Foto: Gilvan de Souza / Flamengo.com.br
O calendário atribulado do segundo semestre, com compromissos decisivos pelo Brasileirão e pela Copa do Brasil, faz o Grêmio procurar um substituto para Giuliano, negociado com o Zenit, da Rússia, na última semana. A primeira investida, por Gabriel, do Flamengo, não teve sucesso – o meia-atacante completou seu sétimo jogo no Brasileirão nesta segunda-feira, diante do América-MG. Assim, o Tricolor monitora o mercado com parâmetros definidos para encontrar uma peça de reposição ao elenco de Roger.
O foco recai sobre um meia com características semelhantes às do antigo camisa 8 – um meia-atacante que atue pelos lados e com capacidade de criação e disciplina tática para auxiliar na recomposição defensiva. A ideia, contudo, é evitar opções de renome, que envolvam cifras elevadas e onerosas aos cofres do clube, e focar em peças que cheguem a nível de composição de elenco, até para se prevenir de eventuais lesões pela sequência de jogos.
Após o fechamento da janela de transferências internacionais, os dirigentes gremistas dirigem seus olhares ao mercado nacional. A chegada de um atleta do exterior não está descartada, mas é vista como uma opção limitada, já que, neste caso, a única possibilidade de negócios é com jogadores que estejam sem vínculos. Dátolo, do Atlético-MG, foi oferecido, mas não despertou o interesse dos dirigentes.
– Tem que ser um negócio que possa nos atender. Se tiver condição de negócio, e o jogador atenda às nossas necessidades, claro que o Grêmio vai trabalhar, mas não apareceu. Poderia ser o Gabriel. Conversamos, mas acabou, ele jogou o sétimo jogo. Por ora, não tem outro. Estamos buscando um atleta a nível de plantel – afirma o presidente Romildo Bolzan ao GloboEsporte.com.
Caso não se chegue a um desfecho com um atleta que se enquadre nesta conjuntura, o Tricolor mantém a confiança nas peças do atual elenco de Roger Machado. Negueba foi o substituto escolhido pelo comandante para a vaga de Giuliano na equipe diante do São Paulo, no último domingo. Everton e Pedro Rocha também são opções para atuar como extremas – o primeiro, todavia, sofreu lesão muscular e é desfalque por três semanas. Joia das categorias de base do clube, Lincoln, de 17 anos, é outro que pode atuar pelo setor, mesmo que seja meia mais centralizado de origem.
O ataque ainda é guarnecido por Luan e Miller Bolaños. Hoje na seleção olímpica, o camisa 7 é o principal jogador da equipe. O equatoriano, por sua vez, foi o maior investimento da diretoria para a temporada e agora ganhará uma sequência no time com ausência do primeiro. Há ainda os jovens Batista, Guilherme e Tilica, e os centroavantes Henrique Almeida e Bobô.
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O foco recai sobre um meia com características semelhantes às do antigo camisa 8 – um meia-atacante que atue pelos lados e com capacidade de criação e disciplina tática para auxiliar na recomposição defensiva. A ideia, contudo, é evitar opções de renome, que envolvam cifras elevadas e onerosas aos cofres do clube, e focar em peças que cheguem a nível de composição de elenco, até para se prevenir de eventuais lesões pela sequência de jogos.
Após o fechamento da janela de transferências internacionais, os dirigentes gremistas dirigem seus olhares ao mercado nacional. A chegada de um atleta do exterior não está descartada, mas é vista como uma opção limitada, já que, neste caso, a única possibilidade de negócios é com jogadores que estejam sem vínculos. Dátolo, do Atlético-MG, foi oferecido, mas não despertou o interesse dos dirigentes.
– Tem que ser um negócio que possa nos atender. Se tiver condição de negócio, e o jogador atenda às nossas necessidades, claro que o Grêmio vai trabalhar, mas não apareceu. Poderia ser o Gabriel. Conversamos, mas acabou, ele jogou o sétimo jogo. Por ora, não tem outro. Estamos buscando um atleta a nível de plantel – afirma o presidente Romildo Bolzan ao GloboEsporte.com.
Caso não se chegue a um desfecho com um atleta que se enquadre nesta conjuntura, o Tricolor mantém a confiança nas peças do atual elenco de Roger Machado. Negueba foi o substituto escolhido pelo comandante para a vaga de Giuliano na equipe diante do São Paulo, no último domingo. Everton e Pedro Rocha também são opções para atuar como extremas – o primeiro, todavia, sofreu lesão muscular e é desfalque por três semanas. Joia das categorias de base do clube, Lincoln, de 17 anos, é outro que pode atuar pelo setor, mesmo que seja meia mais centralizado de origem.
O ataque ainda é guarnecido por Luan e Miller Bolaños. Hoje na seleção olímpica, o camisa 7 é o principal jogador da equipe. O equatoriano, por sua vez, foi o maior investimento da diretoria para a temporada e agora ganhará uma sequência no time com ausência do primeiro. Há ainda os jovens Batista, Guilherme e Tilica, e os centroavantes Henrique Almeida e Bobô.
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