da Copa do Brasil.
– Não adianta ficar tocando na mesma tecla, até porque eu não estava aqui e não sabia deste scout. Um time grande como o Grêmio não pode perder três jogos seguidos. Vamos procurar recuperar esses pontos. Não tem jogo fácil. Todos os adversários também buscam alguma coisa no Campeonato Brasileiro. Mas jogando diante da nossa torcida é obrigação vencer – destaca Renato Portaluppi.

O momento não poderia ser mais propício para fazer as pazes com a vitória. Os próximos dois compromissos dos gaúchos serão em Porto Alegre. Além da Chapecoense no domingo, recebe o Palmeiras, pela Copa do Brasil, na quarta.
Mas nem só de vitórias e derrotas vive um time. Se contabilizados os empates, o Tricolor fecha neste sábado exatamente um mês sem ver três pontos na conta. O último triunfo ocorreu justamente no jogo de ida da Copa do Brasil, quando a equipe então comandada por Roger foi a Curitiba e bateu o Atlético-PR por 1 a 0, no dia 24 de agosto. Desde então, são sete partidas, com cinco reveses e dois empates. O aproveitamento é de 9,5%.
O momento é tão ruim que a derrota do rival Inter para o América-MG na 26ª rodada derrubou a equipe para a última posição do returno do Brasileirão, com apenas cinco pontos. Como consequência, o time saiu do G-4 e agora ocupa a 11ª colocação. O elenco ainda trabalha na manhã deste sábado antes de enfrentar a Chapecoense, às 16h de domingo, na Arena.
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).
Data e horário: domingo (25/09), às 16h.
Provável escalação: Marcelo Grohe; Ramiro, Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Walace, Jailson, Pedro Rocha, Douglas e Luan; Henrique Almeida.
Pendurados: Marcelo Grohe, Marcelo Oliveira, Walace, Ramiro, Luan e Bolaños.
Desfalques: Edilson, Kannemann, Maicon, Negueba, Miller Bolaños, Everton.
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA-Fifa), auxiliado por Marcio Gleidson Correia Dias (PA) e Helcio Araujo Neves (PA).
Transmissão: Premiere (com Luiz Alano e Mário Marcos).
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