Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Pelo menos contra o São Paulo, a comparação com Paulo Isidoro não atrapalhou. Negueba foi um dos melhores jogadores do Grêmio e honrou a referência feita em sua apresentação pelo vice de futebol Alberto Guerra.
Paulo Isidoro parou de jogar em 1991, um ano antes de Negueba nascer. Decisivo na conquista do primeiro título brasileiro do Grêmio, em 1981, e convocado no ano seguinte para a mítica seleção montada por Telê Santana para a Copa da Espanha, ainda hoje é lembrado pela torcida por sua velocidade e gols decisivos.
Uma responsabilidade a mais para o substituto de Giuliano.
- (a comparação) Atrapalha um pouco porque você tem uma pressão. Mas é natural, sempre sou comparado com alguém - conforma-se Negueba.
Também foi assim no Flamengo, o clube que o profissionalizou, em 2010. Lá, aos 18 anos, a comparação era com o meia Adílio, que atuou no histórico meio-campo do qual também faziam parte Andrade e Zico.
No Coritiba, onde chegou em 2015, torcedores apontavam semelhança com Lela, atacante que fez parte do time campeão brasileiro de 1985 e pai dos jogadores Alecsandro e Richarlyson.
- Às vezes, até sou visto como outra pessoa - ri Negueba.
A boa atuação contra o São Paulo é explicada com modéstia. Para Negueba, foi decisiva a colaboração dos demais jogadores, com quem trocou ideias durante a semana sobre a forma como o time se movimenta.
- Observei o Giuliano e fui me adaptando aos poucos. São características diferentes. A função tática é diferente da que eu fazia no Coritiba - entende.
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Paulo Isidoro parou de jogar em 1991, um ano antes de Negueba nascer. Decisivo na conquista do primeiro título brasileiro do Grêmio, em 1981, e convocado no ano seguinte para a mítica seleção montada por Telê Santana para a Copa da Espanha, ainda hoje é lembrado pela torcida por sua velocidade e gols decisivos.
Uma responsabilidade a mais para o substituto de Giuliano.
- (a comparação) Atrapalha um pouco porque você tem uma pressão. Mas é natural, sempre sou comparado com alguém - conforma-se Negueba.
Também foi assim no Flamengo, o clube que o profissionalizou, em 2010. Lá, aos 18 anos, a comparação era com o meia Adílio, que atuou no histórico meio-campo do qual também faziam parte Andrade e Zico.
No Coritiba, onde chegou em 2015, torcedores apontavam semelhança com Lela, atacante que fez parte do time campeão brasileiro de 1985 e pai dos jogadores Alecsandro e Richarlyson.
- Às vezes, até sou visto como outra pessoa - ri Negueba.
A boa atuação contra o São Paulo é explicada com modéstia. Para Negueba, foi decisiva a colaboração dos demais jogadores, com quem trocou ideias durante a semana sobre a forma como o time se movimenta.
- Observei o Giuliano e fui me adaptando aos poucos. São características diferentes. A função tática é diferente da que eu fazia no Coritiba - entende.
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Comentários
Comentários (2)
parece e muito !
no primeiro jogo como titular foi bem continue assim mas sem problemas extra campo
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